Cláudio Lachini . Vasco – Memórias de um precursor da globalização. São Paulo: Editora Barcarolla, 2009.
Custeada pelo Instituto de Ação Social e Cultural Sincades e com apoio da Secretaria d
e Estado da Cultura (Secult), esta publicação vem antecipar as comemorações da colonização do solo do estado do Espírito Santo. A obra é um relato ficcional que toma como narrador e personagem central a figura histórica do fidalgo e militar português Vasco Fernandes Coutinho, um dos primeiros donatários daquela capitania hereditária. Aportou no Brasil no dia 23 de maio de 1535 na pequena praia de Piratininga e por ter caído num domingo de Pentecostes batizou a terra da qual veio a tomar posse de Espírito Santo. Com ele chegaram mais 60 degredados, ex-prisioneiros que, a seu pedido, o rei dom João III libertou da prisão do Limoeiro, em Lisboa. A obra biografa o momento em que Vasco Coutinho no leito da morte, aos 73 anos de idade, no ano de 1561, devaneia em reflexões acerca de sua trajetória de vida plena de júbilos e também de fracassos. São memórias que o jornalista capixaba Cláudio Lachini revela neste livro como forma de assimilar como se processou a colonização portuguesa em terras brasileiras e entender a razão pela qual este personagem histórico pode ser considerado, segundo o autor, um precursor da globalização.
Vasco Fernandes Coutinho, uma história de luta e fracasso
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Custeada pelo Instituto de Ação Social e Cultural Sincades e com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult),...
