.


 A roupa e a moda no período joanino

Maria do Carmo Teixeira Rainho
Doutoranda em História - UFF
Pesquisadora do Arquivo Nacional

A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, promoveu mudanças expressivas tanto no espaço urbano como no comportamento dos habitantes do Rio de Janeiro, incluindo as práticas de consumo, a sociabilidade e os padrões de vestimenta. Com a vinda da Corte, a cidade se tornou também um espaço privilegiado para a difusão da moda europeia.

A oferta de bens de luxo e de trajes importados no Rio de Janeiro beneficiou-se, em primeiro lugar, do status alcançado pela Inglaterra em relação ao comércio com o Brasil com a abertura dos portos, o que se traduziu na venda de tecidos e calçados. Quanto aos produtos franceses - tecidos e roupas femininas, chapéus, cosméticos e perfumes - passaram a ser oferecidos nas lojas das ruas dos Ourives e Ouvidor após a celebração da paz entre a França e Portugal, em 1814.

O sucesso alcançado pelo comércio francês devia-se em grande parte ao fato da França ter se tornado um modelo de bom gosto e elegância, que durante todo o século XIX dominou, especialmente, os trajes femininos. Segundo Gilles Lipovetsky, isso acontecia, aliás, em todo o mundo:

a partir do século XVII, a França se impôs cada vez mais como farol da moda na Europa, e a prática das ‘bonecas de moda', essas primeiras embaixatrizes de moda, que se torna corrente no século XVIII, revela ao mesmo tempo a tendência à unificação do traje europeu e o polo atrativo de Paris.1

A difusão da moda europeia no Rio de Janeiro se deveu também a novas exigências impostas à boa sociedade após 1808, um processo de "civilização dos modos" que refletia novas formas de socialização, com maior circulação nos espaços públicos, promoção de festas e saraus nas residências, frequência aos teatros e restaurantes, ampliando uma sociabilidade restrita, até então, aos tradicionais eventos religiosos e reuniões familiares.

Desse modo, tornam-se obrigatórios os cuidados com a higiene, as boas maneiras à mesa - incluindo o uso correto dos talheres -, o refinamento dos gostos e a adequação e a distinção dos trajes, com a adoção de vestimentas que respeitassem a ocasião, hora do dia, estado civil e faixa etária, tal como prescreviam os manuais de etiqueta e civilidade.2 A apreensão dessas regras e comportamentos era um dos elementos que possibilitaria à boa sociedade nivelar-se aos seus pares europeus e, ao mesmo tempo, distinguir-se do resto da população, "do povo mais ou menos miúdo e dos escravos".3

A adoção da moda europeia constituía-se, assim, naquilo que Herbert Spencer qualificou de imitação respeitosa, através da qual se busca alcançar a simpatia daquele a quem se imita. Mas, seguir a moda europeia relacionava-se ainda a uma necessidade de novas distinções. Segundo Frédéric Mauro, era uma escolha que expressava a "vontade de diferenciar-se do escravo negro e até do índio, de guardar o selo da Europa, da civilização, (...) marca de um complexo de inferioridade inconfesso e inconfessável em relação ao europeu".4

É importante ressaltar que, quer se tratassem das vestimentas da moda ou das fardas,5 o preço das roupas, acessórios e jóias era bastante alto. Conforme aponta Maria Beatriz Nizza em relação às fardas, mesmo um simples empregado público como Luís Gonçalves dos Santos estava compelido ao seu uso, o que o levava a reclamar indignado tanto do preço da indumentária quanto dos seus excessivos ornamentos: "constrangido vesti e estreei a minha farda de oficial de secretaria que, havendo-me importado perto de 120$000 réis com todas as suas bonecrices adjuntas, me encheu de vergonha".6  A autora nos lembra ainda que mesmo fardas já usadas como as que constam do inventário do negociante Elias Antônio Lopes eram avaliadas em 60$000 réis e 30$000 réis.
Os inventários, assim como os anúncios da Gazeta do Rio de Janeiro e as obras produzidas por viajantes como Debret, Rugendas e Chamberlain, entre outros, constituem um corpus significativo para aqueles que se interessam pelas escolhas vestimentares do período joanino. No acervo do Arquivo Nacional, além dos livros dos viajantes - destacando-se a sua iconografia -, encontram-se inúmeros inventários, dos quais selecionamos três, o de Elias Antônio Lopes,7 o de Ana Jacinta Teodoro de Barros8 e o de Ana Joaquina Deschamps.9

O inventário do conselheiro Elias, de 1815, chama a atenção pela quantidade e variedade de peças. Além das mencionadas fardas, dele constam inúmeras casacas, jaquetas, coletes, calças, calções e capas em tecidos nobres como o cetim e a seda e rústicos como o morim e a ganga. Vemos ainda referências ao robissão, sobrecasaca comprida, confeccionada em cor de vinho, azul, vermelho, ou em tecido listrado. Entre os acessórios estão cinco pares de sapato e um de botas, lenços, chapéus, luvas, uma bengala, um par de óculos e um relógio. As peças relacionadas à Ordem de Cristo também se distinguem pela sua riqueza, sobretudo as que incluem pedras preciosas e ouro, como o placar10 com "seiscentos e sessenta e três brilhantes grossos e miúdos, noventa e quatro rubis no coração e cruz e trinta e quatro esmeraldas na coroa" no valor de quatro mil réis.

As jóias, aliás, são um dos elementos de distinção social mais marcantes para homens e mulheres. Algumas jóias eram exclusivamente masculinas como as "fivelas antigas para pescocinho", as "fivelas de calção (de cós ou de liga)", os espadins com os seus ganchos de prata, as bengalas e os relógios como o que consta do inventário de Elias, com caixa de ouro, marca Spencer & Perkins. Para as mulheres, eram comuns os alfinetes de peito, os pentes de cabelo, os cordões de ouro. Anéis, fivelas pequenas e fivelas de sapato eram usados por ambos os sexos. Uma grande parte das jóias apresentava, além do ouro, pedras preciosas como topázios, diamantes, águas-marinhas, crisólitas e esmeraldas. Estas últimas, diferente do que muitos afirmam, não eram encontradas no Brasil, pelo menos até meados do século XX.

Quanto à indumentária feminina, é interessante proceder a uma comparação entre o inventário de Ana Jacinta, de 1808, e o de Ana Joaquina, de 1816. Ambas possuem trajes e adornos de valor, como o anel com 38 diamantes em prata e ouro avaliado em trinta e dois mil réis, além dos inúmeros cordões, rosários e brincos, de Ana Jacinta, ou as várias peças confeccionadas em seda de Ana Joaquina. Contudo, no intervalo de oito anos entre um inventário e outro percebemos uma maior especialização das roupas - como "uma saia de chita para montar a cavalo" -, um uso mais ampliado de tecidos nobres - pois enquanto no inventário de Ana Jacinta a casimira se destaca, no de Ana Joaquina temos além da seda, peças em tafetá e filó de seda -, e uma maior quantidade e variedade de acessórios, como guarda-sóis, leques de seda bordados, leques de marfim, luvas de pelica e toucados.

Ressaltamos que a grande circulação de produtos de luxo após a vinda da Corte, sobretudo a partir do estabelecimento da paz com a França, não deve nos enganar quanto aos estratos da população do Rio de Janeiro que podiam consumi-los. A oferta de produtos e serviços - cabeleireiros, chapeleiros, modistas - era grande, porém, segundo Maria Beatriz Nizza, a partir dos cálculos do cônsul francês Maler escrevendo em 1816, apenas um oitavo da população urbana do Rio de Janeiro tinha acesso a esses bens e serviços.

Nesse sentido, para aqueles que desejam refletir sobre as escolhas vestimentares do período joanino, e não apenas sobre a moda, alguns desafios se colocam. O primeiro deles se refere a uma dificuldade em obter informações sobre a indumentária de categorias como a de artífices e pequenos empregados públicos ou das mulheres brancas e pobres. Quanto às populações escravas, como ir além dos relatos e da iconografia dos viajantes e dos anúncios de escravos fugidos publicados em jornais como a Gazeta do Rio de Janeiro? Além dessas fontes que contêm informações relevantes sobre tecidos e peças, alguns códices do acervo do Arquivo Nacional11, explorados por Maria Beatriz Nizza, fornecem pistas sobre mercadorias furtadas por escravos, revelando que roupas, sapatos e tecidos eram objeto de desejo não apenas pelo seu valor intrínseco, mas pelo aspecto distintivo que apresentavam. Leila Algranti12 ao se deter sobre a criminalidade escrava no Rio de Janeiro também aponta para os altos percentuais de furto de roupas, maior do que os crimes contra a propriedade, entre 1810 e 1821. Curiosamente, grande parte das vítimas desses crimes eram outros escravos, notadamente lavadeiras que transportavam trouxas de roupa.

Roland Barthes e Daniel Roche13 apontam que as histórias da indumentária vêm se interessando prioritariamente pelo vestuário das categorias sociais privilegiadas pela posição, riqueza, proximidade do poder, ou seja, pelas roupas da moda e pela maneira como elas ajudam a definir a posição social, demarcando o lugar ocupado por cada um. É certo que a moda e a indumentária são o cenário de várias batalhas em movimento, que as roupas da moda constituem um capital simbólico e a lógica da distinção é uma das chaves de leitura para se pensar o seu consumo. Contudo, a roupa e a moda no período joanino - como, aliás, em qualquer outro - exigem que abandonemos tanto as generalizações como as restritivas descrições da evolução das maneiras de vestir das camadas mais altas. Desse modo, seria possível compreender como as práticas vestimentares se encadeiam, num todo cultural, com as outras práticas da sociedade.

Finalmente, caberia ao historiador a tarefa de analisar o vestuário e a moda a partir do consumo, fenômeno que, segundo Roche, muitas vezes é esquecido pela historiografia francesa, mais preocupada em examinar o mundo da produção e dos produtores do que aquele do mercado e da demanda. Para Roche, além de fugir de uma perspectiva descritiva, o historiador deve pensar a moda de forma a conciliar os imperativos da cultura material e as exigências de uma história cultural preocupada com as práticas e representações.

Ora, é preciso estudar também os hábitos gerais, dos camponeses ao povo urbano, das classes populares às elites, e considerar os contextos de produção e de consumo, porque o vestuário está ligado a todos os fenômenos culturais, econômicos e sociais. Distinguindo indumentária e moda, nos lembra Daniel Roche que enquanto o vestuário "traduz a evolução da cultura, da sensibilidade, das técnicas, da inteligência dos produtores e da tolerância dos consumidores" a moda, por sua vez, "presta-se a todos os jogos da distinção, do poder". 

1 LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero. São Paulo: Cia. das Letras, 1989, p. 73.
2 Estas obras, que começaram a ser editadas no Brasil a partir do século XIX, eram traduções ou adaptações de textos produzidos na França e Inglaterra e caracterizavam-se, grosso modo, por enumerar um conjunto de regras e comportamentos a serem adotados pelas pessoas ditas civilizadas.
3 Ver REZENDE, Francisco de Paula de Ferreira. Minhas recordações. São Paulo: Itatiaia, 1988, p. 171, no qual o bacharel mineiro do início do século XIX propõe esta divisão da sociedade.
4 MAURO, Frédéric. O Brasil no tempo de d. Pedro II (1831-1889). São Paulo: Cia. das Letras, 1991, p. 41.
5 Uniformes que identificam as funções de civis e militares.
6 GONÇALVES, Luís dos Santos. Memórias para servir a história do Reino do Brasil, divididas em três épocas: da felicidade, honra e glória; escritas na corte do Rio de Janeiro, no ano de 1821. Lisboa: 1825, tomo 1, carta 116. Apud NIZZA, Maria Beatriz. Cultura e sociedade no Rio de Janeiro (1808-1821). São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1978, p. 22.  
7 Fundo Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação, Códice 789. Inventário dos bens do conselheiro Elias Antônio Lopes, 1815.
8 Fundo Inventários. Inventário de Ana Jacinta Teodósia de Bastos, maço 466, proc. 8902, 1808.
9 Fundo Inventários. Inventário de Ana Joaquina Deschamps, caixa 4014, proc. 420, 1816.
10 Insígnia equestre.
11 Códice 401, Polícia da Corte, Devassa da Polícia sobre vários delitos, 1809-1815.
12 ALGRANTI, Leila. O feitor ausente. Petrópolis: Vozes, 1988.
13 ROCHE, Daniel. História das coisas banais. Lisboa: Teorema, 1998 e BARTHES, Roland. História e sociologia do vestuário: algumas observações metodológicas. Inéditos, vol. 3 - Imagem e Moda. São Paulo: Martins Fontes, 2005.  

Conjunto documental: Inventário dos bens do conselheiro Elias Antônio Lopes
Notação: códice 789
Data-limite: 1815-1815
Título do fundo ou coleção: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código do fundo: 7X
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: relação das roupas existentes na casa do falecido conselheiro Elias Antônio Lopes, contendo, entre outras vestimentas, casacas de pano azul ou verde, chapéus finos armados agaloados com plumas, vestidos de cetim, calças de riscadinho ou de ganga, camisolas de chita ou riscado, ceroulas de pano de linho, meias de algodão, capas de sarja de seda, robissão de cor escarlate, luvas de algodão, coletes de seda ou de casimira, camisas de morim, fardas de pano azul e um manto de estamenha da Ordem de Cristo.
Data do documento: 10 de novembro de 1815
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 8v a 19 

Conjunto documental: Inventário dos bens do conselheiro Elias Antônio Lopes
Notação: códice 789
Data-limite: 1815-1815
Título do fundo ou coleção: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código do fundo: 7X
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens existentes na casa do falecido conselheiro Elias Antônio Lopes, tendo como inventariante Tomás Pereira da Costa Viana, novo administrador da casa. Consta a relação de todos os produtos, roupas, móveis e dívidas existentes.
Data do documento: 10 de novembro de 1815
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 1

Conjunto documental: Manuel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira
Notação: maço 451, proc. 9258
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário de d. Ana Miquelina de Oliveira, viúva do sargento mor Manoel Gomes Cardoso, realizado pelo inventariante José Pereira Guimarães, contendo despesas com alimentos, vestuário, escravos e manutenção dos prédios.
Data do documento: 13 de março de 1817
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 72

Conjunto documental: Manuel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira
Notação: maço 451, proc. 9258
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens dos falecidos Manoel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira, contendo a relação de vestimentas em posse do herdeiro Manuel Gomes Cardoso (filho). Estavam arrolados pares de botas, dragonas, sapatos, chinelos, uma barretina, peças de morim para camisas e pano azul para a farda de capitão de milícias.
Data do documento: 13 de março de 1817
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 111v a 112v

Conjunto documental: Manuel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira
Notação: maço 451, proc. 9258
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens dos falecidos Manoel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira, contendo a relação de vestimentas em posse do herdeiro Paulo Gomes Cardoso, bem como suas despesas mensais com a escola. Constavam da lista: casimira para um jaleco e uma calça, pares de botas, meias de seda e algodão, pano preto para casaca, ganga para outra calça, e jaquetas feitas de chita.
Data do documento: 13 de março de 1817
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 112v

Conjunto documental: Manuel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira
Notação: maço 451, proc. 9258
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens dos falecidos Manoel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira, no qual constava a relação das vestimentas e de um anel de diamantes em posse da herdeira d. Maria Cândida de Oliveira Cardoso. Entre as peças de vestuário estavam lila preta para luto, pares de sapatos, vestido de chita, meias de algodão e um chapéu com plumas.
Data do documento: 13 de março de 1817
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 113

Conjunto documental: Manuel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira
Notação: maço 451, proc. 9258
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens dos falecidos Manoel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira contendo a relação das vestimentas, tecidos e de um anel de diamantes em posse da herdeira d. Mariana Eliana de Oliveira Cardoso. As peças eram: lila preta para luto, vestidos de chita, meias de algodão, metim para o vestido, pares de sapatos e um chapéu com plumas.
Data do documento: 13 de março de 1817
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 114 e 114v

Conjunto documental: Manuel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira
Notação: maço 451, proc. 9258
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens dos falecidos Manoel Gomes Cardoso e Ana Miquelina de Oliveira, contendo a relação das vestimentas utilizadas pelos escravos. Estavam listados: baeta e baetão para roupas dos escravos Caetano, Maurício e Honorato; paninho preto para roupa de luto; e pares de sapatos para as escravas Laura, Apolinária, Rosa e sua filha.
Data do documento: 13 de março de 1817
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 113 a 114

Conjunto documental: Junta do Comércio. Administração de bens - falecidos
Notação: caixa 344, pct. 01
Data-limite: 1809-1823
Título do fundo ou coleção: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código do fundo: 7X
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: requerimento de Manoel Vidal pedindo a devolução dos bens de seu cunhado, Francisco de Paula, falecido numa viagem à Índia, em posse de Joaquim de Souza Fontes, negociante na cidade do Rio de Janeiro. Entre os bens do falecido encontrava-se a quantia de 38.400 réis, que seriam usados para compra de um vestido bordado, encomendado na Índia em nome da filha de Vidal, Generosa Maria.
Data do documento: 18 de abril de 1820
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 2

Conjunto documental: Junta do Comércio. Administração de bens - falecidos
Notação: caixa 344, pct. 01
Data-limite: 1809-1823
Título do fundo ou coleção: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código do fundo: 7X
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: relação dos artigos existentes no armazém de molhados pertencente ao falecido João Antônio Fontes. Entre os artigos de vestuário se encontravam casacas de pano azul ou preto, casacas de chita, um hábito preto de estamenha, um calção e um colete de cetim preto, uma jaqueta e uma calça de riscado azul, oito camisas de paninho e outras seis de pano de linho, três ceroulas de pano de linho, chapéus de copa alta ou armada, dois pares de fivelas de prata para sapatos e um par de dragonas.
Data do documento: 14 de agosto de 1801
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Francisco Ribeiro Guimarães
Notação: maço 188, proc. 3738
Data-limite: 1809-1809
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens do casal Antônio Luís de Freitas e sua falecida esposa Maria Thereza da Graça, contendo entre os artigos de vestuário um chapéu de sol em bom uso e outro só com a armação, uma saia de seda muito usada, um vestido de senhora de cambaia, e uma capa de bretanha.
Data do documento: 17 de fevereiro de 1810
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 6 a 9v

Conjunto documental: Junta do Comércio. Administração de bens - falecidos
Notação: caixa 346, pct. 01
Data-limite: 1805-1811
Título do fundo ou coleção: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código do fundo: 7X
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens do falecido Antônio da Silva Guilherme, contendo a avaliação das roupas apresentadas por sua mulher Josefa Maria da Graça. Entre as peças de vestuário estavam: um capote de baetão, uma farda de pano de uniforme, um robissão de pano azul, uma casaca de casimira alvadia (cinza), um jaleco de fustão de seda azul acolchoada, uma pantalona de pano azul nova, um chapéu armado e outro de copa alta, quatro camisas de bretanha da França e um vestido de cetim.
Data do documento: 19 de dezembro de 1805
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 23

Conjunto documental: Coleção Cisplatina
Notação: caixa 975A
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Coleção Cisplatina
Código do fundo: 1A
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: relação dos gêneros remetidos pela contadoria do arsenal real do exército para o fardamento das tropas do comando do tenente general Barão de Laguna, realizado por Joaquim Geraldo Ledo. Constavam entre os itens, baetões amarelos, brim, casimira, panos branco, escarlate, azul claro e preto.
Data do documento: 13 de novembro de 1818
Local: Montevidéu
Folha(s): pct. nº 32, f. 70

Conjunto documental: Coleção Cisplatina
Notação: caixa 975A
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Coleção Cisplatina
Código do fundo: 1A
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: ofício enviado pelo Barão de Laguna a Tomás Antônio de Vila Nova Portugal acusando o recebimento dos gêneros para o fardamento das tropas vindos no brigue Atrevido. Observa que o pano azul recebido era de três classes diferentes, apresentando desigualdades de largura e estreiteza entre eles, e em uma das classes, o material era de qualidade muito inferior, e ainda ficavam faltando fardas para todos os regimentos da divisão, bem como jaquetas e pantalonas para a cavalaria. Requer autorização para a compra de sapatos para as tropas, trazidos nas embarcações estrangeiras, bem como camisas feitas na Inglaterra e em França, ficando o pagamento sustentado pelo banco do Brasil ou pelo Real Erário.
Data do documento: 10 de outubro de 1818
Local: Montevidéu
Folha(s): -

Conjunto documental: Coleção Cisplatina
Notação: caixa 975A
Data-limite: 1814-1818
Título do fundo ou coleção: Coleção Cisplatina
Código do fundo: 1A
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: ofício do Barão de Laguna a Tomás Antônio de Vila Nova Portugal, requerendo socorro em dinheiro, em alimentos, e fardamentos para a coluna do general Curado, reiterando a necessidade do fornecimento de agasalhos para as tropas, que segundo o general estariam sofrendo com o frio.
Data do documento: 18 de julho de 1818
Local: Montevidéu
Folha(s): pct. 29, f. 16

Conjunto documental: Ana Joaquina Deschamps
Notação: caixa 4014, proc. 420
Data-limite: 1816-1817
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: avaliação dos bens existentes na loja de José Ribeiro Monteiro para o inventário de sua falecida esposa dona Ana Joaquina Deschamps, realizada por João da Costa Guimarães e Simplício da Silva Nepomuceno. Entre os bens estavam: baetas e baetinhas; baetões; panos finos; droguetes em retalhos ou lisos; belbutins, alguns com defeito; fustões, alguns sujos e até com defeito; metins; olandas, algumas grossas e avariadas; platilhas feitas de algodão ou em retalhos; irlandas de algodão ou linho; tarjetas francesas ou indianas; cetim; garças, algumas em riscadinho de seda podre; escumilhas; vestidos; fios de seda; gangas; fios de algodão; paninhos; cambaias; brim; rendas, de fios de sedas branca ou preta; panos de linho; lenços; véus de seda, algodão ou de volante branco e preto; camisas bordadas; cortes de vestido; xales de fios de algodão ou seda; mantas de seda; luvas de pelúcia, paninho, seda e algodão; meias de algodão grossas e lisas; chapéus ingleses e indianos de copa alta; chapéus de palha; chapéus armados defeituosos; chapéus de sol de seda para homem e para mulher; barretinas; leques de papel, outros de seda grandes e pequenos, alguns vindos da França; bandas vindas da Índia; bolsas de seda para senhoras; pano de linho; suspensórios, cadarços e botões.
Data do documento: 31 de março de 1816
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 4 a 16v

Conjunto documental: Ana Joaquina Deschamps
Notação: caixa 4014, proc. 420
Data-limite: 1816-1817
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário das roupas da falecida dona Ana Joaquina Deschamps, tendo como testamenteiro e inventariante seu marido José Ribeiro Monteiro. A lista dos bens continha vestidos de seda de cores preta, branca, verde mar, algumas com fios pretos com salpicos amarelos, outras de chita e algodão; saias de chita, estamenha e paninho; um robissão de pano verde escuro; um capote de baetão escuro; duas mantas de fios de seda, e outra de marquesa de filó branco; oito calças de cetim; duas casacas de pano preto velhas; dez calças de ganga e metim usadas; seis coletes de diversos fustões; doze camisas de paninho; dez pares de meias curtas e compridas, e um par de meias de seda.
Data do documento: 1º de julho de 1816
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 24 a 26v

Conjunto documental: Avisos e portarias do governo do Brasil para as autoridades de Portugal
Notação: códice 251, vol. 02
Data-limite: 1810-1812
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: ofício do conde de Aguiar, d. Fernando José de Portugal e Castro, dirigido a João Diogo de Barros Leitão sobre o estado deplorável em que se achava o vestuário das religiosas do convento de Sacavém devido à falta do pagamento previamente prometido. Em anexo mensagem ao patriarca eleito de Lisboa informando que o governo expedirá ordens ao Real Erário para que Leitão receba a quantia necessária para a compra do vestuário.
Data do documento: 29 de novembro de 1810
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 29v

Conjunto documental: Avisos e portarias do governo do Brasil para as autoridades de Portugal
Notação: códice 251, vol. 02
Data-limite: 1810-1812
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: ofício do conde do Aguiar ao ministro provincial dos religiosos menores observantes da província de Portugal, pedindo que passe as ordens necessárias a Abadessa de Santa Clara da Vila do Conde que receba como seculares recolhidas dona Jerônima Joaquina de Alpoim e Menezes, e dona Ana Emília de Alpoim e Menezes, filhas legítimas de Francisco Xavier de Alpoim da Silva e Abreu, junto com uma criada a seus serviços. Observando que as mesmas devem seguir a modéstia e moderação nos vestidas seguidas pelas seculares recolhidas.
Data do documento: 29 de maio de 1811
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 86

Conjunto documental: Ana de Muros
Notação: caixa 867, proc. 2240
Data-limite: 1808-1808
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens da falecida Ana de Muros, contendo entre os artigos de vestuário saias de chita cor roxa, uma saia de ganga cor amarela, outra de seda velha, uma capotina preta, uma camisa de bretanha de pano de linho e um xale branco.
Data do documento: 4 de novembro de 1808
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 33 a 37v

Conjunto documental: Bernardo Antônio de Azevedo
Notação: caixa 248, proc. 5040
Data-limite: 1808-1812
Título do fundo ou coleção: Corte de Apelação
Código do fundo: 2Ø
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário de bens do falecido José Lopes Góes e de sua mulher, tendo a renda obtida pela avaliação dos bens sido repartida entre seus filhos, cujo tutor e inventariante é o tenente Bernardo Antônio de Azevedo. Ao órfão José, além do anel de água marinha, foram deixados um chapéu, uma fivela de prata, e duas ceroulas. À órfã Francisca, além de um anel igual ao dado a seu irmão, foram remetidas uma camisa de bretanha, além de saias de cetim e chita. Ao testamenteiro foram remetidas as rendas referentes à venda de uma capotina, saias de chita, pares de meias e sapatos.
Data do documento: 21 de julho de 1808
Local: São Salvador da Paraíba do Sul
Folha(s): 7 e 7v

Conjunto documental: Vasco Fernandes Rangel
Notação: caixa 1123, proc. 9269
Data-limite: 1799-1818
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: requerimento enviado pelos três filhos do falecido Vasco Fernandes Rangel ao juiz de órfãos, sobre a entrega dos juros referentes a uma fazenda, vendida durante o processo de partilha dos bens. Justifica-se o pedido pela necessidade que demonstram os herdeiros de adquirir peças de vestuário, conforme relação inclusa do que precisa cada filho com a soma correspondente. Antônio de Sampaio e Almeida e Martins pede cerca de 26//980 réis para a compra de botas, pano azul para farda, pano escarlate para a gola, forro, botões, sapatos, linhas da Bretanha e calças de pala. D. Maria Joaquina de Menezes pede um total de 38//960 réis para comprar cortes de seda francesa, meias de seda, sapatos de seda, luvas de filó e vestidos de seda. D. Catarina da S. Sandoval pede 34//240 réis para a compra de chita inglesa, meias brancas, sapatos de seda, vestidos e xales de seda.
Data do documento: 11 de maio de 1810
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Vasco Fernandes Rangel
Notação: caixa 1123, proc. 9269
Data-limite: 1799-1818
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: relação das quantias necessárias para satisfazer as necessidades dos filhos do falecido Vasco Fernandes Rangel. O herdeiro Antônio de Sampaio pede cerca de 17//600 réis para comprar farda, botas, calças, forro feito de linhas, sapatos, um lenço preto, entre outros. A herdeira menor d. Catarina de S. Sandoval pede cerca de 30//960 réis para comprar meias, sapatos, chita para vestido, xales, saias, entre outros.
Data do documento: 1808
Local: Rio de janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Bernardo José de Moura
Notação: maço 450, proc. 8600
Data-limite: 1805-1807
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: avaliação das roupas do falecido Bernardo José de Moura, de quem é testamenteira e inventariante Margarida Antônia de Jesus, sua viúva. Constam entre os itens: uma casaca de pano alvadio (cinza) = 8$000; uma casaca usada de pano alvadio = 1$600; um calção de casimira branco = 1$600; um calção de casimira cor de chumbo = 480$; três calções e uma pantalona = 1$280; dois coletes e dois blusões brancos = 2$560; um colete de cetim bordado = 1$600; um hábito de serguilha = 4$800; dois pares de meia de seda = 1$920; uma camisa de bretanha = 640$; entre outros produtos que ao total da avaliação ficaram todos estimados em 40$300.
Data do documento: 19 de novembro de 1804
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Caetano da Silva Porto
Notação: maço 474, proc. 9110
Data-limite: 1795-1795
Título do fundo ou coleção: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: relação de bens do falecido Caetano da Silva Porto inventariado por sua viúva Claudia Joaquina, dentre os quais contam os seguintes objetos de ouro: um par de fivelas, avaliados em 2.600 réis; um anel, avaliado em 18.000 réis; um cordão, avaliado em 4.600 réis e uma chave de relógio, avaliada em 2.400 réis. E o seguinte objeto de prata: um par de fivelas de sapatos, avaliado em 5.400 réis. Além das seguintes roupas: uma vesti de brilhante aveludada, avaliada em 9.600 réis; uma vestia de pano, avaliada em 1.200 réis; um calção de cetim, avaliado em 960 réis; um colete de cetim riscado, avaliado em 640 réis; um colete de cetim perolado, avaliado em 640 réis; um colete branco, avaliado em 1.600 réis; um calção de cetim preto, avaliado em 4.100 réis; um colete de chita, avaliado em 320 réis; um colete de chita branco, avaliado em 800 réis; um capote de botão, avaliado em 1.200 réis; duas calças de algodão, avaliadas em 1.200 réis e um chapéu fino, avaliado em 800 réis. E conta também um relógio de algibeira com uma caixa de ouro francesa, avaliado em 18.000 réis.
Data do documento: 2 de setembro de 1795
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Luís Antônio de Santa Tereza Duque
Notação: maço 453, proc. 8674
Datas-limite: 1804-1804
Titulo do fundo: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário de Frei Luís Antônio de Santa Teresa Duque em que se descrevem alguns objetos de prata e ouro que pertenciam ao mesmo com seus respectivos valores. Dentre esses objetos foram citados 2 relicários com cordão de ouro, um rosário de pescoço, par de fivelas e jogo de botões em ouro, 2 pares de brincos em prata, 1 par de "flores das orelhas" e 2 anéis com crisálidas e cristais.
Data do documento: 28 de abril de 1804
Local: Rio de Janeiro
Folha: 39 e 39v

Conjunto documental: Luís Antônio de Santa Teresa Duque
Notação: maço 453, proc. 8674
Datas: 1804-1804
Titulo do fundo: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: requerimento de Francisco Gomes das Chagas, tutor dos menores "herdeiros naturais" de Frei Luís Antônio de Santa Teresa Duque, ao juiz de órfãos Luiz Telles em que relaciona o que cada um dos menores precisava com relação a vestuário. A lista era composta por panos para camisas, calções, ceroulas, um par de botinas e botões para o menino José Mariano. Já para as meninas Maria Joaquina, Tereza Fortunata e Anna da Silva a lista contava com panos e laços para vestidos e saias, fitas, cetins, pelúcia e pares de sapatos.
Data do documento: 1804
Local: Rio de Janeiro
Folha: 44 a 44v

Conjunto documental: Ana Jacinta Teodora de Bastos
Notação: maço 466, proc. 8902
Datas: 1808-1808
Titulo do fundo: Inventários
Código do fundo: 3J
Argumento de pesquisa: habitação, vestuário
Ementa: inventário dos bens de Ana Jacinta Teodora de Bastos. Entre as peças de vestuário: uma saia de cetim branco bordado de matizes, velha, avaliada em mil e seiscentos réis; uma jaqueta de casimira alvadia (cinza) de duzentos réis; dois vestidos de chita diferentes, no valor de dois mil réis; um chapéu de mulher avaliado em quatro mil réis; sapatos de cetim cor de cana, entre outros artigos. Ainda possuía jóias de grande valor, como um anel com 38 diamantes em prata e ouro avaliado em trinta e dois mil réis, cordões, rosários, brincos, entre outras peças.
Data do documento: 7 de dezembro de 1808
Local: Rio de Janeiro
Folha: 4 a 7, 19 e 19v

FREYRE, Gilberto. Modos de homem e modas de mulher. Rio de Janeiro: Record, 1986.

KARASCH, Mary C. A vida dos escravos no Rio de Janeiro (1808-1850). São Paulo: Cia. das Letras, 2000.

MELLO e SOUZA, Gilda de. O espírito das roupas: a moda no século XIX. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Cultura e sociedade no Rio de Janeiro (1808-1821). São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1978.

_________. Vida privada e quotidiano no Brasil: na época de d. Maria I e d. João VI. Lisboa: Estampa, 1993.