O autor faz uma releitura sobre a religiosidade do Brasil colonial focando no estudo da evolução das ordens terceiras, franciscana e carmelita desde seu aparecimento na Idade Média até sua chegada e inserção na cidade do Rio de Janeiro.
William de Souza Martins. Membros do Corpo Místico Ordens terceiras no Rio de Janeiro (1700-1822). São Paulo: editora EDUSP, 2009.
O autor faz uma releitura sobre a religiosidade do Brasil colonial focando na evolução das ordens terceira, franciscana e carmelita desde seu aparecimento na Idade Média até sua chegada e inserção na cidade do Rio de Janeiro. Estuda as atividades institucionais de ambas as ordens como: estatutos, patrimônios imobiliários, manutenção de hospitais para confrades doentes, assistência a pobres, administração das testamentárias e cerimônias de culto, sem esquecer os distúrbios no interior do corpo místico e os conflitos com a Coroa. A metáfora do “corpo místico” é aqui representada pela sociedade criando a imagem da coletividade, dos agentes políticos, cujo sentido seria cada vez menos sacramental já que diz respeito preferencialmente ao mundo social.
