Hélder Garmes (org.). Oriente, engenho e arte. São Paulo: Alameda, 2004.
A partir do século XV, com o fluxo de navegadores portugueses percorrendo a rota marítima entre a Europa e as “Índias”, uma variante da língua portuguesa alcançou o status de língua comercial em toda a costa africana, chegando até o Oriente. Além do comércio, os portugueses promoveram, com o auxílio das ordens jesuíta, franciscana e dominicana, a difusão do cristianismo. Este contexto permitiu que a língua portuguesa tivesse uma importância no Oriente mais destacada do que a que possui hoje. Os ensaios examinam língua e literatura em Goa, Timor e Macau, permitindo uma análise da constituição de identidades oriunda da experiência colonial.
