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A saúde pública no período colonial e joanino

 Flavio Coelho Edler
Pesquisador do Programa de Pós-Graduação
em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz

Para entendermos as propostas, a legislação e as instituições que regulamentavam a organização sanitária do império luso-brasileiro, no período assinalado, devemos averiguar, inicialmente, quais eram as condições de saúde dos habitantes e as concepções relativas à salubridade e às doenças de que padeciam colonos, índios e escravos.

A herança sanitária colonial

Como é sabido, a escravização e a matança iniciadas com a captura ou desocupação de terras contribuíram menos que as doenças importadas para o que a historiografia chama de catástrofe demográfica da população indígena. Os índios foram vítimas de sarampo, varíola, rubéola, escarlatina, tuberculose, febre tifoide, malária, disenteria e gripe, trazidas pelos colonizadores europeus, doenças para as quais não tinham defesa genética.

As condições de saúde da população negra eram igualmente deploráveis. Embora houvesse uma multiplicidade de situações e atividades exercidas pelo escravo africano, bem como formas de tratamento recebido por parte dos senhores, os cronistas do período colonial sublinham que os negros que prestavam serviço na terra trabalhavam quase sem descanso, sempre mantidos com muito açoite e, em geral, mal alimentados. O regime de trabalho nas minas era totalmente diverso daquele que se observava nos engenhos de açúcar. Nos principais centros urbanos, como Olinda, Recife, Salvador e Rio de Janeiro, os escravos exerciam atividades variadas, desde os serviços domésticos até o artesanato passando pelo comércio ambulante e o carregamento de fardos e mercadorias. A ancilostomíase, conhecida como opilação, as doenças de carência, como o escorbuto, ou infecciosas, como a tuberculose e a malária, não chegavam a distinguir a população de escravos negros do restante da população de mulatos, brancos pobres e cafuzos que viviam na base da pirâmide social.

Quanto às condições de saúde da população branca, é impossível uma generalização, tal era a variedade de situações em que se encontravam nesse período. Ser nobre ou plebeu, viver nos grandes centros urbanos ou refugiado em engenhos e fazendas; ser homem de negócios, médico, advogado, pertencer ao clero regular, morar em conventos ou aldeias no sertão, instalar-se em zona de mineração, conduzir tropas de gado, tudo isso afetava o ritmo de vida, o regime alimentar e o padrão de salubridade, não importa qual camada social se ocupava. Está claro que barnabés, mascates, artesãos, oficiais mecânicos, carreiros, feitores, capangas, soldados de baixa patente, mendigos e pobres sitiantes não viviam em condições muito melhores que algumas categorias de escravos e se distanciavam muito da elite branca.

A Igreja católica era o suporte da vida cultural da colônia e as ordens religiosas constituíam a ponta de lança da Igreja na propagação da fé e da cultura cristã. Para o cristão, o bem-estar físico era secundário face à salvação espiritual. Além do mais, a doença podia ser percebida alternativamente como uma expressão do pecado ou da graça divina. O corpo, concebido como o repositório da alma imortal, permaneceu como um legítimo objeto de cuidado. Os ensinamentos bíblicos e o exemplo de Jesus apontavam a devoção aos doentes como uma benção divina, não restrita apenas a praticantes treinados. A fé cristã enfatizava que o cuidado e a cura deveriam ser uma vocação popular, um ato de humildade consciente, portanto, um componente vital da caritas cristã. Nas procissões organizadas pelas confrarias, nas igrejas ou no refúgio do lar, orações e preces solicitavam a intervenção dos santos. Cada qual segundo sua especialidade. São Sebastião era invocado para proteger das epidemias. Santa Lúcia, contra as dores de dentes. Contra a peste e quebradura, Santo Adrião. Contra sezões, Santo Alberto.

Perante as dificuldades e precariedade da vida, a Igreja incentivou os fiéis brasileiros a agrupar-se em confrarias, formadas segundo categorias sociais, para encontrar soluções que abrissem as portas à salvação eterna. A confraria mais antiga do Brasil era a da Misericórdia. Inspirada nos compromissos corporais realizava obras voltadas à alimentação dos presos e famintos, remia os cativos, curava os doentes, cobria os nus, dava repouso aos peregrinos, e enterrava os mortos. Mantida por figurões de grande prestígio social, a ordem se beneficiava dos legados deixados por seus associados e de eventuais recursos diretos da Coroa. Os quatro hospitais abertos no século XVIII pelas ordens terceiras de São Francisco e do Carmo voltavam-se ao acolhimento exclusivo dos confrades. Os hospitais da Santa Casa da Misericórdia, quase todos modestos e em permanente estado de penúria, assistiam a uma população de indigentes e moribundos, desde o século XVI, em quinze cidades brasileiras.

Circunscrita aos centros urbanos de apenas algumas províncias, e relativamente cara, a assistência médica oficial era inacessível para quem se encontrava à margem das confrarias religiosas ou das redes de clientelismo promovidas pelos membros da classe senhorial. Durante todo o período colonial, tanto os raríssimos médicos - então conhecidos como físicos - quanto cirurgiões e boticários (farmacêuticos), representantes da medicina metropolitana, compunham uma ínfima parcela da comunidade terapêutica existente. Pajés, barbeiros, sangradores, algebristas (consertadores de ossos), práticos curiosos, herbaristas, comadres e curandeiros africanos formavam o grosso dos agentes de cura que socorriam os variados estratos sociais.

Mas que relações mantinham os físicos, cirurgiões e boticários portugueses com os demais agentes de cura? Embora geralmente preconceituosos em relação a outros elementos pagãos e "selvagens" da cultura indígena, os colonizadores se interessaram em recolher informações sobre como os indígenas e seus pajés faziam para combater as doenças que grassavam no lugar. De todas as práticas terapêuticas, o uso das ervas medicinais brasileiras era a que maior legitimidade popular possuía.

Durante todo o período colonial, os moradores de cidades e vilas solicitam aos governantes a presença de médicos. Cartas eram escritas ao rei manifestando a preocupação constante com a saúde dos súditos, pela "grande falta que têm de médico e botica para haverem de ser curados em suas enfermidades". Mas o que imperava era a dificuldade de acharem médicos dispostos a vir para a colônia. A ausência de uma clientela com recursos que justificassem a saída da metrópole condicionava a permanência no Brasil à obtenção de alguma função ligada, sobretudo, à tropa ou à Câmara.

Como atuavam esses profissionais na América portuguesa? No mundo da colônia a imposição das linhas hierárquicas entre físicos, cirurgiões, e boticários mostrava-se totalmente inoperante. Quando aplicadas, recebiam queixas dos representantes da Coroa, em nome da realidade colonial. O exercício da medicina no Brasil, até a criação da Junta do Protomedicato no reinado de d. Maria I, em 1782, era facultado somente a físicos e cirurgiões portadores de um atestado de habilitação, e licenciados pelos comissários das duas autoridades médicas reinóis: o cirurgião-mor e o físico-mor. Estes representantes diretos do poder real residiam, de início, somente nas povoações maiores, mas a partir do séc. XVIII, os regimentos sanitários passam a ser mais observados, com a presença de comissários em um número maior de cidades e vilas.

Os físicos atuavam como médicos da Coroa, da Câmara e das tropas nas principais cidades e vilas, sendo numericamente pouco expressivos. No século XVIII, em cidades como Recife, Salvador e Rio de Janeiro, somente três ou quatro físicos exerciam suas atividades. Eles eram responsáveis pelo exame, diagnóstico e o receituário para os pacientes, e aos cirurgiões cabiam os ofícios manuais, considerados socialmente inferiores, que exigiam o uso de ferros de lancetas, de tesouras, de escalpelos, de cautérios e de agulhas. A atuação dos cirurgiões estava restrita às sangrias, à aplicação de ventosas, à cura de feridas e de fraturas, sendo-lhes vetada a administração de remédios internos, um privilégio dos médicos formados em Coimbra. A criação das escolas de medicina, em 1808, veio romper com esta prática de cerceamento feita pela metrópole, possibilitando a formação de médicos no país. Entre 1707 e 1749 oitenta e nove boticários prestaram exames no Brasil. No período de d. Maria I, foram registrados quatorze, enquanto no período joanino, isto é, entre 1808 e 1821, cento e quarenta e oito boticários foram examinados pela Fisicatura-mor.

Regulamentação sanitária

No tocante à legislação sanitária, é preciso registrar que desde 1430 o rei de Portugal exigia que todos os que praticavam medicina fossem examinados e aprovados pelo seu médico, também denominado físico. Em 1448, o Regimento do Cirurgião-mor, sancionado em lei do reino, explicitava dentre os encargos da função a regulamentação do exercício da medicina e cirurgia através de licença, legalização e inspeção de farmácias. Em 1521, já aparece a divisão das atribuições entre as duas maiores autoridades da saúde: o físico-mor e o cirurgião-mor. A Fisicatura era um tribunal. O físico-mor, um juiz. Desde então já aparece a figura dos juízes comissários no reino e seus domínios. No momento em que se estabelece a administração portuguesa no império luso-brasileiro, ainda no século XVI, tem-se notícia da designação de licenciados para o cargo de físico na cidade de Salvador. Onde não houvesse um físico examinador, delegado do físico-mor, os praticantes da arte de curar deviam requerer carta ao físico-mor, com atestado das câmaras locais que comprovassem sua experiência e saber. Se aprovados em exame, recebiam licença para exercer a medicina apenas na localidade em que praticavam, e por determinado tempo. Cartas de lei, alvarás e regimentos respondiam a situações particulares, como infrações à legislação sanitária e aos abusos contra os interesses dos súditos.

Foi em 1640, logo após a restauração de Portugal, que o fisco lançou suas vistas sobre as boticas. Equiparou-as às casas de comércio. O senado da Câmara recebia o imposto. Cabia ao físico-mor fiscalizar, com o auxílio de boticários aprovados, as boticas, a qualidade e os preços dos medicamentos. A lei estabelecia que a separação entre físicos, cirurgiões e boticários era completa, cada qual com atribuições restritas ao seu domínio. Já um alvará do século XVI vedava aos físicos e boticários sociedade comercial nas boticas. Entretanto, a não observância do Regimento da Fisicatura parece ter sido a norma nos tempos coloniais, tal como se infere pelo estabelecido na ordem régia de 3 de março de 1717 ao dr. João Nunes de Miranda, que servia, por comissão, de físico-mor na Bahia: porquanto tenho notícias que geralmente costumam nessa cidade da Bahia curarem cirurgiões de medicina dando purgas e outros remédios de que só podem aplicar os médicos formados na Universidade de Coimbra ou aprovados pelo físico-mor do reino, o que é em notório dano do comum e ter experiência mostrado suceder mil infortúnios e desgraças pela imprudência dos cirurgiões (...).[1]

Não só lojas de barbeiro e boticas vendiam remédios no Brasil. Os estabelecimentos dos ourives, padeiros e outras casas também comerciaram específicos. Os próprios médicos manipulavam e vendiam suas receitas, apesar do alvará real de 1561 proibir-lhes de preparar e vender drogas. Se os cirurgiões praticavam a medicina e os médicos aviavam suas receitas, os boticários receitavam por conta própria.

O regimento de 1744, elaborado pelo físico-mor, a ser observado por seus representantes no Brasil, indica a crescente importância que Portugal emprestava aos estados da América. Todo o dispositivo legislativo, que procurava fazer a Fisicatura próxima e presente através de um pesado aparato burocrático, e as constantes queixas sobre o arbítrio dos comissários revelam que a preocupação central da Coroa era com o fisco. No governo de d. Maria I, em meio à crise da mineração e das reformas administrativas que se seguiram, foram tomadas importantes medidas concernentes à saúde pública. Em 1794 foi publicada a Farmacopeia Geral do Reino e domínios de Portugal, visando regular a produção de medicamentos pelas boticas. Anteriormente, em 1782, a Junta do Protomedicato substituíra, com as mesmas atribuições e competências, os cargos do físico-mor e cirurgião-mor. No entanto, com a transferência da corte portuguesa para o Brasil, foi recriada a Fisicatura e extinta a Junta do Protomedicato, em 1809. Neste ano, foi criado o cargo de provedor-mor da saúde da Corte e do Estado do Brasil, a quem caberia, junto com seus delegados, conservar a saúde pública. Outra preocupação da Coroa foi com a difusão da prática de vacinação contra a varíola. Desde início do século XIX, as Juntas Vacínicas aplicavam o método desenvolvido por Edward Jenner, que consistia em introduzir o pus vacínico em indivíduos sãos para conter o avanço das "bexigas". Com a abertura dos portos ao comércio exterior, em 1808, as autoridades sanitárias concentraram suas atenções nas medidas higiênicas que respondessem aos interesses dos comerciantes e da agroindústria escravista exportadora, fiscalizando as boticas de bordo, as cargas trazidas, a presença de doenças contagiosas na tripulação. O medo da importação de escravos doentes que pudessem gerar uma epidemia nas cidades portuárias era outra preocupação dos comerciantes. No entanto, a Inspetoria de Saúde dos Portos só seria criada em 1828.

A partir da Independência, a fiscalização do comércio de secos e molhados impróprios ao consumo, das condições gerais de higiene pública, bem como o policiamento das posturas urbanas, das farmácias e do exercício da medicina estiveram a cargo da Fisicatura, auxiliada pelas câmaras municipais e pela inspetoria de polícia. Na corte ou nas províncias pululavam os vendedores ambulantes de remédios secretos. A população não associava competência terapêutica aos diplomas oficiais, e as autoridades faziam vista grossa à multiplicidade de anúncios que ofereciam remédios que prometiam curas imediatas para os mais diversos males. Em 1828, foi extinta a Fisicatura, como órgão do governo responsável pela fiscalização sanitária e regulamentação das artes terapêuticas. Sangradores e curandeiros foram definitivamente postos na ilegalidade. Finda a Fisicatura, os Inspetores de Saúde dos governos provinciais iniciaram a fiscalização dos fatores urbanos que se acreditava estarem implicados na produção das doenças. Somente em 1850, em seguida à primeira epidemia de febre amarela, foi criado um órgão central responsável pela gestão sanitária do Império, a Junta Central de Higiene Pública.

 

[1] Apud MARQUES, Vera Regina Beltrão. p. 197.

Carta remetida ao conde de Anadia, ministro e secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, por Theodoro Ferreira de Aguiar, Cirurgião-Mor da Real Câmara e Inspetor da Vacina, expondo a necessidade de transferência dos doentes aglomerados em um quarto da Santa Casa de Misericórdia para evitar a proliferação da epidemia de bexigas

Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio de Janeiro)  
Notação: IS4 42
Datas-limite: 1809-1838
Título do fundo: Série Saúde 
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública, vacinas
Ementa: carta remetida ao conde de Anadia, ministro e secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, por Theodoro Ferreira de Aguiar, Cirurgião-Mor da Real Câmara e Inspetor da Vacina, expondo a necessidade de transferência dos doentes aglomerados em um quarto da Santa Casa de Misericórdia para evitar a proliferação da epidemia de bexigas. Theodoro de Aguiar destaca que no local havia pacientes contagiados por diversas enfermidades, inclusive crianças, e recomenda a acomodação dos doentes em um local mais arejado. Sugere a utilização de seis casas pertencentes ao Recolhimento de Órfãos. 
Data do documento: 19 de agosto de 1809
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 2 
 
Conjunto documental: Cartas do Vice-rei, conde de Galvêas, ao governador do Rio de Janeiro, Matias Coelho de Sousa
Notação: códice 79
Datas-limite: 1738-1749
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: epidemias
Ementa: carta do vice-rei, conde de Galvêas, na qual agradece ao governador do Rio de Janeiro, Mathias Coelho de Souza, pelo degredo de vários presos para Angola, já que a cadeia local estaria superlotada e, devido às más condições do ambiente e das doenças dos detentos, temia a ocorrência de alguma epidemia. 
Data do documento: 26 de abril de 1746
Local: Bahia
Folha(s): 160
 
 
Conjunto documental: Expediente
Notação: IS41
Datas-limite: 1803-1818
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: proposta de criação de uma Visita de Saúde, estabelecimento encarregado de inspecionar todas as embarcações que entrassem no porto do Rio de Janeiro a fim de evitar a ocorrência de epidemias. O plano apresentado pelo procurador-geral da Real Junta de Comércio, Agostinho da Silva Hofman, ao príncipe regente, contém onze artigos nos quais regulamenta a inspeção às embarcações, determinando as atribuições da Visita de Saúde, estabelecendo seus funcionários, além de estipular as respectivas remunerações.
Data do documento: dezembro de 1809
Local: -
Folhas: 11
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9 23
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Santa Casa da Misericórdia (Bahia)
Ementa: ofício enviado ao conde dos Arcos, governador da Bahia, pelo conde de Aguiar, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino que, entre outros assuntos, menciona uma representação da Mesa da Santa Casa da Misericórdia da Bahia para que os senhorios e donos das embarcações que partissem dos portos brasileiros para outros domínios portugueses e das nações aliadas pagassem seiscentos e quarenta reis por tripulante, quantia a ser revertida ao Hospital de São Cristóvão.
Data do documento: 14 de fevereiro de 1812
Local: Bahia
Folha(s): 86
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9 23
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde do Reino do Brasil
Ementa: ofício encaminhando a representação de José Antônio da Costa Ferreira, delegado do físico-mor do reino, no qual pede licença para revistar a entrada de remédios e drogas nas alfândegas. Documento enviado pelo governador interino da Bahia ao ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, d. Fernando José de Portugal. 
Data do documento: 17 de setembro de 1809
Local: Bahia
Folha(s): 35v.
 
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província 
Notação: IJJ923
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior 
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde do Reino do Brasil
Ementa: cópia da carta remetida pelo conde de Aguiar, d. Fernando José de Portugal, ao juiz de fora da província da Bahia relatando e pedindo providências para a grave situação dos seus habitantes em relação ao atendimento médico. Relata que de nove médicos só restaram seis, para o que contribuiu a suspensão do exercício de medicina dos cirurgiões José Álvares Barata e Manoel Estrela, expedida pelo delegado do físico-mor do reino. As licenças teriam sido cassadas, por terem sido expedidas pela extinta Junta do Proto Medicato, e não terem sido renovadas.
Data do documento: 8 de março de 1811
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 66 e 66v
 
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ923
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior  
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde do Reino do Brasil  
Ementa: cópia da carta enviada pelo presidente do Real Erário, conde de Aguiar, ao arcebispo e aos governadores interinos da capitania da Bahia, sobre o requerimento do governador do Rio Grande do Norte, José Francisco de Paula Cavalcante Albuquerque, no qual solicita uma porção de vacina para conter a moléstia das bexigas no Rio Grande do Norte e demais províncias necessitadas do Nordeste, visto que a Bahia teve bons resultados com a inoculação da vacina. O requerimento é aceito e a vacina remetida.
Data do documento: 25 de outubro de 1809
Local: Palácio de Santa Cruz 
Folhas: 38 e 38v, ofício n° 179
 
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província 
Notação: IJJ9 23
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: moléstias
Ementa: ofício ao arcebispo e aos governadores interinos da Bahia comunicando o envio ao príncipe regente de um requerimento do Juiz de Fora do Crime e presidente da Câmara, José Boto Machado, em que propõe a criação de um cargo de Provedor da Saúde vitalício, com regimento próprio, e avisando que tal sugestão não seria acatada uma vez que por decreto de 28 de julho daquele ano teria sido criado o cargo de Provedor-Mor da Saúde da Corte e Estado do Brasil, a quem caberia junto aos seus delegados conservar a saúde pública. Assumiu o cargo Manoel Vieira da Silva, físico-mor do reino. 
Data do documento: 17 de setembro de 1809
Local: Palácio de Santa Cruz
Folhas: p.35v. e 36 - ofício nº 168.
 
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ923
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior 
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde do Reino do Brasil
Ementa: cópia da carta assinada pelo Presidente do Real Erário, conde de Aguiar, e pelo frei S. Frastino Fernandes de Castro Sobo enviada ao príncipe regente solicitando um lugar dentro da Alfândega destinado às visitas de inspeção de remédios a serem feitas pelos delegados do então físico-mor, Manoel Vieira da Silva.
Data do documento: 04 de setembro de 1809
Local: Rio de Janeiro 
Folhas: 34v.
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ923
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde
Ementa: carta enviada pelo conde de Aguiar, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, ao governador interino da capitania da Bahia solicitando um local mais adequado e materiais de trabalho de melhor qualidade para que o delegado do físico-mor proceda ao exame das boticas que chegam à alfândega.
Data do documento: 23 de junho de 1810
Local: Bahia
Folha(s): 48v.
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ923
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde
Ementa: ofício em que o ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, conde de Aguiar, ordena que seja dado todo o auxílio para que o delegado do físico-mor cumpra suas obrigações, e sempre que este for encarregado de examinar as boticas transportadas nas embarcações, que o intendente da marinha prepare uma diligência para acompanhá-lo e a sua comissão.
Data do documento: 23 de junho de 1810
Local: Bahia
Folha(s): 49
 
 
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ923
Datas-limite: 1808-1819
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde
Ementa: ofício enviado ao conde dos Arcos pelo conde de Aguiar, tratando de uma representação da Mesa da Santa Casa da Misericórdia para que os senhorios e donos das embarcações que saíssem dos portos brasileiros para outros domínios portugueses e para nações aliadas pagassem seiscentos e quarenta reis por tripulante como contribuição ao Hospital de São Cristóvão.
Data do documento: 14 de fevereiro de 1812
Local: Bahia
Folha(s): 86
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9322 
Datas-limite: 1810-1814
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: moléstias
Ementa: documento contendo a relação das despesas do Hospital de São Cristóvão dos Lázaros no ano de 1812, em que totaliza um gasto de seis contos cento e setenta e cinco mil trezentos e noventa e um réis. Assinado por Manoel Henrique de Carvalho, tenente coronel e inspetor.
Data do documento: 31 de dezembro 1812
Local: Bahia
Folha(s): 262
 
Conjunto documental: Capitania do Pará, Minas Gerais e Colônia do Sacramento
Notação: caixa 747, pct. 01
Datas-limite: 1764-1815
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: hospitais
Ementa: ofício enviado a d.Francisco de Souza Coutinho, sobre as prováveis propriedades medicinais de uma árvore no combate à hidropisia. Os testes para verificar a eficácia da planta no tratamento da doença já estariam em curso nos hospitais. Este recebe elogios ao trabalho do cirurgião-mor, além de pedir que o físico-mor fosse até o hospital para avaliar as práticas do cirurgião visando promover a prática da inoculação, considerada como única forma de prevenção contra as bexigas. 
Data do documento: 31 de julho de 1790
Local: -
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 01
Datas-limite: 1764-1815
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: Santas Casas da Misericórdia
Ementa: ofício enviado ao conde de Resende pelo inspetor do Hospital Militar, doutor Antonio da Rocha Barbosa, contendo a relação das dietas prescritas aos pacientes do hospital, além do número de funcionários empregados naquela instituição. 
Data do documento: 3 de setembro de 1806
Local: -
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Espírito Santo. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9356
Datas-limite: 1808-1820
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: cópia de carta enviada ao conde das Barcas e assinada pelo governador da capitania do Espírito Santo, Francisco Alberto Rubin, e pelo secretário Manoel dos Passos Ferreira requerendo um hospital para a vila de Vitória, solicitado por lavradores e negociantes da região. São oferecidos para tal propósito donativos, um prédio para abrigar o hospital, o serviço voluntário de um cirurgião-mor e os medicamentos de um boticário.
Data do documento: 4 de fevereiro de 1817
Local: Espírito Santo
Folhas: 208
 
Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 02
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9 
Argumento de pesquisa: hospitais
Ementa: carta endereçada ao vice-rei do Brasil, d. Fernando José de Portugal, pelo visconde de Anadia contendo a relação dos instrumentos cirúrgicos enviados ao Hospital Militar do Rio de Janeiro a bordo do navio “Voador”, vindo de Portugal.
Data do documento: 12 de janeiro de 1803
Local: Palácio de Queluz, Portugal 
Folha(s): -
 
 
Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 02
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9 
Argumento de pesquisa: hospitais
Ementa: relação discriminando o ordenado dos empregados do Hospital Real Militar referente ao mês de junho do ano de 1808, assinada por Francisco Xavier Souto Faria, escrivão do hospital.
Data do documento: junho de 1808
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -
 
 
Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 02
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9 
Argumento de pesquisa: hospitais
Ementa: ofício do administrador do Hospital Real Militar, capitão Antonio de Campos Banarol, no qual solicita que o boticário relacione todo o material necessário ao abastecimento da botica, a ser enviado no primeiro navio vindo de Lisboa. Solicita ainda a compra de galinhas com bilhetes assinados pelo escrivão do hospital, e que os vendedores levassem tais bilhetes à contadoria para reaverem suas importâncias.
Data do documento: 31 de dezembro de 1791
Local: Rio de Janeiro 
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Espírito Santo. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província 
Notação: IJJ9356
Datas-limite: 1808-1820
Título do fundo: Série Interior 
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: abaixo-assinado contendo oitenta e duas assinaturas de lavradores e negociantes da vila de Vitória, solicitando a instalação de um hospital na mesma vila. Os moradores da capitania do Espírito Santo contribuiriam para a instalação do hospital com a doação de uma casa e de remédios. Sugerem que alguns produtos comercializados na capitania, como carne seca, azeite de peixe e taboado sejam tributados e a renda dos impostos destinada ao sustento do hospital a exemplo do que ocorre na capitania da Bahia. Remetido pelo escrivão da ouvidoria, Manoel Pereira Porto, e enviado ao governador da capitania. 
Data do documento: 12 de novembro de 1817
Local: Espírito Santo
Folhas: p. 209 a 214  
 
Conjunto documental: Hospital dos Lázaros do Rio de Janeiro
Notação: caixa 759, pct. 01
Datas-limite: 1808-1828
Título do fundo: Hospital dos Lázaros
Código do fundo: 39
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: carta enviada pelo juiz conservador do Hospital dos Lázaros, Lucas Antonio Monteiro Barbosa, ao secretário de Estado dos Negócios do Brasil, marquês de Aguiar, com pedido de manumissão dos escravos João Damasceno e Maria Rosa, que cumprem as funções de barbeiros e sangradores, rejeitadas por profissionais livres, no mesmo hospital.
Data do documento: 12 de abril de 1815
Local: Rio de Janeiro 
Folhas: 3
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9318
Datas-limite: 1804-1811
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde
Ementa: ofício no qual o delegado do físico-mor do reino, José Antonio Costa Ferreira, enfatiza a importância da fiscalização das alfândegas e de todos os remédios e drogas que entram na cidade, ressaltando que houve falhas na gestão das alfândegas no governo anterior.
Data do documento: 26 de agosto 1809
Local: Bahia
Folha(s): 2º volume do ano de 1809, pág. 15
 
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9318
Datas-limite: 1804-1811
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde
Ementa: ofício encaminhado pelo Fr. José Arcebispo, Antônio Luiz Pereira da Cunha e João Baptista Vieira Godinho ao conde de Aguiar, d. Fernando José de Portugal, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino do Brasil, solicitando ao príncipe regente, d.João VI, que ordenasse ao provedor da Alfândega a reserva de um local destinado ao delegado do físico-mor do Reino, para o mesmo examinar as drogas e remédios transportados.
Data do documento: 20 de outubro de 1809
Local: Bahia
Folha(s): 2º volume do ano de 1809, pág. 87.
 
 
 
Conjunto documental: Autos de exames em embarcações estrangeiras
Notação: caixa 492, pct. 01
Datas-limite: 1795-1796
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: moléstias
Ementa: auto de exame da embarcação inglesa Hércules, a qual atracou no Rio de Janeiro, uma vez que doze dos seus vinte e dois tripulantes adquiriram escorbuto. Traz ainda a concessão enviada por Luis Pinto de Souza, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, ao conde de Resende, vice-rei do Brasil, de vinte dias para cuidarem dos doentes. 
Data do documento: 25 de junho de 1796
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -
 
 
Conjunto documental: Chancelaria-mor do Brasil. Registro de Leis, cartas e alvarás
Notação: códice 48, vol. 01
Datas-limite: 1808-1811
Título do fundo: Chancelaria-mor
Código do fundo: 0Q
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: alvará do ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, d. Fernando José de Portugal, com diversas medidas que visavam garantir a execução do regimento do físico-mor e de sua comissão, regulamentando também a jurisdição dos mesmos, evitando que outra justiça ou autoridade entrasse em choque com as decisões relacionadas à saúde pública. Caso os delegados da comissão excedessem o poder a eles destinado, caberia aos governadores o envio de representações ao rei, a quem competiria resolver possíveis impasses. Datado de 23 de novembro de 1808, no Palácio do Rio de Janeiro, sendo registrado no livro de Alvarás da Secretaria de Estado dos Negócios do Brasil, em 26 de novembro de 1808, por João Manoel Martins da Costa.
Data do documento: 23 de novembro de 1808
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 61 e 61v.
 
 
Conjunto documental: Chancelaria-mor do Brasil. Registro de Leis, cartas e alvarás
Notação: códice 48, vol. 01
Datas-limite: 1808-1811
Título do fundo: Chancelaria-mor
Código do fundo: 0Q
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: alvará com ordens para o regulamento das boticas e taxação de preços dos medicamentos, entre outras providências. O príncipe regente encarrega o doutor Manoel Vieira da Silva, físico-mor do reino, de garantir o cumprimento das obrigações fixadas no alvará.
Data do documento: 5 de novembro de 1808
Local: Rio de Janeiro
Folhas(s): 56v-57
 
Conjunto documental: Expediente
Notação: IS4 1
Datas-limite: 1803-1818
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: abaixo-assinado de vendeiros de molhados do Rio de Janeiro reclamando mais flexibilidade na inspeção a seus estabelecimentos e o fim da cobrança de impostos. Argumentam que a partir de 21 de agosto de 1809 quando foi estabelecido que o físico-mor do Reino, Manoel Vieira da Silva, seria responsável pelas inspeções e concessões de licenças às vendas que comercializassem alimentos, este passou arbitrariamente a cobrar taxas por estes procedimentos. Lembram que a criação de tributos é facultada ao rei. O documento contém cento e trinta e cinco assinaturas e os respectivos endereços dos comerciantes signatários. 
Data do documento: outubro de 1816
Local: Rio de Janeiro 
Folhas: 12
 
Conjunto documental: Expediente
Notação: IS4 1
Datas-limite: 1803-1818
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública 
Ementa: ofício de concessão de licença para a venda de molhados ao estabelecimento de João da Silveira, na rua da Ajuda. O documento redigido pelo escrivão Henrique Anastácio de Novaes Magalhães e assinado pelo físico-mor do Reino, Manoel Vieira da Silva, também menciona a mudança de órgão concessor de tais licenças
Data do documento: 29 de dezembro de 1810
Local: Rio de Janeiro
Folhas: doc. nº 3  
 
Conjunto documental: Expediente
Notação: IS4 1
Datas-limite: 1803-1818
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública 
Ementa: ofício de José Veríssimo Santos, escrivão do conselheiro físico-mor do Reino, certificando a licença concedida pelo Delegado de Medicina da capitania da Bahia, o doutor José Antonio da Costa Ferreira, em nome dos Deputados da Real Junta do Proto-medicato, para a venda de molhados. O documento cita também uma declaração do físico-mor do Reino, Manoel Vieira da Silva, legitimando a atividade do escrivão e comunicando que o descumprimento da licença, válida por um ano, pode levar a penas como prisão.
Data do documento: 20 de outubro de 1816
Local: Rio de Janeiro
Folhas: doc. nº 5
 
 
Conjunto documental: Expediente
Notação: IS41
Datas-limite: 1803-1818
Título do fundo: Série Saúde 
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: ofício de José Veríssimo dos Santos, escrivão do conselheiro físico-mor do Reino, no qual relata a insubordinação do comerciante José Francisco Cidade perante a proibição da comercialização de azeite em seu estabelecimento, na rua do Rosário. Na inspeção à venda, ocorrida em 10 de setembro de 1816, estavam presentes o Juiz Comissário do conselheiro físico-mor do Reino, professores-examinadores, meirinhos e o próprio escrivão. O vendeiro alegava ser militar e não reconhecer a legitimidade dos inspetores e do físico-mor, em represália foi multado em seis mil réis por vender produto avaliado como impróprio ao consumo humano e pela desobediência às autoridades. 
Data do documento: 20 de outubro de 1816
Local: Rio de Janeiro
Folhas: doc. nº 10 
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará)
Notação: IS451
Datas-limite: 1820-1848
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública, vacinas
Ementa: ofício no qual o presidente de província do Maranhão, Bernardo da Silveira Pinto, confirma ter recebido o aviso de Tomás Antônio de Villanova Portugal, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, para a instituição da vacina na capitania, mas que ainda não a colocara em prática devido às alterações no pus da vacina. Afirma colocar a vacina em experiência para depois disseminá-la por toda a capitania, e se compromete a informar os possíveis sucessos desta medida. Encaminha, ainda, a cópia do regulamento que estabelece a efetividade da inoculação da vacinação naquela província.
Data do documento: 5 de junho de 1820 
Local: São Luis, Maranhão
Folha(s): -

Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe)

Notação: IS452
Datas-limite: 1819-1849
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: ofício em que Theodoro Ferreira de Aguiar, cirugião-mor, faz apontamentos sobre o plano de vacinação proposto para a província de São Paulo. Embora o avalie como um bom plano, sugere que naquele momento o mesmo seja arquivado, e que sejam seguidas as suas orientações para a elaboração do regulamento da Instituição Vacínica da capitania.
Data do documento: 12 de fevereiro de 1820 
Local: -
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe)
Notação: IS452
Datas-limite: 1819-1849
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: ofício enviado pelo governador de São Paulo ao ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, Tomás Antônio de Villanova Portugal, contendo um mapa com 1270 nomes de pessoas vacinadas nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro de 1820, na cidade de São Paulo e nas vilas de Santos, Atibaia, Bragança, Parnaíba, Sorocaba, Itu e Porto Feliz. Ainda trata do pedido de simplificação do plano de vacinação a ser enviado às capitanias do Rio Grande do Sul e Minas Gerais, visando à formação de estabelecimentos responsáveis pela vacinação em tais capitanias.
Data do documento: 22 de março de 1820 
Local: São Paulo
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe)
Notação: IS452
Datas-limite: 1819-1849
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: ofício em que o cirurgião-mor, Theodoro Ferreira de Aguiar, afirma ao ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, Tomás Antônio de Villanova Portugal, ter examinado o plano de vacinação de São Paulo, aprovando-o para o estabelecimento e propagação da vacina naquela província como também nas de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul.
Data do documento: 20 de junho de 1820 
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe)
Notação: IS452
Datas-limite: 1819-1849
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: ofício enviado ao secretário de Estado dos Negócios do Reino, Tomás Antônio de Villanova Portugal, informando a relação de vacinados na província de São Paulo nos meses de março, abril e maio de 1820, totalizando 2.976 vacinados, que somados aos 1.383 vacinados no trimestre anterior contabilizavam um total de 4.359 pessoas vacinadas. Obs: Anexo ao documento há a relação nominal das pessoas vacinadas na província.
Data do documento: 11 de agosto de 1820 
Local: São Paulo
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe)
Notação: IS452
Datas-limite: 1819-1849
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: ofício do governador de São Paulo ao ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, Tomás Antônio de Villanova Portugal, enviando a relação de vacinados na capitania de São Paulo no trimestre referente aos meses de junho, julho e agosto, totalizando 2.238 vacinados.
Data do documento: 20 de setembro de 1820 
Local: São Paulo
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe)
Notação: IS452
Datas-limite: 1819-1849
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: documento encaminhado pelo governador de São Paulo ao secretário de Estados dos Negócios do Reino, Tomás Antônio de Villanova Portugal, apresentando o balanço do número de vacinados na capitania de São Paulo no último trimestre do ano de 1820, totalizando 10.819 pessoas. 
Data do documento: 31 de dezembro de 1820 
Local: São Paulo
Folha(s): -
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio de Janeiro)  
Notação: IS442
Datas-limite: 1809 -1838 
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública, vacinas
Ementa: carta remetida pelo conde de Aguiar, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino do Brasil, e assinada pelo conde de Anadia, ministro dos Negócios da Marinha e Ultramar, comunicando a concessão da mercê de inquiridor e contador da capitania da Bahia ao médico José Avelino Barboza em razão dos serviços prestados como vacinador, contribuindo para prevenção das bexigas naquela capitania. Ressalta que a mercê será concedida mediante a manutenção das atividades do médico como vacinador. 
Data do documento: 12 de julho de 1809
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 1
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio de Janeiro) 
Notação: IS442
Datas-limite: 1809-1838
Título do fundo: Série Saúde 
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública, vacinas 
Ementa: mapa das pessoas vacinadas durante o ano de 1820 na casa da Câmara do Rio de Janeiro, assinado pelo então inspetor da vacina, Theodoro Ferreira de Aguiar. O mapa subdivide os vacinados pela cor de pele e sexo. Encontra-se também o número de vacinados em Marchas da Vacina falsas ou verdadeiras. O mapa contém observações de sintomas indesejados causados nos vacinados. 
Data do documento: 1820
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 1
 
Conjunto documental: Polícia da Corte/ Livro de registro de tudo que pertence à Instituição da Vacina 
Notação: 368 v.1
Datas-limite: 1811-1823
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: 0E
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública, vacinas
Ementa: cópia de relato acerca da criação de um estabelecimento responsável pela propagação e conservação da vacina no Reino sob a supervisão da Intendência Geral da Polícia da Corte e do físico-mor do Reino, cabendo ao Real Erário arcar com as despesas desta instituição. Encarregava o ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, conde de Aguiar, de incumbir as pessoas responsáveis pela vacinação, que receberiam gratificações mensais pelo desempenho da tarefa. 
Data do documento: 4 de abril de 1811
Local: Rio de Janeiro 
Folhas: 1 
 
Conjunto documental: Polícia da Corte/ Livro de registro de tudo que pertence à Instituição da Vacina Notação: 368 v.1
Datas-limite: 1811-1823
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: ØE
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública     Ementa: cópia da carta rubricada pelo rei, d. João VI, e pelo presidente do Real Erário, Tomás Antônio Villanova Portugal, deliberando a quantia destinada a Theodoro Ferreira de Aguiar como gratificação por ser encarregado de inspecionar a vacina.  
Data do documento: 29 de janeiro de 1820
Local: Rio de Janeiro 
Folhas: 1         
 
Conjunto documental: Correspondência do vice-rei. Regimento para os governadores do Brasil Notação: caixa 744, pct. 01
Datas-limite: 1763-1807
Título do fundo: Vice-Reinado  Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública Ementa: carta enviada ao conde de Anadia pelo conde dos Arcos, vice-rei do Brasil, tratando da expansão da inoculação das bexigas nas capitanias brasileiras. Tendo em vista a instrução e facilitação da propagação da vacina seriam distribuídos aos governadores das capitanias folhetos explicativos sobre o método utilizado na vacinação.
Data do documento: 6 de dezembro de 1806
Local: Mafra, Lisboa
Folhas: 1                   
 
Conjunto documental: Correspondência do vice-rei. Regimento para os governadores do Brasil
Notação: caixa 744, pct.01
Datas-limite: 1763-1807
Título do fundo: Vice-Reinado    
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública   
Ementa: carta enviada pelo visconde de Anadia ao vice-rei, d. Fernando José de Portugal, na qual expõe a necessidade de se esclarecer nos domínios ultramarinos portugueses os métodos utilizados para inoculação das bexigas. Para tal, encaminha quarenta e cinco exemplares da Gazeta de Lisboa com informações sobre a vacinação para serem distribuídos.       
Data do documento: 22 de março de 1806
Local: Palácio de Vila Vieira
Folhas: doc.nº 111 
 
Conjunto documental: Correspondência do vice-rei. Regimento para os governadores do Brasil Notação: caixa 744, pct.01
Datas-limite: 1803-1818
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: suplemento extraordinário da Gazeta de Lisboa anexo à carta do visconde de Anadia. Relata os métodos de inoculação das bexigas e os sintomas apresentados pelos pacientes. O texto escrito pelo físico-mor, governador e capitão general da Índia, em 27 de abril de 1805, fora distribuído nos domínios ultramarinos portugueses para ampliar o conhecimento sobre a inoculação como prevenção à epidemia de bexigas.    Data do documento: 21 de março de 1806
Local: Lisboa
Folhas: 4  
 
Conjunto documental: Correspondência do vice-rei. Regimento para os governadores do Brasil Título do fundo: Vice-Reinado   
Notação: caixa 744, pct. 01 
Datas-limite: 1803-1818
 Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: carta remetida pelo visconde de Anadia, secretário de Estado da Marinha e Ultramar ao vice-rei do Brasil, d. Fernando José de Portugal, ordenando a difusão da inoculação de bexigas e relatando a entrega de uma circular encaminhada aos governadores dos domínios ultramarinos portugueses sobre a necessidade da prevenção das bexigas através da inoculação destas, principalmente em crianças negras e indígenas
Data do documento: 1 de outubro de 1802
Local: Palácio de Queluz
Folhas: doc. 223 
 
Conjunto documental: Expediente (Há transcrição deste documento)
 Notação: IS41
Datas-limite: 1803-1818
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: medicina  Ementa: edital da Real Junta do Proto-medicato assinado por Bruno Granete Curvo Semmedo, comunicando a determinação real de 23 de maio de 1800 sobre a obrigatoriedade de todos os cirurgiões empregados no serviço da Marinha obterem licença para exercer a medicina e a farmacêutica, após serem submetidos a exames pela mesma Junta que comprovem suas aptidões para o exercício dessas atividades. 
Data do documento: 16 de dezembro de 1803
Local: Lisboa
Folhas: 1 
 
Conjunto documental: Expediente (Há transcrição deste documento)
Notação: IS41
Datas-limite: 1803-1818
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde do Reino do Brasil  Ementa: Edital publicado pelo doutor Manoel Vieira da Silva, Provedor Mor da Saúde na Corte e Estados do Reino do Brasil, instituindo a obrigatoriedade de fiscalização de todo local que comercializasse bebidas e alimentos, alegando que o bom estado desses produtos é fundamental para a saúde dos povos. Incumbe seus comissionados e oficiais de inspecionar as casas e armazéns da Corte, descartar os produtos impróprios ao consumo e punir os infratores.  
Data do documento: 20 de setembro de 1816
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 1                 
  
Conjunto documental: Correspondência dos Governadores de Santa Catarina 
Notação: códice 106, v.15
Datas-limite: 1801-1802
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: Medicina 
Ementa: carta enviada por Joaquim Xavier Curado, governador da capitania de Santa Catarina, ao vice-rei do Brasil, d. Fernando José de Portugal, relatando a ida ao Rio de Janeiro do Capitão Alexandre José de Azeredo Leão Coutinho, governador da Fortaleza de Santa Cruz da Barra do Norte, para consultar professores sobre quais seriam os remédios necessários para conter as moléstias que atingiam a Ilha de Santa Catarina. 
Data do documento: 30 de abril de 1802
Local: Santa Catarina
Folhas: p.169
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9 318
Datas-limite: 1804-1811
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Medicina
Ementa: ofício em que Baltazar da Silva Lisboa, ferido em serviço, pede licença para ir à corte tratar de um tumor na parte superior do olho direito, já que na Bahia não havia professor-cirurgião em quem o suplicante confiasse. 
Data do documento: s.d.
Local: Bahia
Folha(s): 6 e 7
 
Conjunto documental: Correspondência dos Governadores de Santa Catarina
Notação: códice 106, v.15
Datas-limite: 1801-1802
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: hospitais 
Ementa: ofício enviado por Joaquim Xavier Curado, governador de Santa Catarina, ao vice-rei, d. Fernando José de Portugal, encaminhando uma representação dos cirurgiões-mores do Hospital Real na qual solicitam auxílio material para o mesmo hospital. Queixam-se da falta de roupas de camas e de remédios na botica do hospital para atender a grande quantidade de enfermos, que tem extinguido os remédios não só daquela botica, como também das boticas particulares da vila.  Insinuam que a falta de remédios esteja contribuindo para o elevado número de mortos.  Data do documento: 26 de novembro de 1801
Local: Santa Catarina
Folhas: 82 e 82v. 
 
Conjunto documental: Correspondência dos Governadores de Santa Catarina
Notação: códice 106, v.15
Datas-limite: 1801-1802
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: hospitais 
Ementa: carta enviada por Joaquim Xavier Curado, governador da capitania de Santa Catarina, ao vice-rei, d. Fernando José de Portugal, em agradecimento pelo recebimento de cem camas e de remédios necessários à botica do Real Hospital.           
Data do documento: 6 de julho de 1802
Local: Santa Catarina
Folhas: p.218 e 218v. 
 
Conjunto documental: Fisicatura-mor
Notação: caixa 470, pct. 01
Datas-limite: 1809-1828
Título do fundo: Fisicatura-mor
Código do fundo: 20
Argumento de pesquisa: Junta do Proto-Medicato
Ementa: concessão de licença para a venda de drogas simples e compostas ao negociante Inácio Ferreira Gomes com estabelecimento localizado na Vila de Macacu. Documento assinado pelo físico-mor Manoel Vieira da Silva.
Data do documento: abril de 1815
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 2
 
Conjunto documental: Fisicatura-mor 
Notação: caixa 480, pct. 03
Datas-limite: 1813-1828
Título do fundo: Fisicatura-mor 
Código do fundo: 20
Argumento de pesquisa: hospitais
Ementa: aprovação de Antonio Américo d’Urzedo da freguesia de Congonhas como cirurgião, tendo cumprido exames de sangria e cirurgia. Discípulo do professor da Ordem de Cristo, Antonio José Vieira de Carvalho, especialista em obstetrícia, entre outros saberes, no Hospital Real Militar do Rio de Janeiro.
Data do documento: 1817
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 18    
 
Conjunto documental: Fisicatura-mor
Notação: caixa 479, pct. 03
Datas-limite: 1809-1828
Título do fundo: Fisicatura-mor  Código do fundo: 20
Argumento de pesquisa: Medicina 
Ementa: cartas de prática cirúrgica e de sangria enviadas por José Antônio da Silva ao Conselheiro cirurgião-mor para obter o certificado de cirurgião.
Data do documento: 13 de outubro de 1815
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 28 
 
Conjunto documental: Ministério do Reino. Paraíba. Correspondência do presidente da província Notação: IJJ9216
Datas-limite: 1809-1821
Título do fundo: Série InteriorCódigo do fundo: AA
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: o tesoureiro José Peregrino Xavier de Carvalho e o procurador e escrivão da Santa Casa de Misericórdia da cidade de Nossa Senhora das Neves da Paraíba do Norte, na província da Paraíba, enviam carta ao rei reclamando sobre os maus procedimentos e imperícia do cirurgião-mor Bernardo Coelho da Costa.
Data do documento: 1815/1816
Local: Paraíba
Folhas: 89, 89v. e 90
 
Conjunto documental: Ministério do Reino. Paraíba. Correspondência do presidente da província Notação: IJJ9216
Datas-limite: 1809-1821
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: carta enviada ao marquês de Aguiar, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Brasil, reclamando das práticas arbitrárias do cirurgião-mor da província da Paraíba, Bernardo Coelho da Costa, vindo de Lisboa para praticar medicina em Hospitais Militares. 
Data do documento: 19 de dezembro de 1816
Local: Paraíba
Folhas: 86, 86,v.,87, 87v. e 88 
 
Conjunto documental: Hospital dos Lázaros do Rio de Janeiro (Há transcrição deste documento) 
Notação: caixa 759, pct. 01
Datas-limite: 1808-1828
Título do fundo: Hospital dos Lázaros
Código do fundo: 39
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: alvará remetido pelo Príncipe Regente e assinado pelo marquês de Aguiar, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Brasil, para restabelecer o bom funcionamento do Hospital dos Lázaros localizado no Campo de São Cristóvão, através do incentivo de arrecadação para garantir a manutenção deste hospital. O documento contém também sete artigos determinando como o hospital deveria ser gerido e fiscalizado.
Data do documento: 29 de março de 1815
Local: Rio de Janeiro 
Folhas: 4
 
Conjunto documental: Hospital dos Lázaros do Rio de Janeiro (Há transcrição deste documento) Notação: caixa 759, pct.01
Datas-limite: 1808-1828
Título do fundo: Hospital dos Lázaros
Código do fundo: 39
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública
Ementa: cópia da carta remetida por d. João V ao governador da capitania do Rio de Janeiro, Gomes Freire de Andrade, comunicando a necessidade da construção de um Lazareto na cidade, por conta do aumento do contágio de lepra. À Fazenda Real caberia conceder  trinta mil cruzados para a construção do edifício, e a gerência e sustento do hospital não seriam de responsabilidade da monarquia. 
Data do documento: 3 de fevereiro de 1741
Local: Lisboa
Folhas: 1
 
Conjunto documental: Expediente (Há transcrição deste documento)
Notação: IS442
Datas-limite: 1810-1828
Título do fundo: Série Saúde 
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa:
Ementa: alvará no qual o príncipe regente determina as funções e obrigações do físico-mor e cirurgião-mor, estabelecendo a manutenção das determinações jurídicas e ordens régias prévias ao Alvará, a estes conferidos. 
Data do documento: 23 de novembro de 1808
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 4 
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio de Janeiro)
Notação: IS442
Datas-limite: 1809-1838
Título do fundo: Série Saúde
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública, vacinas
Ementa: requerimento dos membros da Junta Vacínica ao rei de Portugal solicitando a nomeação do conselheiro cirurgião-mor do Império, Domingos Ribeiro dos G. Peixoto, ao cargo de diretor da instituição. Enfatizam no documento a necessidade da nomeação de um diretor para manutenção regular das Marchas Vacinadoras, cuja continuidade estaria ameaçada devido à ausência de alguém neste posto por mais de três anos.
Data do documento: `1811]
Local: Rio de Janeiro 
Folhas: 2
 
Conjunto documental: Instituto Vacínico (Rio de Janeiro)  
Notação: IS4 42
Datas-limite: 1809-1838
Título do fundo: Série Saúde 
Código do fundo: BF
Argumento de pesquisa: cidades, saúde pública, vacinas
Ementa: cópia do decreto que estabeleceu gratificações concedidas pelo príncipe regente ao inspetor Theodoro Ferreira de Aguiar e aos seus ajudantes em exercício por disseminarem a vacinação. O então conselheiro de Estado e presidente do Real Erário, conde de Aguiar, e o oficial da Secretaria da Polícia para a escrituração da Vacina, Bernardo Francisco Monteiro assinaram o documento. 
Data do documento: 4 de abril de 1811
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 1
 
Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província.
Notação: IJJ9 318
Datas-limite: 1804-1811
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: Provedoria-mor da Saúde
Ementa: ofício redigido por uma comissão da câmara do Senado da Bahia pedindo para que o provedor da saúde obedecesse a um regulamento e residisse na cidade onde exerce sua função, pois com isso o público teria grande vantagem. 
Data do documento: 17 de agosto de 1805
Local: Bahia
Folha(s): 2º volume do ano de 1809, pág. 52.
 
 
Conjunto documental: Hospital dos Lázaros do Rio de Janeiro
Notação: caixa 759, pct. 01
Datas-limite: 1808-1828
Título do fundo: Hospital dos Lázaros
Código do fundo: 39
Argumento de pesquisa: Hospital dos Lázaros (Rio de Janeiro)
Ementa: carta enviada ao príncipe regente, por Sebastião Luiz Tinoco da Silva, relatando o cumprimento pela Junta Administrativa da vontade real de transferir o Hospital dos Lázaros do Campo de São Cristóvão para a Ilha das Enxadas, sendo o Marechal João Manoel da Silva o responsável por executar tal transferência.
Data do documento: 4 de outubro de 1817
Local: Rio de Janeiro 
Folhas: 1
 
Conjunto documental: Cartas régias, provisões, alvarás e avisos
Notação: códice 952, vol. 45
Datas-limite: 1796 - 1796
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: hospitais
Ementa: cópia da carta régia de 21 de maio de 1802, em resposta à queixa do governador do Rio Grande de São Pedro, Paulo José da Silva Gama, da falta de médicos naquela capitania. O príncipe regente nomeia para físico-mor da capitania do Rio Grande de São Pedro, Pedro Manoel Ribeiro de Miranda com a obrigação de assistir a todos os doentes do Hospital Militar e estabelece o seu ordenado, no valor de 400mil réis anuais a serem pagos pela câmara daquela capitania.
Data do documento: 21 de maio de 1802
Local: Palácio de Queluz 
Folhas: 268
 
Conjunto documental: Cartas régias, provisões, alvarás e avisos
Notação: códice 952, vol. 45
Datas-limite: 1796 - 1796
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil  
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: hospitais
Ementa: cópia da carta régia de 21 de maio de 1802, em resposta à queixa do governador do Rio Grande de São Pedro, Paulo José da Silva Gama, da falta de cirurgiões naquela capitania. O príncipe regente nomeia para cirurgião-mor da capitania do Rio Grande de São Pedro, Antonio Bento Gomes com a obrigação de assistir a todos os doentes do Hospital Militar e estabelece o seu ordenado, no valor de 250mil réis anuais a serem pagos pela câmara daquela capitania.
Data do documento: 21 de maio de 1802
Local: Palácio de Queluz
Folhas: 269
 
Conjunto documental: Cartas régias, provisões, alvarás e avisos
Notação: códice 952, vol. 45
Datas-limite: 1796 - 1796
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: hospitais
Ementa: documento em que o príncipe regente ordena a d. Fernando José de Portugal, vice-rei do Brasil, que complete com recursos da Real Fazenda da capitania do Rio de Janeiro o ordenado do físico-mor e do cirurgião-mor da capitania de Rio Grande de São Pedro, caso a câmara local não disponha de recursos para pagá-los, de modo que “não experimentando falta de pagamento dos seus ordenados, se empreguem com todo desvelo no (...) Real Serviço e no do Público”.
Data do documento: 26 de julho de 1802
Local: Palácio de Queluz 
Folhas: 269

CHALHOUB, Sidney et al. (org.). Artes e oficíos de curar no Brasil: capítulos de história social. Campinas: Ed. Unicamp, 2003.

EDLER, Flavio Coelho. Boticas & pharmacias: uma história ilustrada da farmácia no Brasil, Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.

MARQUES, Vera Regina Beltrão. Natureza em boiões. Medicina e boticários no Brasil setecentista. Campinas: Ed. Unicamp, 1999.

PIMENTA, Tânia Salgado. Artes de curar: um estudo a partir dos documentos da Fisicatura-mor no Brasil no começo do século XIX. 153 f. Dissertação (Mestrado em História) IFCH - Unicamp, 1997.

SANTOS FILHO, Licurgo de Castro. História geral da medicina brasileira. São Paulo: Edusp/Hucitec, 1991.