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O "paraíso na terra" ou o Estado do Grão-Pará na segunda metade do século XVIII

 Fabiano Vilaça dos Santos
Doutor em História Social - USP
Professor da Universidade Candido Mendes 

No ano de 1756, veio a público pela Tipografia de Domingos Rodrigues, em Lisboa, um pequeno impresso intitulado Relaçam curioza do sítio do Grão-Pará, terras de Mato Grosso, bondade do clima e fertilidade daquelas terras, escrito por um "curioso experiente daquele país". Em suas oito páginas, propunha-se a esclarecer "a plebe" das inúmeras vantagens das vastas terras de "clima mais ardente pela vizinhança do sol", abundantes de árvores frutíferas, madeiras, animais e um sem-número de riquezas capazes de fazer o Oriente perder "o brasão de ser ele o que ministra à Europa o brilhante das pedras, o odorífero dos aromas que aqui, com menos trabalho, e sem atravessar aquele tormentoso Cabo", poderiam ser obtidos. Por esses e outros motivos, o Grão-Pará era apresentado como "um Paraíso na terra" [1].

Interessado, possivelmente, na obtenção de algum favor ou mercê - dada a expectativa da aceitação de suas impressões -, o autor do escrito transmitia uma visão idealizada do território que, àquela altura, fazia parte da jurisdição do Estado do Grão-Pará e Maranhão, criado em 1751. O autor da Relaçam curioza distanciou-se completamente dos principais problemas enfrentados pelos agentes da colonização, no desempenho da árdua tarefa de "recolonizar" o antigo Estado do Maranhão, transformado em Estado do Grão-Pará e Maranhão.

A inversão de posições das principais capitanias (o Pará passou a ser a "cabeça" do Estado) foi acompanhada da transferência de sede da nova unidade administrativa, dependente de Lisboa, da cidade de São Luís para a de Belém, e da posse de Francisco Xavier de Mendonça Furtado como governador e capitão-general. Iniciava-se, assim, uma fase de retomada da colonização amazônica que, ainda na década de 1750, evidenciaria alguns aspectos cruciais: a busca de afirmação da soberania portuguesa sobre a fronteira com os domínios da Espanha, França, Inglaterra e Holanda e o reforço da política econômica mercantilista.

Os planos metropolitanos consubstanciaram-se nas tentativas de demarcação dos limites entre os territórios portugueses e espanhóis, previstos no Tratado de Madri (13 de janeiro de 1750); nas leis de liberdade dos índios, de 6 e 7 de junho de 1755 (base do Diretório dos Índios, de 1757); e na fundação, no mesmo ano, da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. [2] Esses projetos e seus desdobramentos foram mais tarde referidos por Francisco Xavier de Mendonça Furtado como os meios empregados em sua administração "para ressuscitar aquele muito mais cadáver do que Estado". Em seus pedidos de remuneração de serviços, relacionou a dinamização do comércio em bases mercantilistas, por meio da criação da Companhia de Comércio; o povoamento da vasta região, com a criação de vilas no lugar das antigas missões religiosas; as leis de liberdade dos índios (1755); e a expulsão da Companhia de Jesus dos domínios portugueses (1759) como os feitos mais relevantes de seu governo. [3]

Considerando que, ao assumir o cargo em 1751, Mendonça Furtado deparou com um "cadáver" que procurou ressuscitar aplicando as diretrizes previstas em suas instruções e dando início, ao longo da década, à realização dos planos acima mencionados, é possível estabelecer que a visão do administrador colonial é diametralmente oposta à do autor da Relaçam curioza. Mas, se a metáfora do paraíso na terra e da vitória da vida sobre a morte determina um afastamento entre o discurso do "curioso" e o do colonizador, por outro lado, ambos estão amparados na ideia de que a valorização da região amazônica assentava no discurso de potencialidades. Esse é o sentido da nova fase da administração do Estado, inaugurada em 1751, assim como o das ações empreendidas para ressuscitar o "cadáver".

A visão do "curioso" das terras do Grão-Pará, no entanto, continuava afastada do que se passava naquele "país". Tomando-se o ano de 1754, quando a primeira expedição de demarcação do Tratado de Madri partiu de Belém, sob o comando de Mendonça Furtado, para encontrar os comissários espanhóis no arraial de Mariuá, e o ano de 1759, o da expulsão dos jesuítas do império português, como parâmetros de análise, não faltarão elementos para contrapor a visão do paraíso à realidade da colonização.

Para organizar a expedição demarcatória, Mendonça Furtado enfrentou inúmeros obstáculos, desde a falta de alimentos e canoas até a resistência dos religiosos no que diz respeito à cessão de índios para tripular as embarcações e secundar as tarefas cotidianas. Finalmente, conseguiu partir para Mariuá, em 2 de outubro de 1754. No ano seguinte, durante a quaresma, o bispo do Pará, d. Frei Miguel de Bulhões e Sousa, que governava interinamente o Estado, tomou conhecimento de uma conspiração urdida no Engenho do Itapecuru, às margens do Rio Acará, quando, a pretexto dos exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola, senhores de engenho, supostamente insuflados pelos jesuítas, intentaram uma "troca de soberania", prometendo facilitar a conquista do Grão-Pará pelos franceses, caso Luís XV mantivesse a escravidão indígena [4]. Embora as leis de liberdade ainda não estivessem publicadas, a intenção de extinguir o cativeiro dos nativos já era clara.

A reação negativa dos colonos ao que o próprio bispo do Pará classificou como o "remédio" para os males do Estado, tão aferrados que estavam à exploração do braço indígena, resvalou na proposta de criação de uma companhia monopolista de comércio que, entre outras atribuições, seria responsável pelo abastecimento das capitanias do Estado do Grão-Pará de escravos africanos. A discussão sobre as bases da companhia, envolvendo a questão dos comissários volantes e o controle fiscal da metrópole, além de outros aspectos (como os alegados direitos de exploração da mão de obra indígena por parte dos colonos), ultrapassa o objetivo desses breves apontamentos.

Finalmente, a publicação do Diretório dos Índios, em 1757, e a sua extensão para as demais partes da América portuguesa, no ano seguinte, deram sequência ao projeto colonizador de "civilizar" os nativos, alçando-os à condição de súditos de Sua Majestade. A este plano estava associada a fundação de vilas nos lugares das antigas aldeias missionárias, uma medida revestida, também, de caráter estratégico, visando ao povoamento e à defesa das fronteiras.[5]. A criação de vilas e de aldeias estava relacionada ainda ao conteúdo da lei de 7 de junho de 1755, consubstanciada no Diretório, que subtraiu aos religiosos o poder temporal sobre os índios mantendo-os, no entanto, sob a tutela espiritual dos padres. De certo modo, novos núcleos urbanos submetidos à administração secular surgiram antes do Diretório, como a vila de Borba, fundada em 1756.

Segundo a nova legislação indigenista, o poder temporal sobre os nativos livres da escravidão passaria a ser exercido por diretores seculares, nomeados pelos governadores das capitanias. Instruções complementares secundaram os dispositivos da legislação de 1757, estabelecendo a forma de cobrança dos dízimos, regulando o envio de canoas para a extração das drogas do sertão e estabelecendo os contornos da ação do tesoureiro e do procurador dos índios.[6] Ao menos uma dessas disposições pode ser exemplificada pelo ofício do governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, de 14 de janeiro de 1770. Juntamente com o ofício, Ataíde Teive remetia "as contas do tesoureiro geral dos índios, que se lhe tomaram pertencendo ao ano de 1768, e o mapa dos rendimentos das vilas, e lugares dos mesmos índios das capitanias do Pará e Rio Negro, para serem presentes à Sua Majestade".[7]

A década de 1750 encerrou-se com a nomeação de Manuel Bernardo de Melo e Castro para governador e capitão-general do Estado. Foi considerado "o verdadeiro sucessor" de Mendonça Furtado não só por ter assumido seu lugar, mas por ter dado prosseguimento à execução das bases da colonização do norte da América portuguesa, lançadas em 1751. Irmão mais velho de Martinho de Melo e Castro, Manuel Bernardo fez prosseguir a fundação de vilas e de aldeias, a repartição dos bens dos jesuítas, expulsos dos domínios lusitanos por decreto de 3 de setembro de 1759, e as obras da fortaleza e da vila de São José de Macapá, confinante com a Guiana Francesa. Esse estabelecimento não só ocupou boa parte das preocupações da administração do Estado do Grão-Pará desde o governo de Mendonça Furtado, como demandou grandes esforços para o seu povoamento, com índios e brancos vindos das ilhas atlânticas, o seu abastecimento e para viabilizar a experimentação de novas culturas.[8]

A vila de São José de Macapá atendia a razões geopolíticas, e não foi um empreendimento isolado. No governo de Fernando da Costa de Ataíde Teive foram planejados outros dois importantes núcleos urbanos complementares àquela fundação: Vila Viçosa da Madre de Deus e Nova Mazagão, estabelecidas graças ao povoamento de casais brancos, degredados e, no último caso, por colonos retirados da praça de mesmo nome, no norte da África, abandonada às pressas pelos portugueses em 1769. Levados inicialmente para Lisboa, partiram pouco tempo depois para o Grão-Pará. Aos mazaganistas foram fornecidos meios para o seu estabelecimento, assim como a Coroa procedeu com os povoadores de Vila Viçosa da Madre de Deus: ferramentas, sementes, animais, além de escravos.[9] Como informou Fernando da Costa de Ataíde Teive ao secretário de Estado dos Negócios do Reino, Sebastião José de Carvalho e Melo, em ofício de 29 de março de 1770, acerca da divisão de 194 negros trazidos de Bissau por uma corveta da Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão entre as famílias de Mazagão.[10]

A vila, no entanto, foi um projeto malogrado. Em razão das condições desfavoráveis do clima e do terreno, de que os colonos tanto se queixaram, a rainha deu-lhes permissão para evacuar a povoação em 1783. Era o tempo do governo de José de Nápoles Telo de Meneses (1780-1783), quando as conquistas do Norte viviam os efeitos de mudanças em sua estrutura administrativa (a criação, em 1772/74, dos Estados do Grão-Pará e Rio Negro e do Estado do Maranhão e Piauí) e outras ocorridas a partir do final da década: a assinatura do Tratado de Santo Ildefonso (1777) e a extinção da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão (1778), um assunto que convida a uma revisão historiográfica, sobretudo, a partir de uma análise dos diferentes pontos de vista sobre a viabilidade ou não do empreendimento, defendidos nos momentos finais da companhia de comércio. Nessa época, nos sertões amazônicos, correram quase em paralelo a "interminável" demarcação das fronteiras entre territórios portugueses e espanhóis, previstas em Santo Ildefonso, e a expedição do naturalista Alexandre Rodrigues Ferreira.

Na documentação sob a guarda do Arquivo Nacional, além de outros acervos, poderiam ser colhidos diversos exemplos capazes de ilustrar não só os trabalhos de fixação de limites, mas também as realizações da Viagem Filosófica de Alexandre Rodrigues Ferreira e os efeitos da extinção da Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. Este é um dos assuntos tratados no ofício de José de Nápoles Telo de Meneses a Martinho de Melo e Castro, secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos, de 23 de abril de 1781. Queixava-se o governador e capitão-general do "abandono" - artifício retórico frequentemente empregado pelos administradores coloniais para reforçar seus pleitos - em que se achava o Estado do Grão-Pará e Rio Negro diante da falta de correspondência com a Corte e do desamparo dos negociantes com o fim da companhia de comércio.[11]

As duas últimas décadas do século XVIII significaram, portanto, um momento de transformações importantes na colonização amazônica em diferentes aspectos: na economia, no conhecimento e no aproveitamento racional das potencialidades da região sob uma perspectiva ilustrada, ou ainda, na revisão do projeto civilizador que envolvia diretamente os nativos. Na última década do Setecentos, por exemplo, o governador e capitão-general Francisco Maurício de Sousa Coutinho, considerou o Diretório o maior responsável pela situação de escravidão em que, na prática, viviam os índios das conquistas do Norte e pela decadência das vilas e aldeias, o que levou à suspensão daquele corpo legislativo por decreto de 12 de maio de 1798.[12] A chegada de Francisco Maurício em 1790 trouxe, de fato, proposições significativas para o Estado do Grão-Pará, inclusive, quanto à sua estrutura política e administrativa. Esse é um dos aspectos que vêm sendo estudados e discutidos na tese de doutoramento desenvolvida por Nívia da Conceição Pombo, na Universidade Federal Fluminense.[13

[1]     Biblioteca Nacional de Portugal. Relaçam curioza do sítio do Grão-Pará, terras de Mato Grosso, bondade do clima e fertilidade daquelas terras. Escrita por hum curiozo experiente daquele Paiz. Lisboa: Na Officina de Domingos Rodrigues, 1756. 8 p.
[2]     Para uma apreciação desse projeto de "civilização" dos índios, ver, por exemplo, DOMINGUES, Ângela. Quando os índios eram vassalos: colonização e relações de poder no norte do Brasil na segunda metade do século XVIII. Lisboa: Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 2000.
[3]     Cf. SANTOS, Fabiano Vilaça dos. O governo das conquistas do Norte: trajetórias administrativas no Estado do Grão-Pará e Maranhão (1751-1780). São Paulo: Annablume, 2011. p. 49ss.
[4]     Cf. SANTOS, Fabiano Vilaça dos. Entre o Reformador e o Bem-Amado. Acervo: revista do Arquivo Nacional. Rio de Janeiro, vol. 23, n. 1, p. 31-44, jan./jun. 2010.
[5]    Sobre a fundação de vilas nas capitanias do Norte, no período pombalino, ver ARAÚJO, Renata Malcher de. As cidades da Amazônia no século XVIII: Belém, Macapá e Mazagão. Porto: Faup, 1998.
[6]     DOMINGUES, Ângela, op. cit., p. 153-154.
[7]     Arquivo Nacional (doravante AN). Fundo Negócios de Portugal. Códice 99, vol. 02, fls. 152-153.
[8]     SANTOS, Fabiano Vilaça dos. O governo..., p. 103-107.
[9]     Idem.
[10]    AN. Fundo Negócios de Portugal. Códice 99, vol. 02, fl. 168.
[11]    AN. Fundo Negócios de Portugal. Códice 99, vol. 03, fls. 40-40v.
[12]    DOMINGUES, Ângela, op. cit., p. 332-335.
[13]    A pesquisa de Nívia da Conceição Pombo, desenvolvida no âmbito do PPGH em História Social da UFF, sob a orientação do Prof. Dr. Luciano Figueiredo, tem como objeto as trajetórias de governadores coloniais de diferentes capitanias da América portuguesa, nomeados no tempo em que D. Rodrigo de Sousa Coutinho ocupava a secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos.

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará

Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta régia de d. José I para João Pereira Caldas, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, ordenando que funcionários sejam nomeados para os cargos da Junta da Administração e Arrecadação da Real Fazenda. Relata as medidas administrativas que devem ser tomadas e exige maior clareza nos dados da arrecadação e pontualidade na entrega das rendas.
Data do documento: 6 de julho de 1771
Local: Lisboa
Folha(s): 1-3v

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta do rei d. José I sobre a arrematação dos bens dos jesuítas. José Antônio de Oliveira Machado, juiz da Inconfidência, manda avaliá-los para serem comprados pelas juntas da Fazenda e remetidos ao Real Erário sendo aplicados em benefício do aumento da fé.
Data do documento: 28 de agosto de 1771
Local: Lisboa
Folha(s): 4v

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, primeiro ministro de Portugal, na qual passa instruções sobre o funcionamento da Junta da Administração e Arrecadação da Real Fazenda. Estabelece as obrigações e os horários do escriturário contador e do escrivão.
Data do documento: 17 de julho de 1771
Local: Lisboa
Folha(s): 5-6v

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, à Junta da Fazenda Real do Estado do Grão-Pará, na qual suspende obras de luxo e ordena que continuem as necessárias para a segurança do Estado. Recomenda que as obras sejam "suaves" aos trabalhadores, para que não atrapalhem "as culturas da terra" e o comércio.
Data do documento: 18 de julho de 1771
Local: s.l.
Folha(s): 6v-7v

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, à Junta da Fazenda Real do Estado do Grão-Pará, na qual ordena que o dinheiro provincial seja remetido para o pagamento das despesas do Estado, autoriza o saque de letras, e ainda manda suspender as obras de luxo. Como a moeda provincial possui menor peso que a moeda corrente no reino, permite a conversão do câmbio, tendo a Junta a função de exercer a administração da Companhia Geral, recebendo 10% do valor da conversão.
Data do documento: 26 de agosto de 1771
Local: Lisboa
Folha(s): 7v-8v

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, à Junta da Fazenda Real do Estado do Grão-Pará, mandando que a mesma se apodere do dinheiro da capitania do Piauí, além da arrecadação das fazendas dos jesuítas, e tudo o que for produzido por elas anualmente, fazendo o registro das entradas com clareza.
Data do documento: 10 de setembro de 1771
Local: s.l.
Folha(s): 8v-9

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, para a Junta da Fazenda Real do Estado do Grão-Pará, informando a falta das contas do ano de 1767 e a ausência de datas em vários rendimentos. A junta é ordenada a realizar o balanço de 1767 para incluir as despesas que não estavam concluídas.
Data do documento: 19 de setembro de 1772
Local: Lisboa
Folha(s): 16-20

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, para a Junta da Fazenda Real do Estado do Grão-Pará, ordenando a criação um catálogo com todos os alvarás, cartas régias, provisões e quaisquer outras ordens que sejam expedidas aos governadores ou à extinta provedoria de acordo com a ordem de 12 de setembro de 1770.
Data do documento: 12 de julho de 1773
Local: Lisboa
Folha(s): 31v-32

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: bando de João Pereira Caldas, governador e capitão-general do Grão-Pará, determinando que todas as canoas que vierem do sertão transportando as drogas da região deverão apresentar as guias que comprovam a quantidade e a qualidade dos gêneros exportados ao intendente dos armazéns reais na fortaleza de Gurupa. E só poderão descarregar os produtos das canoas após a ordem do intendente.
Data do documento: 3 de junho de 1774
Local: Belém
Folha(s): 46v-47

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: bando de João Pereira de Caldas, capitão-general do Grão-Pará, determinando que nos dias indicados, todas as companhias devem se reunir na praça do Palácio às sete horas da manhã, fardados e armados. Aqueles que não estiverem presentes terão uma pena de um mês na cadeia pública e uma multa de seis mil réis.
Data do documento: 1 de dezembro de 1774
Local: s.l.
Folha(s): 50-50v

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: ordem de João Pereira Caldas, capitão-general do Grão-Pará, que determina na semana na qual se celebra a paixão de Cristo, as casas onde se vende aguardente fechem do meio dia até o sábado de aleluia. Quem descumprir a determinação será recolhido à cadeia pública por um mês e pagará seis mil réis de despesas de hospital. A ordem foi afixada nas praças e vias públicas.
Data do documento: 12 de abril de 1775
Local: Belém
Folha(s): 50v-51

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: manifesto de João Pereira Caldas, capitão-general do Grão-Pará, determinando que todo aquele que se alistar não será obrigado a servir mais que oito anos podendo o prazo ser estendido até vinte e quatro anos.
Data do documento: 1 de dezembro de 1775
Local: Belém
Folha(s): 54v-56

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de Sebastião José de Carvalho Melo, marquês de Pombal, ordenando que seja usado o ferro de peso que foi enviado para que se tome como padrão de cunhagem, pois as barras de ouro feitas na casa de fundição das capitanias do Mato Grosso têm um peso diferente da moeda da corte causando prejuízo ao comércio.
Data do documento: 19 de abril de 1775
Local: Lisboa
Folha(s): 65-65v

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, para a Junta da Real Fazenda do Grão-Pará, pedindo que sejam compradas madeiras de boa qualidade para portas, janelas e assoalhos. Essa madeira seria enviada para a nova obra do Paço Real de Lisboa, sendo transportada por navios mercantes.
Data do documento: 28 de novembro de 1775
Local: Lisboa
Folha(s): 77v-78

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: ofício de d. Pedro José de Noronha Camões de Albuquerque Muniz e Sousa, marquês de Angeja, ministro assistente ao despacho de gabinete, presidente do Erário Régio, revogando as ordens de compra de madeira para a nova obra do Real Paço de Lisboa, que haviam sido expedidas em 28 de novembro de 1775 e 9 de outubro de 1776. A encomenda das madeiras seria realizada pela "estação" competente quando necessária.
Data do documento: 25 de abril de 1777
Local: Lisboa
Folha(s): 83-83v

Conjunto documental: Registro de cartas régias, provisões, alvarás, ordens régias, decretos e atos relativos ao Grão-Pará
Notação: códice 101, vol. 01
Datas-limite: 1769-1798
Título do fundo: Junta da Real Fazenda da capitania do Pará
Código do fundo: 4A
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: bando de José de Nápoles Telo de Menezes, governador do Grão-Pará e Rio Negro, proibindo a presença de índios nas casas, fazendas ou roçados, a não ser que tenha sido autorizado por uma portaria que determine o tempo e a forma do empréstimo. Para aqueles que não cumprirem, haveria punição de acordo com as penas dos bandos de 12 de fevereiro de 1774 e de 1764 que reforçam a gravidade do crime.
Data do documento: 30 de junho de 1770
Local: Belém
Folha(s): 115-116

Conjunto documental: Cópia de cartas do Governador do Pará, João Pereira Caldas a Luís de Albuquerque de Melo Pereira Cáceres
Notação: códice 100
Datas-limite: 1771-1779
Título do fundo: Secretaria de governo da capitania do Pará
Código do fundo: 89
Argumento de pesquisa: Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão
Ementa: cópias das quatro instruções enviadas de Lisboa à Companhia Geral do Comércio do Estado do Grão-Pará mandadas a João Pereira Caldas, governador do Estado do Grão-Pará, e encaminhadas para Luís de Albuquerque de Melo Pereira Cáceres, governador e capitão-general do Mato Grosso. As instruções estabelecem: os moldes do comércio com os domínios espanhóis, que será o mesmo usado pelos jesuítas, sendo o escoamento das mercadorias feito pelo porto do Pará; a construção de feitorias para consolidar o comércio da Companhia Geral com a capitania de Mato Grosso; a regulamentação do comércio entre as fazendas fronteiriças e as terras hispânicas; e a implementação do trabalho de escravos negros nas lavouras.
Data do documento: 1 de setembro de 1772
Local: Lisboa
Folha(s): 15-19

Conjunto documental: Cópia de cartas do Governador do Pará, João Pereira Caldas a Luís de Albuquerque de Melo Pereira Cáceres
Notação: códice 100
Datas-limite: 1771-1779
Título do fundo: Secretaria de governo da capitania do Pará
Código do fundo: 89
Argumento de pesquisa: Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão
Ementa: carta de João Pereira Caldas, capitão-general do Grão-Pará, para Luís de Albuquerque de Melo Pereira Cáceres, capitão-general do Mato Grosso, pedindo que o ouro destinado ao pagamento dos índios empregados no Serviço Real e no comércio seja remetido da Tesouraria Geral direto para as povoações, dessa maneira evitando que os indígenas sejam enganados por comerciantes e troquem seus pagamentos por aguardente, evitando o retorno da embriaguez.
Data do documento: 15 de maio de 1775
Local: Pará
Folha(s): 42v-43

Conjunto documental: Cópia de cartas do Governador do Pará, João Pereira Caldas a Luís de Albuquerque de Melo Pereira Cáceres
Notação: códice 100
Datas-limite: 1771-1779
Título do fundo: Secretaria de governo da capitania do Pará
Código do fundo: 89
Argumento de pesquisa: Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão
Ementa: correspondência de João Pereira Caldas, capitão-general do Grão-Pará, a Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, governador do Mato Grosso, remetendo cópia da carta do chanceler da Relação do Rio de Janeiro, que informava sobre a tomada da ilha de Santa Catarina pelos espanhóis e o receio da invasão da capitania do Mato Grosso. João Pereira Caldas se compromete a enviar tropas para reforçar o regimento desta capitania, ressaltando a dificuldade em que se encontra devido o baixo número de efetivo. Ainda dá a notícia que no dia 24 de fevereiro daquele ano o rei d. José I faleceu.
Data do documento: 26 de julho de 1777
Local: Pará
Folha(s): 51v-54

Conjunto documental: Cópia de cartas do Governador do Pará, João Pereira Caldas a Luís de Albuquerque de Melo Pereira Cáceres
Notação: códice 100
Datas-limite: 1771-1779
Título do fundo: Secretaria de governo da capitania do Pará
Código do fundo: 89
Argumento de pesquisa: Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão
Ementa: carta de João Pereira Caldas, governador do Grão-Pará a Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, governador do Mato Grosso, encaminhando o ofício recebido no dia primeiro de agosto enviado pelo primeiro ministro Martinho de Melo e Castro no qual a rainha suspende as determinações do "secretíssimo" plano de comércio, ordenando que se retorne aos termos anteriores, até que posteriormente se decida a permanência ou retirada.
Data do documento: 18 de agosto de 1777
Local: Lisboa
Folha(s): 55-55v

Conjunto documental: Cópia de cartas do Governador do Pará, João Pereira Caldas a Luís de Albuquerque de Melo Pereira Cáceres
Notação: códice 100
Datas-limite: 1771-1779
Título do fundo: Secretaria de governo da capitania do Pará
Código do fundo: 89
Argumento de pesquisa: Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão
Ementa: carta de Martinho de Melo e Castro, secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, para João Pereira Caldas, governador e capitão-general do Grão-Pará, e remetida a Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, governador e capitão-general do Mato Grosso, recomendando que aumente a vigilância da capitania, que pode ser atacada pelos franceses no norte e pelos espanhóis pelo mar. Envia uma relação dos novos armamentos remetidos à Infantaria do Pará, e aconselha que, com o armamento antigo da infantaria, se armem os Corpos Auxiliares. Envia ainda 300 barris com o total de 600 arrobas de pólvora.
Data do documento: 3 de junho de 1777
Local: Lisboa
Folha(s): 57v-58

Conjunto documental: Cópia de cartas do Governador do Pará, João Pereira Caldas a Luís de Albuquerque de Melo Pereira Cáceres
Notação: códice 100
Datas-limite: 1771-1779
Título do fundo: Secretaria de governo da capitania do Pará
Código do fundo: 89
Argumento de pesquisa: Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão
Ementa: carta de João Pereira Caldas, governador e capitão-general do Grão-Pará, a Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, governador e capitão-general do Mato Grosso, informando o recebimento de um bando que restaurou a liberdade de comércio.
Data do documento: 7 de abril de 1778
Local: Pará
Folha(s): 63v-64v

Conjunto documental: Ministério dos Estrangeiros e da Guerra, Pessoal - patentes de militares
Notação: 5H-336
Datas-limite: 1759-1898
Título do fundo: Diversos GIFI
Código do fundo: OI
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: carta de Gaspar João Geraldo de Gronfeldt, sargento-mor de Infantaria, engenheiro e comandante do Forte da Barra da cidade de Belém, para o rei, pedindo mercê para Inácio Pires Pereira, da Companhia de Granadeiros, pelo bom serviço prestado durante o período em que houve risco de invasão estrangeira.
Data do documento: 26 de agosto de 1766
Local: Belém
Folha(s): -

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: caixa 715, pct. 01
Datas-limite: 1762-1808
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: carta de Fernando da Costa de Ataíde Teive Sousa Coutinho, governador do Estado do Grão-Pará e Maranhão, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, relatando o recebimento de uma carta do governador do Macapá, Marcos José Monteiro de Carvalho, pedindo perdão pela fuga dos negros da colônia. A carta foi entregue por uma diligência de oficiais, entre eles franceses que haviam sido remetidos à Corte no ano anterior, com o propósito de reconduzir os negros fugidos. Anexas à carta estão as cópias da carta do governador do Macapá, em francês, e a resposta do governador do Grão-Pará.
Data do documento: 22 de outubro de 1767
Local: Pará
Folha(s): pacotilha 3, doc. 50

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 01
Datas-limite: 1764-1855
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: mapa geral do rendimento do comércio dos índios, em 62 localidades do Pará, no qual são discriminados os produtos comercializados pelas vilas, tais como: cacau, cravo fino, tainhas secas, cravo grosso, salsa parrilha, peixe boi, peixe seco, estopa do mato, breu, tabaco, óleo de carnaúba, manteiga, castanhas, azeite de andiroba, arroz, farinhas, algodão em ramas, telhas e tartarugas, entre outros, totalizando 26.850,133 réis.
Data do documento: `1764]
Local: `Pará]
Folha(s): -

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 03
Datas-limite: 1781-1781
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: carta de José de Nápoles Telo de Menezes, governador do Estado do Grão-Pará e Rio Negro, para Martinho de Melo e Castro, secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, relatando que há quatro meses não recebe notícias da Corte e nem gêneros da Europa. Informa que os negociantes estão desamparados com a extinção da Companhia Geral de Comércio, alegando que os produtos estragarão devido ao clima e com a chegada de uma nova colheita além do envio da embarcação Mauapá com os produtos do Estado para Lisboa.
Data do documento: 23 de abril de 1781
Local: Pará
Folha(s): 40-40v

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 03
Datas-limite: 1781-1781
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do
Ementa: mapa enviado por José de Nápoles Telo de Menezes, governador do Estado do Grão-Pará e Rio Negro, para Martinho de Melo e Castro, secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos. O mapa contém os gêneros que estão a bordo do navio Macapá, tais como arroz, cacau, café, cravo fino, cravo grosso, algodão, mel, farinha, tapioca, polvilho, couro em cabelo e pranchas, totalizando 40.900,755 réis.
Data do documento: s.d.
Local: Pará
Folha(s): 110

Conjunto documental: Catálogo cronológico de avisos, provisões, cartas régias e alvarás que existem na Secretaria de Estado do Reino de Angola
Notação: códice 543
Datas-limite: 1600-1882
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: registro da provisão para a introdução de moedas de ouro, prata e cobre de mesmo valor das moedas do Estado do Brasil no Estado do Maranhão.
Data do documento: 15 de setembro de 1748
Local: s.l.
Folha(s): 165v

Conjunto documental: Catálogo cronológico de avisos, provisões, cartas régias e alvarás que existem na Secretaria de Estado do Reino de Angola
Notação: códice 543
Datas-limite: 1600-1882
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: registro do aviso que determina que metade dos rendimentos do reino de Angola e da capitania de Benguela seja enviada em forma de escravos para o Pará.
Data do documento: 26 de abril de 1798
Local: s.l.
Folha(s): 263

Conjunto documental: Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: códice 807, vol. 06
Datas-limite: 1721-1881
Título do fundo: Diversos Códices - SDH
Código do fundo: NP
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: relato do tenente General Francisco de Paula Magese Tavares de Carvalho, governador e capitão general da capitania do Mato Grosso, da nova rota de ligação entre esta e a do Pará, feita através do rio Paraná Tingá. Essa descoberta se deu pela necessidade de promover o comércio entre as duas províncias, principalmente da salsa e do cacau do Pará, tentando-se evitar "inconvenientes". Descreve a viagem por esse rio, alertando que devido à existência de diversas ilhas foi preciso abrir canais para passagem, relata a presença de cachoeiras, que podiam servir para descarregar as cargas, e a margem do rio era própria para cultura.
Data do documento: 8 de abril de 1820
Local: Cuiabá
Folha(s): 100-121

Conjunto documental: Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: códice 807, vol. 06
Datas-limite: 1721-1881
Título do fundo: Diversos Códices - SDH
Código do fundo: NP
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: registro do roteiro da viagem e revista na capitania de Caeté, mandado executar pelo capitão-general Martinho de Souza e Albuquerque. Este foi feito para ajudar aos moradores e "animar as lavouras", facilitando a exportação dos gêneros produzidos.
Data do documento: 1786
Local: s.l.
Folha(s): 142

Conjunto documental: Ministério do Reino
Notação: caixa 622, pct. 02
Datas-limite: 1779-1821
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: mapa do rendimento dos dízimos do pescado de vários lugares feito pelo administrador destes, José Dinis. Entre as localidades está Belém, tendo noventa e cinco contos, seiscentos e dez réis em abril de 1802 e cento e quatro contos oitocentos e vinte réis em abril de 1803.
Data do documento: s.d.
Local: s.l.
Folha(s): 2

Conjunto documental: Ministério do Reino
Notação: caixa 622, pct. 02
Datas-limite: 1779-1821
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: mapa dos gêneros e navios que deram entrada na Casa da Índia entre janeiro e julho de 1803. O Maranhão enviou 18.404 sacas de algodão, 42 sacas e 39 pés de café, e o Pará enviou 1.566 sacas de algodão, 18.478 sacas de cacau, 273 sacas e 149 pés de café, 151 pães de cera, 3 caixotes de anil, 1.719 parreiras de cravo, 1.389 parreiras de salsa, 36 parreiras de urucum, 49 barris de óleo e 58 sacas de borracha.
Data do documento: `1803]
Local: s.l.
Folha(s): 3

Conjunto documental: Ministério do Reino
Notação: caixa 622, pct. 02
Datas-limite: 1779-1821
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: mapa do algodão enviado para a Casa da Índia, entre janeiro e junho de 1803. O Maranhão enviou o total de 16.278 sacas e o Pará 1.529.
Data do documento: `1803]
Local: s.l.
Folha(s): 4

Conjunto documental: Ministério do Reino
Notação: caixa 622, pct. 03
Datas-limite: 1779-1821
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: plano para o estabelecimento dos correios marítimos, baseado no plano de d. Rodrigo de Souza Coutinho, estabelecendo quinze embarcações, que no início de cada mês teriam que ir do porto de Lisboa para, entre outros, o porto do Pará e do Maranhão, levando as cartas em malas reguladas pelo capitão. E para isso, dever-se-ia construir nesses portos uma casa de correio com um administrador, um oficial e um cofre, e fazer arrecadações dos arreios. O preço de cada carta seria de cento e vinte réis para o peso de dez oitavas, e passando disso, aumentaria trinta réis por oitava a mais.
Data do documento: s.d.
Local: s.l.
Folha(s): 18-20

Conjunto documental: Correspondência de diversas autoridades com os vice-reis
Notação: caixa 485, pct. 03
Datas-limite: 1760-1808
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: ofício do reverendo capelão Manuel Bispo do Pará sobre a deliberação de d. Rodrigo de Souza Coutinho para a execução dos bens do reverendo Antônio Ferreira Ribeiro e sobre o aviso que recebeu do rei, concedendo setenta aspirantes para a capitania. Estes últimos, só poderão ficar por um período de três anos, o que gera o inconveniente de se ter apenas um pároco para duas ou três paróquias.
Data do documento: 8 de maio de 1797
Local: Pará
Folha(s): -

Conjunto documental: Correspondência de diversas autoridades com os vice-reis
Notação: caixa 485, pct. 03
Datas-limite: 1760-1808
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: ofício do procurador da Real Coroa e Fazenda Antônio Damasceno da Fonseca sobre a súplica do reverendo Antônio Ferreira Ribeiro ao processo criminal contra ele. Considera que o suplicante foi o único executado, difamado e preso no convento de Santo Antônio por ser ouvidor da Catedral do Pará e por praticar o concubinato, estando este último, já proscrito, tendo ainda que pagar as contas do hospital do Senhor Bom Jesus da Caridade. Com isso, pensa que o prelado não deveria prender o suplicante, visto também, que os eclesiásticos devem ter uma correção moderada.
Data do documento: 13 de julho de 1797
Local: Pará
Folha(s): -

Conjunto documental: Correspondência de diversas autoridades com os vice-reis
Notação: caixa 485, pct. 03
Datas-limite: 1760-1808
Título do fundo: Vice-Reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: mapa das igrejas do bispado do Pará, contendo as da capitania do Pará, da capitania do Rio Negro e de Minas de Felix. Estão arroladas as que estão vagas, amovíveis e coladas, e suas côngruas, que são de quarenta, sessenta ou oitenta contos.
Data do documento: s.d.
Local: Pará
Folha(s): -

Conjunto documental: Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: códice 807, vol. 11
Datas-limite: 1768-1822
Título do fundo: Diversos códices - SDH
Código de fundo: NP
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: minuta da rainha Maria I para d. Francisco de Souza Coutinho, governador do Estado do Pará, respondendo sobre os bens que foram dos religiosos das Mercês. Ordena que os disponha em benefício da Real Fazenda, vendendo-os, ou colocando-os para a criação de cavalos, ou para o estabelecimento da fábrica de manteiga.
Data do documento: 12 de maio de 1798
Local: Lisboa
Folha(s): 12-12v

Conjunto documental: Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: códice 807, vol. 11
Datas-limite: 1768-1822
Título do fundo: Diversos códices - SDH
Código de fundo: NP
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: minuta da rainha d. Maria I para o governador d. Francisco de Souza Coutinho sobre o plano da nova rota de navegação entre o Pará e o Mato Grosso. Aponta que o comércio deve continuar sendo feito pelo caminho anterior, o rio Madeira, pois é vantajoso ao comércio que se estabeleçam povoações ou aldeias nas cachoeiras. Estas devem ser formadas por homens brancos e escravos, considerando que estes últimos deveriam ser preferidos para o trabalho ao invés dos índios, e por isso dever-se-ia intensificar a importação de escravos de Angola e de Benguela.
Data do documento: 12 de maio de 1798
Local: Lisboa
Folha(s): 14-22v

Conjunto documental: Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: códice 807, vol. 11
Datas-limite: 1768-1822
Título do fundo: Diversos códices - SDH
Código de fundo: NP
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: minuta da rainha d. Maria I a d. João Amorim Pereira, governador do Piauí, sobre a comunicação para o comércio entre a capitania do Piauí e a do Pará. Ordena que o governador auxilie o do Pará para que a comunicação se torne regular, considerando a navegação em todos os rios e novos caminhos por terra.
Data do documento: 12 de maio de 1798
Local: Lisboa
Folha(s): 37-37v

Conjunto documental: Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: códice 807, vol. 11
Datas-limite: 1768-1822
Título do fundo: Diversos códices - SDH
Código de fundo: NP
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: minuta da rainha d. Maria I a Tristão da Cunha de Meneses, capitão-general da capitania de Goiás sobre a comunicação que o rio Tocantins e demais rios da região proporciona a todas as capitanias que os circundam. Por ser vantajosa, ordena que se obedeçam as orientações do governador e capitão-general do Pará, pois este é o responsável por tornar a comunicação regular e intensificar o comércio.
Data do documento: 12 de maio de 1798
Local: Lisboa
Folha(s): 39-40

Conjunto documental: Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: códice 807, vol. 11
Datas-limite: 1768-1822
Título do fundo: Diversos códices - SDH
Código de fundo: NP
Argumento de pesquisa: Pará, capitania do (1750-1780)
Ementa: minuta da rainha d. Maria I a d. Francisco de Souza Coutinho, governador e capitão-general do Pará, sobre a necessidade de se estabelecer a comunicação e o comércio entre a capitania do Pará e a de Goiás através do rio Tocantins. Ordena que o governador se encarregue da comunicação, tornando-a regular, pois aumentará o comércio entre as duas capitanias.
Data do documento: 12 de maio de 1798
Local: Lisboa
Folha(s): 41-42

Conjunto documental: Correspondência dos governadores do Rio de Janeiro com diversas autoridades
Notação: códice 84, vol. 12
Datas-limite: 1749-1763
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: Maranhão, capitania do
Ementa: correspondência de Gomes Freire de Andrada, conde de Bobadela, governador e capitão-general do Rio de Janeiro, destinada ao vice-rei do Estado do Brasil, d. Luis Pedro Peregrino de Carvalho de Meneses e Ataíde. Entre outros assuntos, informa que recebeu uma carta do capitão-general de Goiás, d. Marcos José de Noronha e Brito, datada de 2 de abril, informando que mais de 60 mil pessoas morreram no Pará devido ao sarampo, sendo que os índios das missões foram os mais atingidos, deixando-as quase "destituídas" e alertando que o contágio se alastrava, no Maranhão passava de 700 o número de mortos, a ponto de o governador, o bispo e religiosos terem deixado a cidade.
Data do documento: 7 de junho de 1750
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 56v-58

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 02
Datas-limite: 1768-1771
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Maranhão, capitania do
Ementa: carta do capitão-general da capitania do Pará, Fernando da Costa de Ataíde Teive, informando a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Estado do Grão-Pará e Maranhão, que a provedoria de Mato Grosso encontra-se em dívida na administração da Companhia Geral do Comércio do Pará, pois gêneros que foram pedidos desta capitania não foram remetidos em diferentes ocasiões.
Data do documento: 29 de junho de 1768
Local: Pará
Folha(s): 11

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 02
Datas-limite: 1768-1771
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Maranhão, capitania do
Ementa: correspondência do governador da capitania do Pará, Fernando da Costa de Ataíde Teive, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Estado do Grão-Pará e Maranhão, na qual reclama que os remédios para os hospitais de Vila Vistosa, Rio Negro e Macapá são mal fornecidos, apesar do Conselho Ultramarino mandar remeter as drogas ou medicamentos competentes todos os anos.
Data do documento: 30 de junho de 1768
Local: Pará
Folha(s): 26

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 02
Datas-limite: 1768-1771
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Maranhão, capitania do
Ementa: carta de Fernando da Costa de Ataíde Teive, governador da capitania do Pará, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, informando que lhe remete o livro no qual foi lançado o termo da remessa do ouro que vai para a Casa da Moeda da Corte no Pará, já que a este compete a arrecadação e pede que se informe ao rei.
Data do documento: 25 de maio de 1769
Local: Pará
Folha(s): 103

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 02
Datas-limite: 1768-1771
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Maranhão, capitania do
Ementa: correspondência do capitão-general da capitania do Pará, Fernando da Costa de Ataíde Teive, na qual informa a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Estado do Grão-Pará e Maranhão, que o padre José Carneiro de Moraes e seu irmão Hilário Carneiro foram soltos da prisão.
Data do documento: 18 de junho de 1769
Local: Pará
Folha(s): 107

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 02
Datas-limite: 1768-1771
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Maranhão, capitania do
Ementa: correspondência de Fernando da Costa de Ataíde Teive, governador da capitania do Pará, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Estado do Grão-Pará e Maranhão, na qual remete as contas do tesoureiro geral dos índios referentes ao ano de 1768. No mapa constam as localidades das capitanias do Pará e Rio Negro, e o rendimento de produtos como cacau, salsaparrilha, peixe boi, tainhas secas, potes de manteiga, tartarugas, carne de porco do mato, potes de peixe frito, tijolos e telhas, no valor total de 34.258 871, para serem apresentadas à rainha.
Data do documento: 14 de janeiro de 1770
Local: Pará
Folha(s): 152-153

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 02
Datas-limite: 1768-1771
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Maranhão, capitania do
Ementa: carta do governador da capitania do Pará, Fernando da Costa de Ataíde Teive, para Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras, futuro marquês de Pombal, informando que a corveta São Pedro Gonçalves da Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, transportou 194 escravos que recebera do porto de Bissau, que foram divididos pelas famílias da cidade de Mazagão.
Data do documento: 29 de março de 1770
Local: Pará
Folha(s): 168

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 09
Datas-limite: 1788-1788
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: São Luís do Maranhão, cidade
Ementa: carta de Martinho de Souza e Albuquerque, capitão-general da capitania do Pará, para Martinho de Mello e Castro, ministro da Marinha e dos Negócios Ultramarinos, informando que o ouro transportado do Pará para o reino será transportado pelo capitão da corveta Nossa Senhora das Neves Bom Conceito.
Data do documento: 21 de janeiro de 1788
Local: Pará
Folha(s): 18

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 09
Datas-limite: 1788-1788
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: São Luís do Maranhão, cidade
Ementa: carta do governador da capitania do Pará, Martinho de Souza e Albuquerque, para Martinho de Melo e Castro, ministro da Marinha e dos Negócios Ultramarinos, informando que a remessa de arroz foi conduzida para a Ucharia Real pelo capitão da galera Nossa Senhora do Carmo.
Data do documento: 7 de maio de 1788
Local: Pará
Folha(s): 63

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 09
Datas-limite: 1788-1788
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: São Luís do Maranhão, cidade
Ementa: mapa enviado pelo governador e capitão-general da capitania do Pará, Martinho de Souza e Albuquerque, para Martinho de Melo e Castro, ministro da Marinha e dos Negócios Ultramarinos, referente à carga e ao valor dos gêneros como cacau, café, algodão, sebo, mel e castanhas, a serem transportados do porto da cidade do Pará para o de Lisboa pela galera Nossa Senhora do Carmo, que partirá em 7 de maio de 1788.
Data do documento: 7 de maio de 1788
Local: Pará
Folha(s): 64-65

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 09
Datas-limite: 1788-1788
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: São Luís do Maranhão, cidade
Ementa: carta de Martinho de Souza e Albuquerque, governador e capitão-general da capitania do Pará, para Martinho de Melo e Castro, ministro da Marinha e dos Negócios Ultramarinos, informando que anexa a esta carta se encontra o recibo de cem achas de lenha, remetidas pela corveta Nossa Senhora das Neves e Bom Conceito a cargo do capitão José Gonçalves Beiris.
Data do documento: 31 de outubro de 1788
Local: Pará
Folha(s): 145

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 09
Datas-limite: 1788-1788
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: São Luís do Maranhão, cidade
Ementa: carta de Martinho de Souza e Albuquerque, governador e capitão-general da capitania do Pará, para Martinho de Melo e Castro, ministro da Marinha e dos Negócios Ultramarinos, informando que o tesoureiro geral das Rendas Reais do Estado, Bento Álvares Silva faleceu, e ele nomeou em seu lugar Ambrósio Henriques, pois, entre os concorrentes, era o que melhor preenchia as condições recomendadas na Real Carta.
Data do documento: 27 de novembro de 1788
Local: Pará
Folha(s): 154

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