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Fabiano Vilaça dos Santos
Pesquisador da Revista Nossa História e Doutorando em História- USP

A análise do funcionamento das instâncias administrativas coloniais, em especial as câmaras municipais, tem sido revigorada na historiografia recente. As abordagens privilegiam, em síntese, as interações entre os poderes locais e a metrópole e os seus desdobramentos na colonização. Também estão inseridos nos estudos de história administrativa, os agentes designados para o exercício dos governos ultramarinos, de acordo com os modelos de uma sociedade de Antigo Regime e de participação no Real Serviço. Em uma definição geral, as câmaras municipais são conhecidas como as instâncias representativas dos interesses dos colonos. Eram compostas por vereadores escolhidos entre os membros das elites locais; alcaides; juízes ordinários; procuradores e almotacés que exerciam em conjunto o governo das vilas e cidades, cuidando de assuntos como abastecimento, segurança, aplicação dos padrões de pesos e medidas, limpeza e conservação do espaço público, além de possuírem algumas atribuições militares e judiciárias locais.
Algumas dessas atribuições geravam conflitos de autoridade e jurisdição, como atesta a carta régia de 20 de maio de 1734, dirigida ao provedor-mor da Fazenda do Estado do Brasil, para que não se intrometesse nas questões relativas ao exame e aferimento de pesos e medidas na Bahia, pois o assunto era da competência dos oficiais da Câmara de Salvador (AN-cód. 539, vol. 2-fl. 172v). Em termos fiscais, as câmaras municipais também eram responsáveis pelo recolhimento de alguns impostos, o que lhes deu, por vezes, notória autonomia político-administrativa. Segundo Maria Fernanda Bicalho, no Rio de Janeiro do século XVII a Câmara desfrutou de grande autonomia política, em contraste com o século seguinte. Isso pode ser demonstrado por meio de uma carta do rei d. Pedro II, de 8 de novembro de 1694, ao governador do Rio de Janeiro, para que este repreendesse os oficiais da Câmara pela desobediência à ordem régia de ajustar os impostos necessários à manutenção da Colônia do Sacramento (AN-cód. 77, vol. 5-fls. 61-62).
A própria rotina administrativa conduzia, por outro lado, ao contato das câmaras com os administradores coloniais. Um exemplo dessa articulação ocorreu após a invasão dos franceses ao Rio de Janeiro, liderados por René Du-Guay Trouin, em 1711. Na correspondência do Rio de Janeiro para o governo geral na Bahia sobre o estado em que ficou a cidade após a invasão, há sugestões do governador-geral d. Pedro de Vasconcelos para que fosse criado um novo imposto destinado à reconstrução da cidade e à melhoria de suas fortificações, medida que passaria pela Câmara do Rio de Janeiro (AN-cód. 756). Compostas pelos "homens bons", os "cidadãos" oriundos das elites locais, as câmaras ora colaboraram com as instruções metropolitanas ora discordaram do seu conteúdo, defendendo os interesses de seus representantes na sociedade colonial. Sobre o primeiro aspecto, é ilustrativa a atitude de algumas câmaras de Minas Gerais, que no ano de 1800 foram saudadas por d. João pelo plano de "estabelecer por meio do imposto do papel selado, uma taxa que possa produzir os fundos necessários para dar pensões alimentícias anuais a dois engenheiros topógrafos, dois engenheiros hidráulicos, um médico, um cirurgião e um contador que as ditas câmaras deverão mandar estudar" em Portugal (AN-cód. 97-fl. 104). Quanto à defesa de interesses particulares, são numerosos os casos, em diferentes lugares, até mesmo próximo ao fim do período colonial, como o que se verificou no Pará, em 1804, quando os comerciantes pediram um "ato de justiça" pela má administração da Câmara de Belém que, segundo eles, cuidava apenas dos seus interesses particulares aumentando indevidamente as suas rendas com a venda da aguardente, do anil e do vinho (AN-cód. 99, vol. 4-fl. 122).
Em termos gerais, consente-se que as câmaras municipais foram politicamente mais proeminentes até o fim do século XVII ou pelo menos até meados do século XVIII. A criação de cargos como o de juiz de Fora, nomeado pelo rei, ao contrário do juiz Ordinário, eleito pela municipalidade, representou a maior ingerência da Coroa nos negócios coloniais. No século XVII, acontecimentos que colocaram em risco a soberania portuguesa sobre os territórios americanos, como as invasões holandesas no Nordeste, criaram espaços para a vigência de uma série de prerrogativas e privilégios advindos da atuação dos indivíduos e das famílias mais influentes nas municipalidades na defesa dos domínios portugueses. Tal situação, no entanto, não se extinguiu por completo da realidade colonial, como é possível depreender de um parecer do vice-rei conde de Aguiar, de 8 de fevereiro de 1805, sobre uma representação da Câmara do Rio de Janeiro ao príncipe d. João, na qual seus oficiais expunham os serviços que a dita Câmara prestara em outros tempos à Coroa, pedindo "em remuneração deles vários privilégios". Entre os pedidos figuravam o aumento das rendas da Câmara; a exclusividade na venda da pólvora; a licença para a construção de salinas e a restituição de uma cota do rendimento do subsídio do vinho. O parecer do conde de Aguiar mostrava-se ora contra ora a favor das reivindicações da Câmara do Rio de Janeiro (AN-cód. 204, vol. 3-fls. 76v-78v).
A fidelidade à monarquia também é um aspecto relevante do posicionamento das câmaras municipais, conforme indica a carta de Tomás Antônio de Vila-Nova Portugal, ministro e secretário dos Negócios do Reino, de 14 de outubro de 1817, a respeito da procuração que lhe fora dada por diversas câmaras do Ceará, dentre as quais a de Fortaleza, Icó, Sobral, São Bernardo, Aracati, Campo Maior e Montemor, para representá-las na Aclamação do príncipe d. João, em meio ao contexto da "revolução" deflagrada em Pernambuco, em 1817, que atingiu várias capitanias do Nordeste inclusive a do Ceará, posto que menos intensamente (AN-Série Interior, IJJ9 513 - s/n).
Paralelamente aos estudos sobre a atuação das câmaras municipais, a historiografia tem se dedicado ao estudo das trajetórias sociais e administrativas dos agentes designados pela Coroa portuguesa para o governo das diferentes partes do Império colonial. As conclusões de tais estudos, como os do historiador português Nuno Gonçalo Monteiro, têm mostrado, a partir dos critérios de recrutamento dos governadores - como a formação militar e a origem familiar, além de uma certa experiência administrativa que também credenciava os candidatos -, uma espécie de hierarquia dos cargos na qual o Estado da Índia despontou nos séculos XVI e XVII como destino de elementos oriundos da alta nobreza.
Para o século XVIII, a distribuição dos cargos mais importantes da administração ultramarina concentrou-se no Estado do Brasil, com destaque para Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco. As capitanias subalternas ou de menor expressão eram administradas por indivíduos de status social menos privilegiado, mas com experiência militar comprovada. Havia outra divisão administrativa na América portuguesa: o Estado do Maranhão e Grão-Pará, com sede em São Luís, que vigorou até 1751, quando a unidade passou a ser designada como Estado do Grão-Pará e Maranhão, com sede em Belém, até 1772. Nessa unidade administrativa, que tinha as capitanias de São José do Rio Negro e São José do Piauí como subalternas, os governadores estavam mais afastados do governador-geral ou do vice-rei e comunicavam-se diretamente com Lisboa.
Na prática, a autoridade dos governadores-gerais e vice-reis do Estado do Brasil era muito restrita, não representando muito mais que a de um governador e capitão-general. Até o fim do período colonial, a atuação dos governadores foi orientada pelo Regimento entregue ao governador-geral Roque da Costa Barreto, em 1677. O regimento prescrevia o cuidado com a defesa da Colônia, a boa administração da Fazenda e da Justiça, o cerceamento dos abusos dos governadores de capitania e a sua subordinação ao governador-geral ou vice-rei. Mesmo assim, foram comuns durante o período colonial os conflitos de jurisdição entre governadores de capitanias limítrofes geradas pela má definição das divisas ou motivados por interesses econômicos. Alguns casos demonstram a existência de tais problemas de jurisdição, segundo relatou Bernardo José de Lorena, em 23 de julho de 1789, ao vice-rei Luís de Vasconcelos e Sousa, sobre a usurpação dos limites da capitania de São Paulo pela do Rio de Janeiro, que se apossara da freguesia da Paraíba Nova, pertencente à jurisdição da Câmara de Guaratinguetá (AN-cód. 602, vol. 1-fls. 8-11). Sobre a conduta dos governadores, as trajetórias administrativas apresentam vários episódios de "quedas em desgraça", conforme as palavras de Nuno Gonçalo Monteiro, por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. Quase no fim do período colonial, uma carta de 20 de março de 1804, dirigida pelos moradores da capitania do Espírito Santo a d. João, acusou o governador Antônio Pires da Silva Pontes de ser "homem sem lei, nem religião, que pelos seus despotismos tem feito desertar da capitania vários moradores, estes fugindo das injúrias e castigos arbitrários, mandando açoitar homens libertos na praça, [...] embolsando dinheiro com o falso pretexto de aplicá-lo para obras da Real Fazenda" (AN- cód. 204, vol. 3 - fl. 62).
Alguns planos da colonização portuguesa preocuparam bastante os administradores coloniais, sendo um dos principais o povoamento. Ocupar as terras significava aumentar a produção de gêneros para o comércio, na concepção mercantilista da exploração dos territórios coloniais; a arrecadação de impostos e a garantia da defesa dos domínios portugueses contra a usurpação estrangeira. Nos projetos de ocupação não estavam incluídos apenas os brancos, mas também os índios. Um regimento de 7 de janeiro de 1669 determinava que o governador do Rio de Janeiro cuidasse da segurança da capitania e da distribuição de terras "aos convertidos ao cristianismo", tão logo assumisse o governo (AN-caixa 746, pct. 1-s/n). Quase cem anos depois, em carta de 14 de junho de 1776, o vice-rei marquês do Lavradio recomendava que fossem enviados casais ociosos do Rio de Janeiro para povoar a ilha de Santa Catarina, ameaçada constantemente pelos castelhanos (AN-cód. 68, vol. 1-fl. 3), além de ter manifestado ao morgado de Mateus, opiniões e planos para a educação dos índios e o seu emprego na lavoura (AN - cód. 70, vol. 6). No final do século XVIII, a preocupação com a inserção dos índios na sociedade ainda se fazia presente. Em uma carta de 12 de maio de 1798, d. João reforçou ao governador do Pará, Francisco Maurício de Sousa Coutinho, que os nativos da capitania deviam ser conduzidos ao convívio com a sociedade local observando-se os preceitos da religião católica (AN-cód. 807, vol. 11-fls. 23-34).
Outra grande preocupação da Coroa e das autoridades coloniais durante o século XVIII, foi a demarcação dos limites, em especial no Sul. O Tratado de Madri (1750); de El Pardo (1761); de Santo Ildefonso (1777), até o de Badajóz (1801) representaram as tentativas diplomáticas de estabelecer as fronteiras dos domínios das Coroas portuguesa e espanhola. As demarcações foram organizadas no Norte e no Sul, mas estas ganharam destaque na documentação, que evidencia o trabalho infrutífero e conturbado das comissões demarcatórias. Nas décadas de 1760 e 1770, as capitanias do Rio Grande de São Pedro do Sul, de Santa Catarina e da Colônia do Sacramento sofreram agressões e invasões castelhanas, fazendo com que muitos recursos da Real Fazenda, além de efetivos militares, fossem desviados para as áreas de conflito, diminuindo o ritmo dos projetos de fomento da economia colonial. Em 26 de outubro de 1803, o vice-rei conde de Aguiar ainda se queixava da demora na demarcação dos limites meridionais, alertando para os vários ofícios expedidos para Portugal, desde 1784, expondo os problemas e conflitos surgidos da inobservância do Tratado Preliminar firmado entre Portugal e Espanha, em 1º de outubro de 1777 (AN-caixa 494, pct. 1-s/n).
Para os trabalhos de história da administração colonial, pode-se recorrer aos seguintes fundos do Arquivo Nacional: Secretaria de Estado do Brasil; Vice-Reinado; Diversos Códices-SDH; Relação da Bahia; Relação do Rio de Janeiro; Alfândega da Bahia e Negócios de Portugal. Há outros de menor extensão, contudo não menos importantes, como: Câmara de Salvador; Câmara de Fortaleza; Câmara de Aquiráz; Câmara de Macaé e Câmara de São Luís. Acerca dos administradores coloniais, há o fundo Marquês do Lavradio, contendo as Cartas da Bahia, as Cartas do Rio de Janeiro e um inventário de documentos microfilmados, além do conhecido relatório do vice-rei (AN - cód. 71) e do seu sucessor, Luís de Vasconcelos e Sousa (AN - cód. 72).

Conjunto documental: Correspondência do vice-rei. Regimento para os governadores do Brasil

Notação: caixa 744, pct. 02
Datas-limite: 1664-1808
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: ofício do Senado da Câmara do Rio de Janeiro ao Vice-rei, conde dos Arcos, pleiteando uma obra que permitisse o fornecimento de água do rio Maracanã para a cidade do Rio de Janeiro. A população da cidade vinha sofrendo com o abastecimento precário do único aqueduto disponível.
Data do documento: 27 de agosto de 1806
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): doc. 33

Conjunto documental: Registro dos governadores do Rio de Janeiro, destes com outros, e com diversas autoridades
Notação: códice 87, vol. 06
Datas-limite: 1734-1735
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: representação dos oficiais do Senado da Câmara de São Paulo contra Inácio de Almeida Jordão, contratador do sal, por não ter cumprido a determinação régia de remeter para a vila de Santos oito mil alqueires de sal para o provimento das cidades e vilas das capitanias do Sul. Os oficiais da Câmara de São Paulo concederam jurisdição à Câmara do Rio de Janeiro para auxiliá-los na representação contra o dito Inácio de Almeida Jordão, a fim de que o mesmo cumprisse as condições do contrato.
Data do documento: 14 de agosto de 1734
Local: São Paulo
Folha(s): 47v a 48

Conjunto documental: Registro e índice de ordens régias existentes no Arquivo da Junta da Fazenda da Bahia
Notação: códice 539, vol. 02
Datas-limite: 1568-1771
Título do fundo: Relação da Bahia
Código do fundo: 83
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: carta do Rei d. João V para a Câmara de Salvador, confirmando que seria pago o soldo requerido para que se celebrasse o “glorioso Santo Antônio” e para a ornamentação do Convento de São Francisco. Data do documento: 07 de abril de 1707
Local: Lisboa
Folha(s): 122

Conjunto documental: Registro e índice de ordens régias existentes no Arquivo da Junta da Fazenda da Bahia
Notação: códice 539, vol. 02
Datas-limite: 1568-1771
Título do fundo: Relação da Bahia
Código do fundo: 83
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: carta do Rei d. João V ao provedor-mor da Fazenda do Estado do Brasil. Solicita que o mesmo não se intrometesse nas questões relativas ao exame e aferimento dos pesos e medidas na Bahia, pois o assunto era privativo dos oficiais da Câmara de Salvador.
Data do documento: 20 de maio de 1734
Local: Lisboa
Folha(s): 172v

Conjunto documental: Governadores do Rio de Janeiro
Notação: códice 77, vol. 05
Datas-limite: 1666-1700
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: carta do rei d. Pedro II ordenando que o governador da capitania do Rio de Janeiro repreendesse os oficiais da Câmara pela desobediência à ordem régia de ajustar os impostos necessários para a manutenção da Colônia do Sacramento.
Data do documento: 08 de novembro de 1694
Local: Lisboa
Folha(s): 61 a 62

Conjunto documental: Senado da Câmara do Rio de Janeiro
Notação: caixa 500, pct. 02
Datas-limite: 1800-1808
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: representação do Senado da Câmara do Rio de Janeiro ao Vice-rei, dom Fernando José de Portugal e Castro. Trata da insubordinação de alguns capitães de ordenanças por não prestarem contas em seus distritos de um novo imposto sobre a aguardente da terra. Em anexo uma lista com os nomes dos capitães de ordenanças e seus respectivos distritos.
Data do documento: 04 de dezembro de 1802
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Criação de vilas e limites de províncias
Notação: códice 602, vol. 01
Datas-limite: 1754-1789
Título do fundo: Diversos códices-SDH
Código do fundo: NP
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: ofício de Bernardo José de Lorena, governador de Minas Gerais, ao vice-rei, Luís de Vasconcelos e Sousa. Trata da usurpação dos limites da capitania de São Paulo pela capitania do Rio de Janeiro que se apossou da freguesia de Paraíba Nova, pertencente à jurisdição da Câmara de Guaratinguetá.
Data do documento: 23 de julho de 1789
Local: São Paulo
Folha(s): 8 a11

Conjunto documental: Provisões régias e respostas (cartas do vice-rei)
Notação: códice 204, vol. 03
Datas-limite: 1803-1806
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: parecer do vice-rei, conde de Aguiar, sobre uma representação do Senado da Câmara do Rio de Janeiro ao Príncipe Regente d. João, na qual seus membros expunham os serviços que a Câmara prestara em outros tempos à Coroa portuguesa, pedindo “em remuneração deles vários privilégios”. Entre os pedidos estavam: o aumento de suas rendas; a exclusividade na venda da pólvora; a licença para a construção de salinas; a restituição de uma cota do rendimento do subsídio do vinho. O parecer do vice-rei alternava-se favorável ou desfavoravelmente as reivindicações.
Data do documento: 8 de fevereiro de 1805
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 76v a 78v

Conjunto documental: Ceará. Ministério do Império. Ofícios das câmaras municipais
Notação: IJJ9 513
Datas-limite: 1811-1821
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: carta de Tomás Antônio de Vila-Nova Portugal, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino, ao príncipe d. João, comunicando a respeito da procuração que lhe fora dada pelas câmaras de Fortaleza, Icó, Sobral, São Bernardo, Aracati, Campo Maior e Monte Mor, para representá-las na Aclamação do Príncipe d. João, além de fazer-lhes o devido juramento de fidelidade.
Data do documento: 14 de outubro de 1817
Local: Vila de Fortaleza
Folha(s): -

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 24
Datas-limite: 1804-1900
Título do fundo: Secretaria do Governo da Capitania do Pará
Código do fundo: 89
Argumento de pesquisa: câmaras municipais
Ementa: pedido de “Ato de Justiça” feito pelos comerciantes da capitania do Pará, alegando má administração da Câmara de Belém. Segundo os comerciantes, a câmara cuidava apenas dos seus interesses particulares, arrogando-se direitos indevidos de aumentar as suas rendas por meio da venda de aguardente, anil e vinho.
Data do documento: 1804
Local: Pará
Folha(s): 122 a 124v

Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 02
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, criação e limites de
Ementa: carta do Vice-rei, conde de Resende, ao secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, Luís Pinto de Sousa Coutinho. Informando o envio de dois ofícios ao Vice-rei de Buenos Aires, Dom Pedro de Melo Portugal, sobre as transgressões dos espanhóis da província do Paraguai, que invadiram terras cedidas a Portugal de acordo com o Tratado de Santo Ildefonso. Trata também sobre o atraso na demarcação dos limites dos territórios portugueses e espanhóis em prejuízo do reconhecimento dos limites da capitania do Paraná.
Data do documento: 29 de outubro de 1795.
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): doc. 29

Conjunto documental: Capitanias do Pará, Minas Gerais e Colônia do Sacramento
Notação: caixa 747, pct. 03
Datas-limite: 1703-1772
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: ofício do Rei d. João V ao governador da capitania do Rio de Janeiro, Francisco Xavier de Távora, nomeando-o governador da Colônia do Sacramento. Ordenava que observasse as disposições do Tratado de Paz de Utrecht, e contendo as primeiras instruções a serem implementadas no governo da Colônia do Sacramento.
Data do documento: 07 de outubro de 1715
Local: Lisboa
Folha(s): -

Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 01
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: regimento do rei d. Pedro II passado a d. Manuel Lobo, governador da capitania do Rio de Janeiro, contendo as diretrizes para o seu governo e medidas emergenciais a serem tomadas tão logo o governador chegasse ao Rio de Janeiro. Orientava como cuidar da segurança da capitania e distribuir terras aos “convertidos aos cristianismo”. Em anexo, há uma cópia dos capítulos das “pazes com a Holanda, Inglaterra e França”, de 06 de agosto de 1661 e a cópia do capítulo 21 da ratificação da “paz com a Holanda”, feita em 31 de julho de 1669.
Data do documento: 07/01/1769
Local: Lisboa
Folha(s): -

Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 01
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: cópia de parte de um ofício assinado pelo Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, Martinho de Melo e Castro, de 22 de dezembro de 1777, tratando das ordens da rainha d. Maria I para que fosse processado e sentenciado o governador da ilha de Santa Catarina, Antônio Carlos Furtado de Mendonça e os demais oficiais envolvidos na “entrega” da dita ilha aos invasores castelhanos.
Data do documento: s.d.
Local: s.l.
Folha(s): -

Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 01
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do Vice-rei, conde dos Arcos, pedindo o seu desligamento do governo da capitania da Bahia, pois durante o exercício do cargo esteve longe da família ao ponto de não conhecer os seus filhos. Além disso, relata não ter governado como gostaria, em virtude dos insultos que recebeu e por estar velho e doente e das acusações de interpretar incorretamente o Tratado de Viena.
Data do documento: 31 de março de 1817
Local: Bahia
Folha(s): -

Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 01
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: relatório do marquês do Lavradio apresentado ao seu sucessor, Luís de Vasconcelos e Sousa. Descreve o estado físico e político da capitania do Rio de Janeiro quando assumiu o cargo de Vice-rei, as características dos habitantes locais, sua atuação política, as medidas realizadas e, finalmente, o estado em que deixou a dita capitania quando encerrou a sua administração
Data do documento: 19 de junho de 1779
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Capitania do Rio de Janeiro
Notação: caixa 746, pct. 01
Datas-limite: 1700-1808
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: cópia do ofício do Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, d. Rodrigo de Sousa Coutinho a d. Fernando José de Portugal e Castro, governador da capitania da Bahia, sobre o controle de opiniões contrárias à religião e ao Estado, enfatizando a necessidade de punição dos formadores de tais opiniões, principalmente se fossem magistrados, militares ou comerciantes. D. Rodrigo informou sigilosamente, que a Relação da Bahia deveria passar por uma reforma nos quadros da magistratura, desligando-se os magistrados corruptos de suas funções, e para isso, solicitava que o governador da Bahia os apontasse.
Data do documento: 28 de setembro de1798
Local: Lisboa
Folha(s): -

Conjunto documental: Plano de guerra enviado a Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Notação: códice 772
Datas-limite: 1800-1800
Título do fundo: Diversos códices - SDH
Código do fundo: NP
Argumento de pesquisa: capitanias, criação e limites de
Ementa: parecer do tenente-coronel engenheiro Ricardo Franco de Almeida Serra enviado a Caetano Pinto de Miranda Montenegro, governador da capitania do Mato Grosso, sobre as estratégias de guerra para esta capitania. O engenheiro discorreu sobre as fronteiras da capitania e expôs as suas preocupações com a sua defesa no caso de uma invasão dos espanhóis, e sugeriu a criação de guarnições militares fixas na região para viabilizar uma guerra ofensiva, atacando-se as províncias espanholas pelos rios Paraguai, Alegre, Guaporé, entre outros.
Data do documento: 31 de janeiro de 1800
Local: Coimbra
Folha(s): 1 a 41

Conjunto documental: Correspondência com Portugal – minutas de ofícios
Notação: caixa 494, pct. 01
Datas-limite: 1762-1803
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, criação e limites de
Ementa: carta do vice-rei, conde de Aguiar, ao Príncipe Regente d. João, sobre a demora na conclusão da demarcação dos limites das Coroas portuguesa e espanhola na região meridional. Trata também sobre os vários ofícios expedidos para Portugal desde 1784 expondo os problemas e conflitos surgidos da inobservância do tratado preliminar firmado entre as duas Coroas, em 1º de outubro de 1777.
Data do documento: 26 de outubro de 1803
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Correspondência com Portugal – minutas de ofícios
Notação: caixa 494, pct. 01
Datas-limite: 1762-1803
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, criação e limites de
Ementa: ofício do vice-rei, conde de Aguiar, ao Príncipe Regente d. João, tratando de uma representação que recebeu do sargento-mor Lázaro Cardoso Amado pleiteando a autonomia do distrito de São Salvador de Campos dos Goitacases. O vice-rei expôs uma série de justificativas que demonstravam ser desnecessária e prejudicial aos interesses da capitania do Rio de Janeiro a autonomia do referido distrito.
Data do documento: 11 de maio de 1802
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Correspondência com Portugal – minutas de ofícios
Notação: caixa 494, pct. 01
Datas-limite: 1762-1803
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, criação e limites de
Ementa: carta do vice-rei, conde de Aguiar, ao Príncipe Regente d. João, pedindo uma solução para o projeto de desmembramento da capitania do Rio de Janeiro, recebido em carta régia de 10 de maio de 1799. O vice-rei apresentou suas dúvidas sobre a jurisdição que lhe competia quanto às capitanias do Rio Grande de São Pedro do Sul e de Santa Catarina, com relação à subordinação dos governadores das duas capitanias ao governo do Rio de Janeiro.
Data do documento: 17 de fevereiro de 1803
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): maço 2, doc. 31

Conjunto documental: Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: códice 807, vol. 11
Datas-limite: 1768-1884
Título do fundo: Diversos códices-SDH
Código do fundo: NP
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do príncipe regente d. João ao governador da capitania do Pará, Francisco Maurício de Sousa Coutinho, sobre a civilização dos índios, em que extingue os diretórios criados em 1755 e estabelece que os nativos que habitavam o interior da capitania fossem conduzidos ao convívio com a sociedade debaixo dos preceitos da religião católica.
Data do documento: 12 de maio de 1798
Local: Lisboa
Folha(s): 23 a 34

Conjunto documental: Correspondência do vice-reinado para a Corte
Notação: códice 68, vol. 01
Datas-limite: 1774-1776
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do vice-rei, marquês do Lavradio, ao Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, Martinho de Melo e Castro, sobre as minas de ouro descobertas na serra dos órgãos no governo de seu antecessor, o conde da Cunha. O vice-rei declarava que as minas encontravam-se em região de difícil acesso e povoada de índios bravos, e solicitando instruções acerca do aproveitamento dois recursos minerais em benefício da Real Fazenda.
Data do documento: 12 de janeiro de 1775
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 1

Conjunto documental: Correspondência do vice-reinado para a Corte. Original
Notação: códice 68, vol. 01
Datas-limite: 1774-1776
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do vice-rei, marquês do Lavradio, ao Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, Martinho de Melo e Castro, sobre as reclamações do governador da Ilha de Santa Catarina das usurpações de terras entre a ilha e a Serra Geral, pelo governo de São Paulo. O vice-rei afirmou que o novo governador de São Paulo, Martim Lopes Lobo de Saldanha, já havia devolvido tais terras ao governo de Santa Catarina e recomendava o envio de casais ociosos do Rio de Janeiro para nelas se estabelecerem, pela sua importância para o sustento e a defesa da ilha.
Data do documento: 14 de junho de 1776
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 3

Conjunto documental: Devassa sobre a entrega da Vila do Rio Grande às tropas castelhanas
Notação: códice 105
Datas-limite: 1764-1764
Título do fundo: Relação do Rio de Janeiro
Código do fundo: 84
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: auto de devassa visando apurar os culpados pela perda da Vila do Rio Grande para as tropas castelhanas, em que aparecem várias denúncias contra o governador da capitania do Rio Grande de São Pedro do Sul, Inácio Elói de Madureira, por descumprir as ordens do governador do Rio de Janeiro quanto à retirada da munição da vila antes da chegada dos invasores, por ter impedido que os moradores fugissem com seus bens e negligenciado a defesa do norte da vila do Rio Grande.
Data do documento: 1764
Local: Rio Pardo
Folha(s): -

Conjunto documental: Provisões régias e respostas (cartas do vice-rei)
Notação: códice 204, vol. 03
Datas-limite: 1803-1806
Título do fundo: Secretaria de Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta dos moradores da capitania do Espírito Santo para o Príncipe Regente, d. João, pedindo providências contra o governador Antônio Pires da Silva Pontes, que segundo os ditos moradores era “homem sem lei, nem religião, que pelos seus despotismos tem feito desertar da capitania vários moradores, estes fugindo das injúrias e castigos arbitrários, mandando açoitar homens libertos na praça, (...) embolsando dinheiro com o falso pretexto de aplicá-lo para obras da Real Fazenda.”
Data do documento: 20 de março de 1804
Local: Espírito Santo
Folha(s): 62 a 64

Conjunto documental: Capitania do Rio Grande do Sul
Notação: caixa 749, pct. 03
Datas-limite: 1759-1821
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: auto de devassa efetuada pelo governador da capitania do Rio Grande de São Pedro do Sul, Antônio da Veiga Cabral da Câmara, contra o seu antecessor, José Marcelino de Figueiredo, acusado de despotismo no tratamento com seus habitantes, de desrespeito à Câmara de Porto Alegre e do uso de palavras indecorosas.
Data do documento: 14 de novembro de 1771
Local: Viamão
Folha(s): doc. 14

Conjunto documental: Correspondência original dos governadores do Pará com a Corte. Cartas e anexos
Notação: códice 99, vol. 17
Datas-limite: 1797-1797
Título do fundo: Secretaria de Governo da Capitania do Pará
Código do fundo: 89
Microfilme: 041-97
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta de Francisco Maurício de Sousa Coutinho, governador da capitania do Pará, relatando ao Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, Luís Pinto de Sousa Coutinho, a retratação a ele feita pelo Juiz de Fora de Belém, Luís Joaquim Frota de Almeida, pelos insultos que lhe dirigiu, atribuídos à pressão dos inimigos que desejavam intrigá-los. O governador do Pará deixou transparecer, no entanto, que não estava interessado em se retratar com o Juiz de Fora.
Data do documento: 15 de fevereiro de 1797
Local: Pará
Folha(s): 148

Conjunto documental: Marquês do Lavradio
Notação: AP-41 A
Datas-limite: 1758-1791
Título do fundo: Marquês do Lavradio
Código do fundo: RD
Microfilme: 024-97
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do rei d. José I ao vice-rei, marquês do Lavradio, sobre a resposta à carta do governador da capitania de São Paulo, d. Luís Antônio de Souza, informando ter sido alvo de um atentado promovido pelo governador da província do Paraguai. Diante da situação, o rei ordenou ao marquês do Lavradio que enviasse tropas para garantir a segurança do governador de São Paulo.
Data do documento: 13 de agosto de 1771
Local: Lisboa
Folha(s): 136 a 140

Conjunto documental: Ministério do Reino. Paraíba. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9 216
Datas-limite: 1809-1821
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do governador da Paraíba, Joaquim Rebelo da Fonseca Rosado ao rei d. João VI, comunicando que por vagas notícias, soube do assassinato do governador de Pernambuco Luís do Rego Barreto, em Recife, e alertando que “no estado terrível desses países, tem sido obrigado a seguir a opinião popular, com algumas modificações, para conseguir manter a ordem e evitar o perigo da guerra civil”.
Data do documento: 09 de agosto de 1821
Local: Vila de Paraíba do Norte
Folha(s): 372

Conjunto documental: Ministério do Reino. Maranhão. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9 128
Datas-limite: 1809-1812
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do governador da capitania do Piauí, Carlos César Burlamaque a d. José Tomás de Meneses, governador da capitania do Maranhão, defendendo-se das acusações de que estaria tramando o assassinato do novo ouvidor do Piauí, e a libertação do ouvidor deposto, Narciso José da Silva.
Data do documento: 25 de fevereiro de 1810
Local: Oeiras do Piauí
Folha(s): 141

Conjunto documental: Ministério do Reino. Maranhão. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9 128
Datas-limite: 1809-1812
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do conde de Aguiar ao Príncipe Regente d. João, informando ter desbaratado um grupo de autoridades da capitania do Piauí, acusado de ter cometido várias irregularidades, e que tramava contra a sua pessoa. Entre os envolvidos estava o governador do Piauí, Carlos César Burlamaque, acusado de apropriar-se das rendas das Fazenda Real.
Data do documento: 02 de agosto de 1810
Local: São Luís do Maranhão
Folha(s): 97 a 102

Conjunto documental: Ministério do Reino. Maranhão. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9 128
Datas-limite: 1809-1812
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta do ex-ouvidor da comarca do Piauí, José da Mota de Azevedo, deposto pelo governador do Maranhão, José Tomás de Meneses, ao Príncipe regente d. João, defendendo-se dos ataques feitos pelo conde de Aguiar, e reclamando de sua destituição do cargo de ouvidor.
Data do documento: 12 de agosto de 1821
Local: Maranhão
Folha(s): 110 a 126

Conjunto documental: Ministério do Reino. Paraíba. Correspondência do presidente da província
Notação: IJJ9 216
Datas-limite: 1809-1821
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: cópia da carta do governador da Paraíba, Tomás de Sousa Maíra, ao governador de Pernambuco, Luís do Rego Barreto, justificando a sua atuação no combate aos focos de insurreição que se alastraram pela capitania da Paraíba, atingindo várias vilas e povoados, e defendendo-se das acusações de insurgente pelos soldados da Companhia do Cabedelo.
Data do documento: 11 de setembro de 1810
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 328 a 330

Conjunto documental: Goiás. Ministério do Império. Ofícios dos presidentes
Notação: IJJ9 494
Datas-limite: 1819-1822
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: ofício de Paulo Carneiro de Almeida Homem, ouvidor da comarca de Goiás, ao príncipe regente d. Pedro, informando sobre os sinais de uma possível rebelião em Goiás, devido a grande quantidade de pasquins atacando a autoridade do governador da capitania.
Data do documento: 3 de novembro de 1821
Local: Goiás
Folha(s): doc. 33

Conjunto documental: Goiás. Ministério do Império. Ofícios dos presidentes.
Notação: IJJ9 494
Datas-limite: 1819-1822
Título do fundo: Série Interior
Código do fundo: AA
Argumento de pesquisa: capitanias, governadores das
Ementa: carta de Manoel Inácio de Sampaio, governador da capitania de Goiás, a Francisco José Vieira, informando sobre a autorização para o estabelecimento de um governo provisório, e que este se encarregasse de nomear as pessoas para integrar a Junta Administrativa da Província.
Data do documento: 29 de novembro de 1821
Local: Goiás
Folha(s): doc. 47

ALDEN, Dauril. Royal Government in Colonial Brazil - with special reference to the administration of the Marquis of Lavradio, viceroy, 1769-1779. Berkeley/Los Angeles: University of California Press, 1968.

BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Autoridade e conflito no Brasil colonial: o governo do Morgado de Mateus em São Paulo (1765-1775). São Paulo: Secretaria de Estado da Cultura, Conselho Nacional de Artes e Ciências Humanas, 1979.

BICALHO, Maria Fernanda Baptista. As câmaras ultramarinas e o governo do Império. In: FRAGOSO, João Luís R.; BICALHO, Maria Fernanda B. e GOUVÊA, Maria de Fátima S. (orgs.). O Antigo Regime nos trópicos: a dinâmica imperial portuguesa (séculos XVI a XVIII). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001, p. 189-221.

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