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Renata Klautau Malcher de Araújo

Uma vez que a palavra cidade tem origem no latim civitate é possível dizer-se que, ao menos no campo linguístico, a cidade surge em Portugal com a colonização romana. Tal é em boa parte verdade, embora, evidentemente, o território que viria a ser Portugal tenha tido longa ocupação anterior. Identificam-se as matrizes da ocupação castreja no norte ou os contatos com outros colonizadores (gregos, fenícios) na área do mediterrâneo. No entanto, no conjunto do povoamento pré-romano não terão havido elementos unificadores que pudessem definir a estrutura de cidades. Assim, a romanização é o primeiro dado da efetiva "urbanização" do território, o primeiro "nivelamento da diversidade"[1], que é feito não apenas pela instituição dos núcleos urbanos, mas pela efetiva organização física e social do território.

Neste sentido, é importante notar que o termo civitate que vai dar origem à palavra cidade designava originalmente em latim não propriamente o espaço físico delimitado onde a população se instalava mas dizia respeito ao conjunto da ocupação territorial de uma determinada área. A civitate era assim toda uma região que envolvia não só o núcleo urbano, mas a área rural dele dependente, onde se distribuía a comunidade e onde eventualmente podiam haver outras povoações menores. Progressivamente a mesma palavra civitate foi então sendo associada ao centro urbano em si da região em causa, o oppidum mais populoso e onde se concentravam as infra-estruturas físicas e, sobretudo, onde se situava a sede do poder administrativo. Os dois significados terão permanecido em paralelo até que prevalecesse o sentido do centro urbano em detrimento da área territorial.

De certo modo tal evolução linguística corresponde ao próprio processo histórico de urbanização da península durante a romanização. Como indica Alarcão, esse processo dá-se tanto pela apropriação de alguns "lugares centrais" já existentes, como pela criação de outros, estabelecendo ali os pólos urbanos onde se vai implantar a rede de infra-estruturas que caracterizam a colonização romana[2]. A cidade surge assim como o principal agente de hierarquização estrutural do território, ao mesmo tempo em que também é a base física da estruturação social, política e cultural que a romanização impunha. Todos estes aspectos originários ficaram marcados na carga semântica da palavra cidade sendo ainda hoje evidentes. Por um lado, e respeitando em parte o sentido inicial do vocábulo latino, ressalta-se a idéia da cidade como uma instância hierarquicamente superior na organização do território. Foi por esta via que se seguiu a identificação das cidades como os núcleos urbanos com sede episcopal, noção que perdurou a partir da Idade Média e que se prolongou por todo o Antigo Regime.

É também essa a noção que permanece, sobretudo em Portugal, da cidade como um título de classificação dos núcleos urbanos de maior dimensão ou importância, que tem papel privilegiado nos contextos regionais e que aparecem numa categoria "superior" aos outros núcleos identificados pelos títulos de vila, povoação ou aldeia. Por outro lado, e ainda evocando o processo de evolução do termo latino, a cidade surge claramente identificada como o lugar de instalação do poder, o espaço onde este se concentra e de onde emana, o centro administrativo. E essa é possivelmente uma das mais significativas relações que o termo estabelece pois a idéia de cidade na cultura portuguesa está profundamente vincada por esta relação com a sede do poder, o que será especialmente sensível no processo de Expansão, como veremos.

Na sequência da desintegração do império romano as cidades fundadas na península entraram naturalmente em ruptura, registrando-se casos tanto de abandono de certos núcleos como de hiper-concentração noutros. No entanto, a gradual mas completa penetração do cristianismo, a partir do séc. II, voltará de certo modo a repor um padrão de romanização. Embora em termos físicos a apropriação cristã dos espaços urbanos tenha sido diferente da dos romanos, perdendo-se em vários casos a regularidade da matriz romana, no que diz respeito à organização territorial o modelo do império continuava de pé. E é por esta via que se irá estabilizar ao longo da baixa Idade Média a noção de cidade como o núcleo urbano onde está situada a sede do bispado. A ocupação muçulmana de parte do território português (séc. VIII-XI) irá, por sua vez, também marcar uma outra faceta da apropriação dos antigos núcleos romanos. De uma maneira geral estes serão as suas principais bases de instalação, aos quais irão no entanto desenvolver de acordo com a sua cultura, que embora com valores formais diferentes não deixava de ser marcadamente urbana.

Desde a Reconquista Cristã, que dá efetivamente início a Portugal como nação, e ao longo de toda a primeira dinastia (séc. XII-XIV) o conceito vigente de cidade terá sido quase que exclusivamente o de núcleo urbano que abrigava uma sede episcopal, no que se dava seguimento à tradição cristã. Embora as cidades (apenas 9 durante este período), coincidissem de fato com os maiores centros do país, aparentemente esta classificação não implicava numa desconsideração dos outros núcleos urbanos. Várias vilas integravam as cortes do reino incluindo-se entre elas alguns núcleos de grande importância econômica e populacional, como era o caso de Santarém. Os títulos quer de cidade, quer de vila, eram concedidos por carta de foral e apenas ao rei, em última instância, cabia tal prerrogativa (embora em determinadas circunstâncias o rei pudesse conceder a outrem o direito de criar vilas, como foi o caso das ordens militares no reino e como seria o caso dos capitães-donatários nas ilhas atlânticas e no Brasil).

A concessão de cartas de foral foi, na verdade, o principal instrumento da "construção" do território português. Os forais eram a base legal do município, o meio para estabelecer institucionalmente as cidades, e eram usados tanto no caso dos povoados previamente existentes que eram conquistados para o reino, como no caso da fundação de novos. É especialmente importante notar que a instituição de uma "cidade" ou "vila" não implicava necessariamente a criação física de um núcleo (uma vez que este podia já existir) mas tratava-se da imposição de uma instituição jurídica que integrava aquele espaço no reino. Assim, tal como na colonização romana, a criação da cidade é vista como um instrumento de expansão e controle do território. Note-se no entanto, que aqui não se tratava de submeter uma região ao conjunto do Império, como era no contexto romano, mas de conquistar independência e autonomia. De todos os modos, em ambos os casos, as cidades foram utilizadas para marcar as áreas de domínio: no primeiro momento para expandir os tentáculos do Império, no segundo, para "desenhar" as fronteiras do novo reino.

Este mesmo procedimento, em vários aspectos, repetir-se-á no contexto da Expansão, onde as cidades serão usadas como instrumento de conquista e estruturação dos territórios conquistados e também como agentes colonizadores em si pretendendo através delas impor novos modelos culturais. A gestão da concessão de cartas de foral por parte do rei representa também uma base profunda da urbanização portuguesa, desde que ela pode ser assim chamada. O Estado (o rei) é historicamente em Portugal um "urbanizador" e gestor da urbanização. Durante a primeira dinastia, e em especial nos reinados de D. Afonso III (1245-1279) e D. Dinis (1279-1325), foram instituídos, com as respectivas cartas de foral, a maior parte dos municípios até hoje existentes. São evidentes as diferenças no tipo de ação e distribuição dos municípios dependendo da região. No centro e sul (Alentejo e Algarve), de uma maneira geral, os novos municípios sobrepunham-se aos núcleos preexistentes que estavam sob domínio muçulmano, mantendo uma ocupação do território que em linhas gerais remontava já ao período romano, que valorizava as áreas centrais da península e os portos do sul. No norte (Minho e Trás-os-Montes), há um investimento crucial na criação de novos municípios, que pretendiam garantir a ocupação destas zonas despovoadas assim como marcar os limites com os reinos vizinhos de Espanha. O mesmo procedimento é tomado ao longo de toda a fronteira oriental, com o estabelecimento de uma série de vilas e castelos que literalmente desenham o território e fazem com que Portugal seja, dentre os países europeus, um dos que mais cedo definiu os seus limites. Estabelecida a fronteira interior o procedimento urbanizador seguinte é a progressiva ocupação das áreas do litoral, onde também se faz notar a ação régia, com a criação, durante os séculos XIII e XIV, de uma série de póvoas marítimas.

Em vários casos a criação dos novos núcleos implicou não apenas o estabelecimento do seu órgão de funcionamento jurídico, a câmara, como também o seu desenho formal no terreno. Nessas circunstâncias seguiram-se padrões morfológicos regulares, similares aos utilizados em outros países europeus no mesmo período, como é o caso das "bastides" francesas. Tratavam-se, no fundo, de operações de colonização interna incentivando o povoamento de determinadas áreas. Na conjuntura francesa era evidente o imperativo da defesa e as novas povoações caracterizavam-se pela existência quase sempre de muralhas e pelo processo regularizado de desenho das ruas e de distribuição de lotes. No caso português nem sempre existem as defesas externas, mas o processo de distribuição de lotes é similar (na sua maioria profundos e estreitos) e as ruas desenham-se de forma regular.

Quando, com a tomada de Ceuta em 1415, tem início o processo de Expansão, o quadro urbano do território português está estabilizado. As novas povoações vão-se fazer, sobretudo no ultramar. Grosso modo, mantinham-se as linhas mestras de ocupação definidas durante a primeira dinastia com uma maior concentração de núcleos urbanos no centro e sul e o despontar dos núcleos do litoral. Lisboa era naturalmente a maior cidade do país, seguida pelo Porto, Évora e Coimbra. Em termos formais é impossível estabelecer um padrão comum que abarque todos os núcleos urbanos, mas a maioria é, com vimos, produto de um longo passado que remonta aos romanos, passando pelos muçulmanos e pela retomada cristã. Este processo espelha-se não apenas na forma urbana, mas também na própria estrutura social das cidades onde convivem os dados que formaram a cultura portuguesa.

Na altura do descobrimento do Brasil, apesar de algum crescimento demográfico, as cidades e vilas principais eram ainda bastante pequenas em termos populacionais. Apenas 33 aglomerações urbanas tinham mais de 500 fogos (2000 a 2500 habitantes)[3]. Lisboa era a única que escapava a este quadro, concentrando, em 1527, cerca de 60.000 habitantes, num processo que teria contínuo crescimento, incrementado naturalmente pelo seu papel de capital do Império.

Dois momentos são especialmente marcantes na evolução urbana de Lisboa: o período manuelino e a reconstrução pombalina da cidade após o terremoto de 1755. Durante o reinado de D. Manuel I (1498-1521) Lisboa assiste a uma série de intervenções que moderniza o seu tecido urbano. Alargam-se algumas ruas e abrem-se novos eixos, estabilizam-se em termos formais as duas grandes praças da cidade, o Rossio e o Terreiro do Paço e, especialmente nesta última, voltada para o Tejo, são criados os grandes equipamentos urbanos a partir de onde se fazia a gestão do Império (a Ribeira das Naus, o Paço, a Alfândega). O sismo de 1755 viria atingir Lisboa com especial violência, abalando, sobretudo a sua zona central, a baixa. A reconstrução da capital é gerida politicamente pelo marquês de Pombal e executada pelos engenheiros militares do reino, tendo a frente Manuel da Maia, Eugênio dos Santos e Carlos Mardel. Trata-se de um dos mais importantes processos de desenho urbano do século XVIII que fez surgir dos escombros da cidade soterrada uma nova Lisboa. Com malha urbana regular e edifícios submetidos a uma rigorosa simetria, o projeto da reconstrução alia os dados da modernidade com a tradição procurando manter no desenho da cidade reconstruída os principais elementos da cidade destruída, em especial as duas grandes praças.

Além dos valores em si do projeto, não se pode deixar de considerar os elos que a reconstrução de Lisboa estabelece com o urbanismo da Expansão. As várias vilas e cidades fundadas por todo o império, e, sobretudo no Brasil, foram o fundamento da prática de uma verdadeira escola de arquitetura e urbanismo de que os engenheiros pombalinos eram os herdeiros e continuadores.É esta Lisboa, ainda em obras de reconstrução, que é o cenário da maioria dos documentos que se referem às cidades em Portugal que se encontram no Arquivo Nacional[4]. Escritos entre 1801 e 1819, os documentos, na maior parte dos casos, espelham a complicada conjuntura da capital durante os anos de ausência da corte. As principais preocupações dizem respeito, naturalmente, às questões de ordem pública. Viveram-se neste período as sucessivas ocupações francesas e a capital era palco de importantes disputas políticas entre os partidários da presença estrangeira e os que lhes resistiam. Percebe-se um clima de denúncia constante. Vários documentos se referem diretamente a estas questões ressaltando-se neste caso a importância cada vez maior dos meios de divulgação (a imprensa, os panfletos, etc.).

Mas por trás e para, além disso, a vivência urbana, a indiscutível herança, desde sempre apontada como traço de união entre a metrópole a colônia, é também visível nos documentos. Um interessante conjunto trata de questões relacionadas com a higiene urbana e com a iluminação pública que apontam para a continuidade dos cuidados da câmara na gestão do espaço urbano e que remetem para o quadro maior das preocupações higiênicas que viria marcar o urbanismo do século XIX. É especialmente significativo notar que estas mesmas preocupações também estão presentes na gestão do Rio de Janeiro, então convertido em capital do Império. 

[1] Cf. Walter Rossa. A Cidade Portuguesa, in "História da Arte Portuguesa" (dir. Paulo Pereira), vol. III. Lisboa : Círculo de Leitores, 1995.
[2]Cf. ALARCÃO, Jorge - A cidade Romana em Portugal. A formação de "lugares centrais" em Portugal: da Idade do Ferro à Romanização, In "Cidades e História", Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 1992. 
[3] Orlando Ribeiro. Cidade, in "Dicionário da História de Portugal", vol. II. Porto : Livraria Figueirinhas, 1992, pp. 60-65.
[4] No conjunto documental da Secretaria de Estado do Ministério do Reino, reunidos em coleção intitulada "Negócios de Portugal" (código de fundo 59), encontram-se cerca de 27 documentos que tem "cidades (Portugal)" como argumento de pesquisa.

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino

Notação: Caixa 651, pct 01
Datas-limite:1803-1814
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: edital escrito por João José Mascarenhas de Azevedo e Silva dirigido aos habitantes de Alentejo, onde se enaltece o povo de Beja que resistiu à ocupação francesa. O documento contém ainda relatos de batalhas e passagens sobre as relações entre Portugal, Espanha e Inglaterra.
Data do Documento: 5 de julho de 1808
Local: Mértola
Folha (s): -

Conjunto documental: Secretaria do Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 651, pct 01
Datas-limite: 1803-1814
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: relatório do armamento da força que foi mandada em socorro do Porto, contendo minuciosa descrição dos combates havidos. O documento escrito por Antônio Marcellino de Victoria relata a deserção de mais de 600 homens, em decorrência dos boatos sobre a legitimidade de seu oficial. Diz ter sofrido insultos por parte da população e acredita que os autores de tais calúnias tenham sido os franceses, tentando fazer as autoridades lusitanas caírem em descrédito.
Data do Documento : 3 de Abril de 1809
Local: Coimbra
Folha (s): 1 e 1v

Conjunto documental: Ministério do Reino
Notação: Caixa 626, pacote 04
Datas-limite: 1816-1817
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, iluminação pública (Portugal)
Ementa: ofício assinado por Ricardo Raimundo Nogueira, por Alexandre Ferreira Castelo e pelo marquês de Borba ao Conselho da Fazenda. Trata do requerimento de Gervásio Portazio da Costa, inspetor dos faróis da barra de Lisboa queixando-se do pagamento do imposto da iluminação pública, que estava sendo cobrado até mesmo sobre o azeite comprado pela Real Junta do Comércio para utilização nos faróis públicos.
Data do documento: s.d.
Local: Palácio do Governo, Lisboa
Folha (s): doc. 26

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 684, pct. 01
Datas-limite: 1801-1819
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: carta escrita pelos três governadores do Reino, entre eles o 2º marquês de Borba, a d. João VI na qual reiteravam os motivos pelos quais os periódicos “Correio Brasiliense” e “O Português” estavam proibidos de serem editados e vendidos em Portugal e seus domínios. Os periódicos eram acusados de incitar o povo a fazer tumultos e revoluções, perturbar a harmonia do Reino, disseminar idéias sobre anarquia e contar mentiras sobre a Revolução Francesa, entre outras acusações.
Data do documento: 23 de Dezembro de 1817.
Local: Lisboa, Palácio do Governo.
Folha (s): Pac. 1,100; folhas 153 a 166

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 678, pct. 01
Datas-limite: 1764-1808
Título do fundo ou coleção: Secretaria de Estado
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: aviso emitido por d. Rodrigo de Souza Coutinho para o intendente geral da Polícia sobre as ordens do príncipe regente d. João para a conservação da tranqüilidade pública e a segurança dos que andam pela cidade. Ordena-se que após o anoitecer as casas que tiverem suas portas para a rua devam ser trancadas e que cada um de seus moradores deve ter uma cópia da chave. Em caso de habitações muito grandes e com vários moradores, dever-se-ia iluminar bem com lampiões para que a Guarda pudesse reconhecer se havia algum “mal intencionado” escondido dentro da casa.
Data do documento: 28 de dezembro de 1801.
Local: Palácio de Queluz
Folha (s): Pacotilha n.º 1,68

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 709, pacote 01
Datas-limite: 1803-1814
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: ofício de Lucas de Seabra da Silva, intendente geral da Polícia do Reino de Portugal a d. Fernando José de Portugal e Castro, conde de Aguiar, justificando a recusa ao pedido do padre João Teixeira de Carlos de que o seu ordenado continuasse sendo pago pelos cofres da Polícia. O intendente relata os inúmeros gastos que estavam sendo empreendidos para a limpeza e manutenção das calçadas da cidade de Lisboa e com os franceses detidos em Cascais. Além disso, o intendente fala da diminuição dos rendimentos do Reino devido ao fato de Lisboa ter tido suas exportações bastante reduzidas. A crise financeira estaria dificultando, inclusive, a manutenção de serviços básicos na Capital.
Data do documento: 4 de agosto de 1810
Local: Lisboa
Folha (s): documento 41, folhas 263 e 263 v

Conjunto documental: Consultas do Senado da Câmara de Lisboa.
Notação: Códice 257
Datas-limite: 1812-1820
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Cidades, higienização (Portugal)
Ementa: consulta do Senado da Câmara de Lisboa ao rei d. João VI sobre a representação do conselheiro do Pelouro da Almotaçaria, inspetor e superintendente da Praça da Venda Pública chamada “da Figura”. Tal conselheiro julga ser necessário inspecionar a praça no intuito de verificar se está conforme regulamento de 7 de fevereiro de 1800. Dentre suas reflexões baseadas no regulamento supracitado, menciona a necessidade de limpeza da área em horários determinados.
Data do documento: 23 de fevereiro de 1818.
Local: Lisboa
Folha (s): 86 a 88 v

Conjunto documental: Consultas do senado da câmara de Lisboa.
Notação: Códice 257
Datas-limite: 1812-1820
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, higienização (Portugal)
Ementa: consulta do Senado da Câmara de Lisboa ao rei d. João VI sobre a preocupação com o estabelecimento de fábricas de destilação de aguardentes, de vidros e de depósitos de lenha no centro da cidade. Tal preocupação deve-se a exemplos como o incêndio na fábrica de vidros da Bica do Sapato no dia 19 de junho. Além da preocupação com a possível ocorrência de incêndios, outro inconveniente na instalação de fábricas no centro da cidade é o fato de muitas pessoas migrarem das províncias, deixando-as despovoadas. Dessa forma, o Senado pede ao rei que as fábricas sejam levadas para locais distantes da cidade, baseado em dois alvarás emitidos por d. Sebastião.
Data do documento: 25 de julho de 1819
Local: Lisboa
Folha (s): 128 v a 130

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 709, pacote 01
Datas-limite: 1803-1814
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: ofício de João Antônio Salter de Mendonça, secretário do Governo ao arcebispo da cidade de Braga. Solicita que fosse comunicado aos párocos de todas as igrejas de sua diocese o pedido de muitas orações e preces públicas para que Deus abençoasse as armas e os aliados dos portugueses, que se preparavam para a defesa do terceiro ataque dos exércitos franceses, liderados pelo general Massena.
Data do documento: 25 de Junho de 1810
Local: Lisboa
Folha (s): Documento 24

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 709, pct. 01
Datas-limite: 1803-1814
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: impresso intitulado “Providências de Polícia para os bairros de Lisboa”, assinado por João Antônio Salter de Mendonça, secretário do governo. Contêm as regras pelas quais os corregedores e juízes do Crime deveriam se guiar para organizar a distribuição dos órgãos policiais pelos bairros da cidade de Lisboa: Bairro-Alto, Alfama, Mouraria, Andaluz, Mocambo, Rocio, Belém e Santa Catarina.
Data do documento: 28 de março de 1810
Local: Lisboa
Folha (s): Documento 53

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 709, pacote 01
Datas-limite: 1803-1814
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: ofício de João Antônio Salter de Mendonça, secretário do governo a d. Fernando José de Portugal e Castro, conde de Aguiar, comunicando que, após sucessivos esforços, a cidade de Lisboa encontrava-se em grande tranqüilidade. Para tal, haviam sido presos suspeitos de serem partidários dos jacobinos e fora controlada a conspiração formada para a “entrega” do Reino. O autor ressalta a importância do exército para a pacificação da cidade de Lisboa e expulsão dos invasores.
Data do documento: 8 de novembro de 1810
Local: Lisboa
Folha (s): doc. 46, folhas 276 e 276v

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 678, pacote 01
Datas-limite: 1764-1808
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, iluminação pública (Portugal)
Ementa: ofício do intendente geral da Polícia da Corte e Reino a d. Rodrigo de Souza Coutinho, remetendo cópia da conta dirigida ao Ministro Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros da Guerra, para “ressuscitar a iluminação de Lisboa”, o que muito concorrerá “para manter a tranqüilidade Pública, e para a segurança particular das pessoas que transitam de noite”.
Data do documento: 17 de novembro de 1801
Local: Lisboa
Folha (s): Pacotilha 1,16

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 678, pacote 01
Datas-limite: 1764-1808
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Cidades, iluminação pública (Portugal)
Ementa: cópia enviada ao intendente geral da Polícia, Diogo Inácio de Pina Manique, do aviso remetido ao Senado pelo príncipe regente requerendo o orçamento da implantação e manutenção da iluminação da cidade.
Data do documento: 3 de dezembro de 1801
Local: Paço
Folha (s): Pacotilha 1,4

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 694, pacote 01
Datas-limite: 1808-1815
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: documento da Conta dos Governadores, que registra a denúncia do periódico “Correio Brasiliense” feita pelo juiz do Crime do Porto alegando que esta publicação “está cheia de doutrinas subversivas de ordem social e espalha a insurreição”.
Data do documento: 16 de agosto de 1809
Local: Lisboa
Folha (s): _

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 694, pacote 01
Datas-limite: 1808-1815
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: documento da Conta dos Governadores com a tradução do folheto “Política Popular” que contém matérias perigosas e novidades contrárias à Soberania.
Data do documento: 16 de agosto de 1809
Local: Lisboa
Folha (s): _

Conjunto documental: Consultas do Conselho da Fazenda de Lisboa
Notação: códice 253, vol 2
Datas-limite: 1814-1818Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, iluminação pública (Portugal)
Ementa: requerimento dos moradores de Condeira, nova comarca de Coimbra, pedindo o perdão das contribuições do ano de 1810 que não haviam sido pagas em função da invasão francesa. No dia 21 de abril de 1815, foi concedido o perdão das dividas.
Data do documento: 21 de abril de 1815
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 50v

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 684, pct. 01
Datas-limite: 1801-1819
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: carta dos governadores do Reino para d. João VI comunicando a execução pública de conspiradores, acompanhada pelo povo da cidade que estava horrorizado pelos delitos cometidos. Relata que tudo transcorreu com tranqüilidade, ressaltando, ainda, o amor e a fidelidade do povo para com o rei e que esperam ansiosamente por sua volta.
Data do documento: 25 de Outubro de 1817.
Local: Lisboa, Palácio do Governo
Folha(s): Pacotilha n.º 1,46 documento n.º 496

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino.
Notação: Caixa 684, pct. 01
Datas-limite: 1801-1819
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: carta de Joaquim Guilherme da Costa para o chanceler que serve de regedor João Antônio Salter de Mendonça descrevendo as execuções de Gomes Freire de Andrade e mais onze indivíduos, todos condenados por conspiração. A carta informa que tudo transcorreu tranqüilamente, sem a menor alteração do povo.
Data do documento: 19 de Outubro de 1817
Local: Lisboa
Folha(s): Pacotilha n.º 1,46 documento n.º 2

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 659, pct. 03
Datas-limite: 1764-1810
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: documento da Conta dos Governadores sobre várias medidas régias, como a apreensão dos exemplares da “Tradução da Política Popular”; a censura ao “Correio Brasiliense”; o controle da fábrica das fitas de Graciano Salicho. Há também a aprovação do dia de aniversário da expulsão do governo francês, assim como a prisão de indivíduos que pudessem perturbar a tranqüilidade pública.
Data do documento: 22 de abril de 1810
Local: Lisboa
Folha(s): Pacotilha n.º 3,52; folhas 39 a 47

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 659, pct. 03
Datas-limite: 1764-1810
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: Documento da Conta dos Governadores, onde relatam vários assuntos, entre eles, a aprovação do dia 12 de maio para se festejar a expulsão dos franceses da cidade do Porto. Em anexo há a representação da Câmara do Porto para esta festa, datada de 7 de abril de 1810, onde é sugerido que os habitantes iluminem suas casas como demonstração de gratidão à nação britânica.
Data do documento: 26 de abril de 1810
Local: Lisboa
Folha(s): Pacotilha n.º 3,63

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 703, pct.03 
Datas-Limite: 1809-1819
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: parecer sobre a querela entre as lavadeiras do Tanque das Alçarias em Alfama, e o inspetor dos Incêndios Antônio Joaquim dos Santos. As lavadeiras se diziam perseguidas pelo Inspetor, mas ele atribui a origem do conflito a elas.
Data do documento: 24 de abril de 1819
Local: Lisboa
Folha(s): _

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 677, pct.1 
Datas-Limite: 1801-1820
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: representação do Senado a d. João VI, onde argumenta sobre a necessidade dos rendimentos transferidos para a Intendência Geral da Polícia voltarem ao Senado, o qual se comprometia a iluminar a cidade, conservar a limpeza das ruas e conservar as calçadas, caminhos e pontes. O Senado disserta sobre o que é de competência da Intendência Geral da Polícia que, entre outras, seria extirpar a mendicância e a ociosidade das ruas. Também reconhecia a necessidade da instalação e a manutenção de uma guarda cívica a pé e a cavalo em número proporcional à extensão da cidade.
Data do documento: 19 de dezembro de 1801
Local: Lisboa
Folha(s): Pacotilha 1,3 (documento 1)

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 677, pct.1
Datas-Limite: 1801-1820
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: consulta do Senado da Câmara de Lisboa a d. João VI, onde disserta sobre seu intuito em cumprir as ordens reais do aviso de 28 de julho, expedido pela Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda. Acredita ser necessário expor suas objeções, assim como seu trabalho realizado por vários séculos em relação às posturas que diziam respeito à limpeza da cidade, entulhos, caliças e canos. O Senado descreve sua obediência e eficiência em aplicar tais posturas na administração realizada até 1780. A partir de 1702, um novo método fora implantado para a limpeza da cidade por d. Pedro II. Vale destacar que a pacotilha contém  outros documentos referentes à administração do Senado em relação à limpeza da cidade, tais como: descrições anteriores sobre o estado imundo das ruas da cidade, denúncias do Senado sobre a existência de cães e porcos nas ruas, avisos, decretos, alvarás e ordens régias, além de outras consultas do Senado.
Data do documento: 7 de agosto de 1802
Local: Lisboa
Folha(s): Pacotilha 1,11

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 677, pct.1
Datas-Limite: 1801-1820
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: consulta do Senado da Câmara de Lisboa a d. João VI, e demais documentos referentes à questão do direito da Casa do Ver o Peso de exigir avenças dos mercadores e negociantes da Corporação do Bacalhau e Peixe Seco e dos mercadores da Corporação de Mercearia da cidade de Lisboa, para licenciar o uso de pesos e balanças grandes em suas lojas. Os merceeiros e bacalhoeiros suplicaram ao Senado que justifique tal cobrança e também moveram uma ação ordinária nos feitos da Real Coroa e juízo contra o síndico do Senado e o administrador da Casa do Ver o Peso. O Senado apresenta documentos que mostram a origem deste direito de peso, a origem das avenças, o modo com que o atual administrador geral ajusta e convenciona as mesmas, entre outros. Dessa forma, justifica a cobrança de tal taxa anual e pede a d. João que indefira a ação movida pelos suplicantes e feche as portas de suas lojas.
Data do documento: 16 de fevereiro de 1803
Local: Lisboa
Folha(s): Pacotilha 1, 23

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 659, pct.01
Datas-Limite: 1782-1809
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: sentença proferida contra o réu Joaquim José Fragoso Pereira, pelo desembargador Antônio Xavier de Moraes Teixeira Homem. Nela, o réu é acusado de ser partidista do governo francês, pois na época em que este ocupava Portugal, mostrava ser um “apaixonado” pelo governo invasor. Fazia diversos elogios calorosos em uma loja de bebidas que freqüentava, chegando até a falar mal do governo local e a fazer ameaças àqueles que dele discordasse.
Data do documento: 15 de abril de 1809
Local: Lisboa
Folha(s):_

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 659, pct.01
Datas-Limite: 1782-1809
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: certidão de prisão do réu Thomas Ferrari, acusado de retirar papéis e cartazes que eram colocados pelas esquinas e ruas da cidade, não importando serem esses papéis de particulares ou de assuntos ligados ao Governo, autoridades civis e militares. Nos autos do crime, diz-se que o réu praticava tal ato apenas com o objetivo de aproveitar o papel, sem nenhum fim criminoso, mas que mesmo assim deveria ser penalizado.
Data do documento: 23 de maio de 1809
Local: Lisboa
Folha(s):_

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 659, pct.01
Datas-Limite: 1782-1809
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: certidão de prisão do réu Diogo Soares da Silva e Bivar, onde este é acusado de ter hospedado em sua casa, na vila de Abrantes, o general Junot no período em que o exército francês passou pela dita vila. Também é acusado de ter ficado tão “afeiçoado” aos invasores, que passados poucos dias da invasão, este foi até Lisboa solicitar o cargo de juiz de fora.
Data do documento: 23 de maio de 1809
Local: Lisboa
Folha(s):_

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 659, pct.01
Datas-Limite: 1782-1809
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: cidades, ordem pública (Portugal)
Ementa: certidão de prisão de um grupo de nove homens acusados, de juntamente com muitas outras pessoas, terem promovido uma ceia e baile na noite do dia 29 de novembro de 1808, dando claramente como motivo o aniversário da fatal entrada dos franceses no Reino de Portugal.
Data do documento: 23 de maio de 1809
Local: Lisboa
Folha(s):_

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: Caixa 677, pct. 01
Datas-limite: 1801-1820
Título do fundo ou coleção: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: Cidades Portugal
Ementa: consulta do Senado da Câmara de Lisboa a d. João VI, em relação às posturas que diziam respeito à limpeza da cidade, entulhos, caliças e canos. Descreve o estado imundo das ruas da cidade, a existência de cães e porcos nas ruas. O documento mostra a preocupação da administração pública em melhorar as condições de limpeza da cidade.
Data do documento: 07 de agosto de 1802
Local: Lisboa
Folha (s): Pacotilha 1,11

ALARCÃO, Jorge. -A Cidade – Jornadas inter e pluridisciplinares,  Actas do Seminário, 2 vols. Lisboa : Universidade Aberta, 1993.

Colóquio Internacional Universo Urbanístico Português 1415-1822, Actas. Lisboa : Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 2001.

FRANÇA, José-Augusto - Lisboa Pombalina e o Iluminismo. Lisboa : Bertrand Editora, 1987, 3ª edição.

MATTOSO, José - Introdução à História Urbana: A Cidade o Poder, In “Cidades e História”, Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 1992.

RIBEIRO, Orlando - Cidade, in “Dicionário da História de Portugal”, vol. II. Porto : Livraria Figueirinhas, 1992,

--- Além da Baixa: Indícios de Planeamento Urbano na Lisboa Setecentista, Lisboa : IPAR, 1998.

SALGUEIRO, Teresa Barata - A Cidade em Portugal: Uma geografia Urbana. Lisboa : Afrontamento, 1992.
SILVA, Raquel Henriques da – Lisboa Romântica. Lisboa urbanismo e arquitectura, 1779-1874. Dissertação de Doutoramento, UNL_FCSH, 1997.

- Do passeio Público às Avenidas Novas: percursos, imagens e factos da Lisboa oitocentista, in “Revista de História Económica e Social”, 23, Lisboa, Sá da Costa, 1988.