Carlos Eduardo Barata e Claudia Braga Gaspar. De Engenho a Jardim: Memórias Históricas do Jardim Botânico. Rio de Janeiro: ed. Capivara, 2008.
Foi no mesmo ano em que a família real portuguesa desembarcou no Brasil que Dom João VI publicou o Decreto criando o Jardim de Aclimação. O espaço teria como principal
função preservar algumas especiarias vindas das Índias, como canela e noz-moscada. Entretanto, o nome só durou até outubro de 1808, quando o local passou a se chamar Real Horto. Com a proclamação da Independência do Brasil, em 1922 foi rebatizado, como Real Jardim Botânico e aberto, então, à visitação pública. A obra comemora os 200 anos do parque hoje com cerca de 8.000 espécies. Ilustrado com gravuras de Rugendas, August Stahl e Marc Ferrez, o livro reconstitui a história do antigo Horto Real e do bairro que se desenvolveu à sua volta.
