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“Tecidos do Império”: vestígios da produção e circulação têxtil no mundo luso-brasileiro

Rita Morais de Andrade [1]

A partir do século XVI, o Império Português consolidou-se como uma vasta rede de trocas comerciais, cujas rotas cruzavam os oceanos e conectavam continentes distantes no contexto de uma vibrante economia global e moderna. O tema “Tecidos do Império” emerge neste cenário, revelando a riqueza e o controle sobre os tecidos e suas circulações como mercadorias essenciais na construção dos sentidos modernos de status e poder. Datados do período de 1548 a 1821, os documentos deste acervo que se constituiu de diversos fundos da instituição, com cerca de cinquenta ementas de manuscritos, oferecem um recorte multifacetado da complexa economia têxtil, que abarcava tanto tecidos de prestígio, como as sedas e os brocados, quanto panos de uso comum e tecidos utilitários fundamentais, como linho e lã, tão presentes nas vestimentas militares e civis.

Os manuscritos presentes nos arquivos da Relação da Bahia, Secretaria do Brasil, Vice-Reinado e outros fundos salvaguardados pelo Arquivo Nacional refletem as práticas econômicas e culturais de um império em que o comércio de tecidos era regulamentado por normas rígidas, nem sempre cumpridas. Tais legislações estabeleciam a circulação dos panos com selos de autenticidade, como o regimento de 1548, [2] impunham o controle de preços [3] e definiam a exclusividade das importações, resguardando o Império contra os impactos do contrabando e dos produtos asiáticos que ameaçavam a balança econômica de Portugal (1772, 1787). [4] Esses dispositivos delinearam uma política protecionista que, ao mesmo tempo, impulsionou o consumo de tecidos importados e reprimiu a entrada descontrolada de mercadorias estrangeiras, como observado nos decretos de importação de 1787 e nas restrições aos tecidos de Bengala (1795).

As ementas também destacam o papel dos tecidos na manutenção do poder militar e político. A documentação evidencia a importância da uniformização das tropas e dos oficiais através das vestimentas, onde detalhes como cores e bordados denotavam a hierarquia e a organização militar [5] As despesas com fardamentos, desde o linho para camisas até os botões das casacas, atestam a preocupação do Império em manter sua representação de força e distinção, assegurando que as tropas mantivessem um padrão que fosse, também, um reflexo de ordem e disciplina imperial. A padronização da indumentária – seja nas alfândegas ou nas fardas – era essencial para a integridade da hierarquia e da economia de um império que, para sustentar seu prestígio, precisava regulamentar os produtos que o representavam.[6]

A pesquisa nos documentos deste conjunto oferece, portanto, um prisma revelador dos valores da sociedade luso-brasileira e do papel dos tecidos como bens reguladores de distinção e de ordem em um império que se expandia para além do continente europeu. Oferece ainda uma visão sobre problemas econômicos e sociais a partir da cultura material, especialmente da produção e circulação de produtos têxteis. Nas entrelinhas dos documentos, encontra-se a complexidade da vida social, das negociações e conflitos mediados nas relações interculturais, nos interesses nacionais e até mesmo no contrabando e na cópia de produtos manufaturados.[7]

Por meio desta seleção, o portal O Arquivo Nacional e a História Luso-Brasileira oferece um convite para que pesquisadores e estudantes se aprofundem nas camadas históricas dos “Tecidos do Império”, tema que nos permite compreender as vestimentas como símbolos de uma sociedade marcada pela transposição de valores, tradições e interesses comerciais entre os mundos português e brasileiro num contexto de globalização do comércio.

A análise das ementas elaboradas a partir do acervo do Arquivo Nacional pode ainda contribuir para uma história centrada na escravidão. Por um lado, as ementas mencionam a produção de tecidos como o algodão, a seda e a lã, que eram frequentemente associados a camadas sociais mais altas e aos mercados de exportação. O foco em produtos como o cânhamo, que teve grande relevância na produção de cordoarias e velas, sugere que a indústria têxtil estava mais voltada para atender às demandas dos impérios e das elites do que às necessidades dos escravizados, embora fossem exatamente esses que efetivamente cultivavam a planta e trabalharam em sua manufatura.[8]

Por outro lado, a ausência de referências explícitas a tecidos mais baratos para vestuário de escravizados pode indicar uma marginalização desses materiais nas documentações oficiais ou uma falta de interesse em sua produção e comércio. As ementas também revelam esforços da Coroa portuguesa para estabelecer a produção local de cânhamo e algodão, mas não mencionam especificamente a criação de uma indústria voltada para a confecção de vestuário para a população escravizada.

Assim, a documentação reflete a hierarquia social e econômica da época, onde os produtos têxteis eram majoritariamente direcionados a segmentos dominantes da sociedade, e sugere uma invisibilidade social da população escravizada, assim como discute Maximiliano Menz em seu trabalho sobre os escravos da feitoria do linho cânhamo, que nos fornece alguns dados importantes:

Nos cinco anos que se seguiram à instalação da Feitoria, a população escrava cresceu 43,9%, (de 46 para 82 indivíduos),[9] média anual de 12,2%. Este crescimento importante nos três primeiros anos explica-se pelo fato de os casais de escravos recém-chegados em 1783 serem muito jovens e com poucos filhos. O segundo período ainda apresenta um crescimento anual considerável (4,5%), talvez decorrente de aquisições; as famílias envelhecem, trata-se da segunda geração de escravos. Os últimos anos (1824) assistiram à estabilização da escravaria.[10]

A série de ementas sobre o cultivo do linho cânhamo e as iniciativas econômicas durante o período colonial revelam ainda um panorama abrangente das tentativas do governo português de fortalecer a economia do Brasil e de suas capitanias. Esses documentos, oriundos do acervo da Secretaria do Estado do Brasil e do Ministério do Reino, demonstram o interesse persistente em desenvolver culturas e manufaturas locais que contribuíssem diretamente para a autossuficiência e para o crescimento econômico da metrópole. A documentação expõe uma série de cartas trocadas entre o vice-rei, conde de Resende, e autoridades das diversas capitanias. Nessas correspondências, o conde questiona e instrui sobre as medidas necessárias para o êxito no cultivo do linho cânhamo. Por exemplo, em uma carta de 31 de agosto de 1797, o vice-rei questiona aqueles que receberam as sementes sobre as providências adotadas para garantir o sucesso do cultivo.[11] Esse esforço continuado revela a preocupação do governo português com o estabelecimento de uma cultura que suprisse as necessidades da Marinha Real, na época dependente de fibras naturais para a confecção de cordas e velames, essenciais para as embarcações.[12]

Outros documentos mostram tentativas de solucionar os problemas encontrados no cultivo do linho cânhamo. Em uma carta de 28 de setembro de 1797, o vice-rei lamenta o fracasso nas primeiras experiências de cultivo, apesar de tentativas realizadas em diferentes estações do ano. Solicita uma nova remessa de sementes de Santa Catarina, indicando que estas possuíam qualidade superior.[13] Esse tipo de correspondência não apenas evidencia as dificuldades agronômicas, mas também destaca a adaptação das práticas agrícolas à realidade local e às limitações de cada capitania.

As iniciativas portuguesas para cultivar cânhamo, desde a sua introdução até os métodos de incentivo econômico, têm implicações importantes. O cânhamo desempenhou um papel crucial na economia global da era moderna, particularmente na integração dos mercados mundiais durante o processo de globalização. Em resposta à necessidade crescente desse recurso, impérios europeus como o britânico, o espanhol e o português buscaram reduzir a dependência em relação ao Império Russo, um dos principais produtores na época, incentivando a produção de cânhamo em seus territórios metropolitanos e coloniais.

A Coroa portuguesa, em particular, tentou estabelecer a agricultura de cânhamo no Brasil desde 1716, culminando na fundação, em 1783, da Real Feitoria do Linho Cânhamo no Rincão de Canguçu (RS), um esforço alinhado com as políticas mercantilistas do Estado. Essa iniciativa visava garantir a produção de uma matéria-prima essencial para sustentar os impérios coloniais, refletindo a importância estratégica do cânhamo na economia da época.[14]

Os documentos do Códice 70, volume 18, da Secretaria de Estado brasileira (1798), revelam a intensa campanha empreendida pelo vice-rei conde de Rezende para estimular a produção de linho de cânhamo nas capitanias brasileiras durante os anos finais do século XVIII. A correspondência com diversas autoridades locais, como o juiz superintendente-geral Manoel Pinto da Cunha e Souza e o coronel distrital Manoel Martins do Couto Reys, demonstra a preocupação da Coroa portuguesa em garantir o abastecimento da Marinha Real com uma matéria-prima estratégica. As cartas destacam a importância da distribuição e cultivo de sementes de cânhamo, reforçando a política mercantilista que visava a autossuficiência e o fortalecimento do Império português. Algo semelhante fora observado em uma carta enviada ao governador de Santa Catarina, onde se solicita que a prática seja incentivada.[15] Esse documento exemplifica o esforço conjunto da Coroa para superar os desafios e valorizar o cultivo em prol do desenvolvimento colonial.

Além do linho cânhamo, o governo português considerava outras atividades econômicas estratégicas. Em uma “Memória político-econômica sobre o comércio ativo da capitania de Goiás”, são explorados o cultivo do algodão e o potencial econômico da região. A ementa descreve o algodão como uma planta de crescimento espontâneo, com custo reduzido, especialmente em comparação com [o de] outras capitanias, como a do Pará, ressaltando a facilidade de exportação e sugerindo providências para assegurar a prosperidade local.[16]

Essa coleção documental também registra reflexões mais amplas sobre a produção manufatureira e o comércio. Uma representação elaborada entre 1801 e 1803 sobre as manufaturas de lã no Alentejo sugere uma série de medidas para revitalizar o setor, inclusive a aquisição de máquinas e incentivos econômicos para o comércio da lã e do linho produzidos em Portugal. Essa representação, que inclui amostras de tecidos, enfatiza a importância de se manter a qualidade e a preferência pelas manufaturas locais, uma estratégia que pretendia reduzir a dependência externa.[17]

Algo semelhante foi realizado com a seda. A análise das ementas do fundo do Arquivo Nacional revela a presença da seda na economia têxtil do Brasil, especialmente em um contexto de transformação industrial e comercial. Havia uma articulação com companhias monopolistas e a tentativa de incentivar a produção local de seda, impulsionada pela abertura dos portos brasileiros em 1808 e pela permissão do fabrico de sedas. A ementa referente às “Consultas do Conselho da Fazenda de Lisboa”[18] destaca a representação de Simão Bernardo Balmaceda, proprietário de uma fábrica de tecidos de seda e algodão, que denunciou "atos de violência" contra os proprietários e mestres de fábricas, que se viam obrigados a pagar tarifas abusivas, ferindo o alvará de 28 de abril de 1809. Esse alvará isentava esses fabricantes do pagamento de direitos sobre o consumo e a exportação, visando conservar a indústria nacional e manter a competitividade com comerciantes estrangeiros. Contudo, a tentativa de desenvolvimento da indústria da seda foi prejudicada pela concorrência inglesa e pela crescente popularidade do algodão, que se tornaram alternativas mais viáveis no mercado.[19] Isso reflete uma fase de decadência que destaca a luta da indústria têxtil brasileira para se adaptar às mudanças econômicas e sociais da época, um cenário que pode ser mais bem compreendido por meio da documentação encontrada no Arquivo Nacional.

Esses documentos apresentam uma visão detalhada dos esforços da Coroa para incentivar o desenvolvimento agrícola e manufatureiro do Brasil colonial, a fim de integrar a produção local às necessidades da metrópole que vinha fortalecendo as suas próprias manufaturas têxteis desde pelo menos o século XVII.[20] As correspondências e memórias retratam não só as dificuldades de adaptação das culturas, como o linho cânhamo, às condições ambientais das capitanias, mas também a persistência do governo em apoiar iniciativas que contribuíssem para a estabilidade econômica e o fortalecimento das manufaturas do reino.

Esses conjuntos documentais indicam a atividade econômica e as políticas industriais e comerciais durante o período de transição entre o Brasil Colônia e o Brasil Reino Unido com Portugal, ilustrando o envolvimento do governo na organização e no incentivo à produção local. Há exemplos de uma diversidade de temas que podem ser explorados para pesquisa. A correspondência de Tomás Antônio Villanova Portugal, secretário do Reino do Brasil, ao cardeal patriarca de Lisboa apresenta a sua intercessão a favor de José Ferreira Pinto Bastos, um contratador que pretendia reativar a Fábrica de Tecidos da Vila de Alcobaça. Esta comunicação demonstra o apoio do governo brasileiro a empreendimentos industriais que promovessem o desenvolvimento e a autossuficiência econômica.[21]

Outros documentos sugerem distinções no uso das fibras têxteis. O códice 56, volume 1,[22] contém uma provisão para o administrador do Real Erário descrevendo artigos consumidos pela Real Mantearia. Ele menciona que os produtos foram feitos de linho em vez de algodão devido à maior durabilidade, revelando preocupações com a qualidade e a longevidade dos produtos e a gestão dos recursos públicos.

No conjunto documental “Junta do Comércio: Fábricas”,[23] um inventário detalhado da Fábrica de Fiação de Tecidos de Algodão na Lagoa Rodrigo de Freitas, com itens como a casa da fábrica, teares, materiais de construção e animais de tração, reflete o custo operacional e o investimento em infraestruturas para o desenvolvimento de uma indústria têxtil nacional, incluindo a mão de obra e as matérias-primas utilizadas. Já “Alvarás sobre fiações de seda e importação”[24] inclui uma carta de lei que regulamenta a taxação de cobertores e mantas de lã importados da Espanha. Esta política de tributação protecionista visava fortalecer a indústria nacional ao tornar produtos importados mais caros, incentivando o consumo de artigos locais.

Esses documentos não apenas retratam a estrutura da administração econômica da época, mas também mostram a tentativa de diversificação econômica e fortalecimento das indústrias locais frente aos produtos estrangeiros, uma estratégia essencial no processo de independência econômica do Brasil. Oferecem uma visão aprofundada da estrutura administrativa e econômica do país na época, revelando não apenas os mecanismos de controle e regulação do comércio têxtil, mas também a dinâmica de diversificação econômica que se buscava promover.

Essa valorização da indústria têxtil é uma parte importante do processo de independência econômica, pois contribuía para reduzir a dependência de produtos estrangeiros e estimulava a inovação e o desenvolvimento regional. Os documentos revelam aspectos sociais significativos, como as condições de trabalho e as relações de classe no setor têxtil, fundamentais para entender a sociedade brasileira. Revelam ainda aspectos técnicos, disputas de classes e preferências estéticas de mercado, constituindo um rico corpus de análise para estudos em cultura material que permite traçar um panorama das interações sociais e culturais que moldaram a vida cotidiana e a globalização do mundo moderno.

 [1] Professora titular da Universidade Federal de Goiás. Doutora em História Cultural pela PUC-SP, é especializada em história do vestuário. http://lattes.cnpq.br/0652175469093010

[2] ANRJ. Registro de provisões, alvarás, leis, portarias e cartas régias da Relação do Brasil. Relação da Bahia. BR RJANRIO 83.COD.0.541, v. 01, fls. 68 a 81v.

[3] ANRJ. Registro de provisões, alvarás, leis, portarias e cartas régias da Relação do Brasil. Relação da Bahia. BR RJANRIO 83.COD.0.542, v. 01, fls. 142 a 143v.

[4] Cf. ANRJ. Registro de provisões, alvarás, leis, portarias e cartas régias da Relação da Bahia. Lisboa, 19 de junho de 1772. Relação da Bahia. BR RJANRIO 83.COD.0.542, v.02, fls. 114v-116v e Alfândega do Rio de Janeiro. 14 de junho de 1787. Vice-reinado. BR RJANRIO D9.CAI.0.495 pct. 03..

[5] Cf. ANRJ. Carta régias, provisões, alvarás e avisos Rio de Janeiro, 7 de abril de 1752. Secretaria do Brasil. BR RJANRIO 86.COD.0.952, v.37, fl. 150 a 152; Alvarás citando três secretarias de estado, estabelecimento, soldos e gratificações para soldados, oficiais do exército impondo novas condições à Real Companhia de estabelecimento para as fiações de seda. Palácio de Queluz, Portugal, 19 de janeiro de 1795. BR RJANRIO NP.COD.0.796, v.02, fl.: 21 e Secretaria de Estado do Ministério do Reino. Queluz, Portugal, 30 de agosto de 1795. Negócios de Portugal. BR BR ANRIO 59CAI.0.0692024, fls.1-3v

[6] ALMEIDA, Adilson José de. Uniformes da Guarda Nacional (1831-1852): a indumentária na organização e funcionamento de uma associação armada. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, v. 8-9, n. 1, p. 77-147, 2001.

[7] LUZ, Alex Faverzani da. A política de incentivo às manufaturas têxteis em Portugal século XVII: dos discursos de Duarte Ribeiro de Macedo à gestão do 3º Conde da Ericeira. In: PEREIRA, Denise (org.). Campos de saberes da história da educação no Brasil 2 [recurso eletrônico]. Ponta Grossa (PR): Atena, 2019, p. 155-171. DOI: 10.22533/at.ed.55919050715.

[8] MENZ, Maximiliano M. Os escravos da Feitoria do Linho Cânhamo: trabalho, conflito e negociação. Afro-Ásia, Salvador, n. 32, 2005. DOI: 10.9771/aa.v0i32.21090.

[9] Cf. LUZ, Alex Faverzani da, op. cit.

[10] MENZ, Maximiliano M., op. cit., p. 155.

[11] ANRJ. Registro da correspondência do vice-reinado com diversas autoridades. Secretaria do Estado do Brasil. BR RJANRIO 86.COD.0.70, v. 18, fl. 73v.

[12] A quantidade de tecido utilizada no fabrico das cordoarias e velas usadas em embarcações militares demonstra a grandeza do negócio da produção de cânhamo que foi essencial na integração dos mercados mundiais. Embarcações marítimas europeias chegaram a utilizar mais de trezentas mil toneladas só para a primeira armação das velas (DÍAZ-ORDÓÑEZ, M. Amarrados al negocio: reformismo borbónico y su ministro de Jarcia para la Armada Real (1675-1751). Madrid: Ministerio de Defesa/Secretária General Tecnica, 2009 apud ROSA, L. Real Feitoria do Linho Cânhamo: da diversificação econômica aos desafios produtivos (1783-1824). Economia e Sociedade, v. 33, n. 2, p. e269846, p. 1.

[13] ANRJ. Registro da correspondência do vice-reinado com diversas autoridades. Secretaria do Estado do Brasil. BR RJANRIO 86.COD.0.70, v. 18, fls. 83v-84v.

[14] ROSA, L., op. cit; BENTO, Cláudio Moreira. Em Canguçu Velho - Canguçu - RS a sede da Real Feitoria do Linho Cânhamo do Rincão do Canguçu 1783-89. Resende: Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB), 2009; MENZ, Maximiliano M., op. cit.

[15] ANRJ. Registro da correspondência do vice-reinado com diversas autoridades. Secretaria do Estado do Brasil. BR RJANRIO 86.COD.0.70, v. 18, fls. 108v-110.

[16] ANRJ. Coleção de memórias e outros documentos sobre vários objetos. Diversos Códices – SDH. BR RJANRIO NP. COD.0.807, v. 10, fls. 15-15v.

[17] ANRJ. Secretaria de Estado do Ministério do Reino.Negócios de Portugal. BR RJANRIO 59.CAI.0.0679008.

[18] ANRJ. Consultas do Conselho da Fazenda de Lisboa. Negócios de Portugal. BR RJANRIO 59.

[19] BRAGA, Isabel M. R. Mendes Drumond. Teares, fios e tecidos em viagem: produções e exportações da Real Fábrica das Sedas para o Brasil (1734-1821). Revista de Artes Decorativas, Porto, Universidade Católica Portuguesa, n. 1, p. 123-144, 2010.

[20] De acordo com Alex Faverzani da Luz (op. cit., p. 159): “Em meio ao incentivo de fomento manufatureiro seiscentista, assiste-se ao surgimento de manufaturas de diferentes segmentos produtores, tais como a indústria de tecelagem da lã situada nas regiões de Torre de Moncorvo, Guimarães, Lamego, Pinhel, Porto, Guarda, Covilhã, Fundão, Castelo Branco, Coimbra, Portalegre, Santarém, Minde, Lisboa, Redondo, Castelo de Vide, além de abranger outras regiões mais dispersas constituídas de processos de fiação caseira que complementavam a capacidade produtiva.”

[21] ANRJ. Avisos e portarias do governo do Brasil para várias autoridades de Portugal. Negócios de Portugal. BR RJANRIO 59.COD 251, v. 11.

[22] ANRJ. Decretos, avisos e provisões. Real Erário. BR RJANRIO 7W.COD.0.056, v. 01.

[23] ANRJ. Junta do Comércio. Fábricas. Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação. BR RJANRIO 7X, cx. 424, pct. 02.

[24] ANRJ. Alvarás citando três secretarias de Estado, estabelecimento, soldos e gratificações para soldados, oficiais do exército impondo novas condições à Real Companhia de estabelecimento para as fiações de seda. Diversos códices – SDH. Códice 796, v. 2.

Conjunto documental: Registro de provisões, alvarás, leis, portarias e cartas régias da Relação do Brasil
Notação: BR RJANRIO 83.COD.0.541, v.01
Datas limite: 1527-1691
Código do fundo: 83
Título do fundo: Relação da Bahia
Ementa: Regimento aos provedores das capitanias do Brasil. Neste, a provisão 24 define que haverá, nas alfândegas de capitanias, dois tipos de selos: um identificando todo pano de cor e de linho sujeitos a impostos; e outro para itens semelhantes, que são isentos. A provisão 25 identifica que sedas, lãs e linho encontrados sem qualquer um dos selos serão expropriados e vendidos, com 2/3 do lucro se dirigindo ao rendimento da alfândega, e 1/3 para aquele que fizer a descoberta.
Local: Almeirim, Portugal.
Data: 17 de dezembro de 1548
Fls.: 68 a 81v.

Conjunto documental: Registro de provisões, alvarás, leis, portarias e cartas régias da Relação do Brasil
Notação: BR RJANRIO 83.COD.0.542, v.01
Datas limite: 1527-1691
Código do fundo: 83
Título do fundo: Relação da Bahia
Ementa: Provisão régia em que se estipula preços máximos para o aluguel de diferentes tipos e tamanhos de pano, visando coibir preços excessivos. Define-se, também, penas e multas para o infringimento da lei, tanto por quem vende, quanto por quem compra.
Local: Lisboa
Data: Escrito em 9 de maio; publicado em 17 de junho de 1603
Fls.: 142 a 143v.

Conjunto documental: Carta régias, provisões, alvarás e avisos
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.952, v.37
Código do fundo: 86
Datas limite: 1753-1754
Título do fundo: Secretaria do Brasil
Ementa: relação das despesas com as fardas de 536 soldados da Procuradoria do Rio de São Pedro que se encontravam na frota do Rio de Janeiro. Redigido por Antônio de Barros, as despesas se referem a encomendas de varas de pano de linho, chapéus, pares de meias e pescocinhos.
Data: 7 de abril de 1752
Local: Rio de Janeiro
Folhas: 150

Conjunto documental: Carta régias, provisões, alvarás e avisos
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.952, v.37
Datas limite: 1753-1754
Título do fundo: Secretaria do Brasil
Ementa: relação das despesas com as fardas de 1662 soldados da Companhia do Rio de Janeiro. Redigido por Antônio de Barros. As despesas correspondem a encomendas de varas de panos de linho, chapéus, pescocinhos, pares de meias, serafina, varas de viagem e botões de “casa’’.
Data: 7 de abril de 1752
Local: [Rio de Janeiro]
Folhas:151

Conjunto documental: Carta régias, provisões, alvarás e avisos
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.952, v.37
Datas limite: 1753-1754
Título do fundo: Secretaria do Brasil
Ementa: Relação das despesas com as fardas de 40 soldados da capitania de Goiás redigida por Antônio de Barros. As despesas são encomendas de varas de panos de linho, chapéus, pares de meias e pescocinhos, panos de lã, serafina, varas de viagem, varas de pano de linho, botões de casa e botões de vestir.
Data: 7 de abril de 1752
Local: Rio de Janeiro
Folhas:152

Conjunto documental: Carta régias, provisões, alvarás e avisos
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.952, v.37
Datas limite: 1753-1754
Título do fundo: Secretaria do Brasil
Argumento de pesquisa: tecidos
Ementa: relação das despesas com as fardas de 554 soldados que guarnecem a Praça da Colônia do Sacramento encaminhada por Antônio de Barros a d. José I. As despesas são encomendas descritas como panos brancos de lã para casacas e calções, panos verdes, azuis e amarelos para canhões, serafina branca para o forro das casacas, serafina verde, azul e amarela para vestir, vara de pano de linho para as camisas, chapéus, pares de meias, botões de casaca e botões de vestir.
Data: 25 de maio de 1753
Local: Lisboa
Folhas: 155

Conjunto documental: Registro de provisões, alvarás, leis, portarias e cartas régias da Relação da Bahia
Notação: BR RJANRIO 83.COD.0.542, v.02
Datas limite: 1759 – 1791
Código do fundo: 83
Título do fundo: Relação da Bahia
Ementa: Alvará Régio com medidas para impedir o estabelecimento ilegal de um entreposto de mercadorias em São Paulo de Assunção (Luanda, Angola). No porto, navios portugueses vindos das colônias da Ásia, “não só vendiam fazendas chamadas de negros, próprias para o consumo de Angola; mas também, vendo que lhes era proibida a escala pelos portos do Brasil, (...) introduziam grandes quantidades de outras fazendas da Ásia para se transportarem, como se transportavam aos referidos portos do Brasil”. É proibido, portanto, o desembarque de qualquer fazenda da Ásia, de qualquer tipo, ou a prática de comércio de tais fazendas nos referidos portos. Reafirma que é indispensável que tais produtos sejam, primeiramente, levados a Portugal para que seja realizada a devida regulação de qualidade e valor, considerando o comércio paralelo como nocivo para o bem do reino.
Local: Lisboa.
Data: 19 de junho de 1772
Fls.: 114v - 116v.

Conjunto documental: Alfândega do Rio de Janeiro
Notação: BR RJANRIO D9.CAI.0.495 pct 03
Datas limite: 1714-1807
Título do fundo: Vice-reinado
Código do fundo: D9
Ementa: Registro feito por Luís Vianna Souza Gurgel e Amaral de um decreto em que se torna proibida a importação das fitas estrangeiras de pontinhas de ponto e de salpico e as fitas de lira que forem maiores que as de número 50, dessa forma, as únicas fitas autorizadas eram as batidas e as que se destinavam ao uso dos hábitos militares. Se após quatro meses da implementação desse decreto, as fitas proibidas ainda estivessem em circulação, aqueles que fossem flagrados seriam julgados como contrabandistas e teriam as penas aplicadas em conformidade com a lei.
Data: 14 de junho de 1787
Local: Rio de Janeiro
Fls.: -

Conjunto documental: Alvarás citando três secretarias de estado, estabelecimento, soldos e gratificações para soldados, oficiais do exército impondo novas condições à Real Companhia de estabelecimento para as fiações de seda.
Notação: BR RJANRIO NP.COD.0.796, v.02
Datas limite: 1736-1822
Título do fundo: Diversos códices- SDH
Código de fundo: NP
Ementa: cópia manuscrita de um ofício de José de Seabra da Silva ao marquês Mordomo Mor informando sobre a determinação da rainha para que todos os oficiais da Secretaria de Estado usassem um uniforme próprio, do qual constasse “casaca”, “calção vermelho” e “vestia azul”, sendo os “canhões da casaca” também de cor azul, e todos bordados em forma de risco. Destaca também que a casaca deve conter bordados de ouro e a “vestia e os canhões da casaca”, bordados de prata. Para que eles possam ter um exemplo para facilitar a execução dos bordados, informa que será enviado algumas cópias de risco.
Data: 19 de janeiro de 1795
Local: Palácio de Queluz, Portugal
Fl.:  21

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: BR BR ANRIO 59CAI.0.0692024
Datas limite: 1795
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Ementa: consulta da Real Junta do Comércio sobre a entrada de oitenta fardos de fazenda de Bengala, via Inglaterra, que pretende fazer Luis Stephens e despacho da rainha que contraria o parecer da Real Junta, favorável ao suplicante.
Data: 30 de agosto de 1795
Local: Queluz, Portugal
Fls: 1- 3v.

Conjunto documental: Registro da correspondência do vice-reinado com diversas autoridades
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.70, v.18
Datas limite: 1797-1808
Código do fundo: 86
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil
Ementa: Carta do conde de Rezende para todos aqueles que receberam sementes de linho cânhamo para o plantio, na qual questiona quais medidas foram tomadas para garantir o êxito de seu cultivo.
Local: Rio de Janeiro
Data: 31 de agosto de 1797
Fls.:73v

Conjunto documental: Registro da Correspondência do vice-reinado com diversas autoridades
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.70, v.18
Datas limite: 1797-1808
Código do fundo: 86
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil
Ementa: correspondência do vice-rei, conde de Rezende ao coronel governador de Santa Catarina, João Alberto de Miranda, sobre a importância que o plantio do linho cânhamo teria para os negócios da Coroa e para qualquer um que investisse em seu comércio e produção. Lamenta o insucesso em seu cultivo, assinalando que diversas medidas, incluindo o plantio em diferentes estações do ano, se provaram malsucedidas. Solicita, ainda, uma remessa de boas sementes para o cultivo, uma vez que as sementes provenientes de Santa Catarina parecem ser de melhor qualidade.
Local: Rio de Janeiro
Data: 28 de setembro de 1797
Fls.: 83v, 84, 84v.

Conjunto documental: Registro da Correspondência do vice-reinado com diversas autoridades
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.70, v.18
Datas limite: 1797-1808
Código do fundo: 86
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil
Ementa: documento intitulado “Carta a todos os lavradores que receberam sementes do linho cânhamo”, assinada pelo vice-rei, conde de Rezende. Afirma que todos os esforços têm sido inúteis para o cultivo do linho e questiona se haveria possibilidade de outros ramos interessantes “à sua Majestade e ao Estado”, como a cochonilha, para produção em larga escala, sucedendo a experiência com o linho cânhamo.
Local: Rio de Janeiro
Data: 10 de outubro de 1797
Fl.: 88

Conjunto documental: Coleção de Memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: BR RJANRIO NP. COD.0.807, v.10
Datas limite: 1798-1836
Código do fundo: NP
Título do fundo: Diversos Códices – SDH.
Ementa: memória sobre o porto de São Pedro do Rio Grande, por d. Rodrigo de Souza Coutinho, conde de Linhares e ministro da Marinha e Domínios Ultramarinos. Nela, o ministro destaca a importância da colonização no Rio Grande do Sul, citando produções essenciais à metrópole como couro, sabão, linho cânhamo, lã, e possíveis engenhos de açúcar. Salienta, também, a importante posição geopolítica do Rio Grande do Sul, dada sua proximidade às colônias espanholas.
Local: Belém
Data: 12 de julho de 1798
Fls.: 4 a 8.´

Conjunto documental: Coleção de Memórias e outros documentos sobre vários objetos
Notação: BR RJANRIO NP. COD.0.807, v.10.
Datas limite: 1798-1836.
Código do fundo: NP.
Título do fundo: Diversos Códices – SDH.
Ementa: Memória político-econômica sobre o comércio ativo da capitania de Goiás. Explora o potencial da capitania para a atividade econômica, como a cultura do algodão, que cresce naturalmente na região e cujo custeio é menor que em outras capitanias, como a do Pará. Outra vantagem estaria na facilidade dos canais de exportação. Sugere, ainda, algumas providências para garantir a prosperidade da capitania.
Local: Vila Boa de Goiás.
Data: --
Fls.: 15 a 15v 

Conjunto documental: Registro da Correspondência do vice-reinado com diversas autoridades
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.70, v.18
Datas limite: 1797-1808
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil
Código do fundo: 86
Ementa: correspondência do vice-rei conde de Rezende ao governador da capitania de Santa Catarina, João Alberto de Miranda. Afirmando que, não estando comprovadas as utilidades do linho galego para a Marinha Real ou a impropriedade das terras de sua capitania para o cultivo do linho cânhamo, o plantio deste último ainda é de maior importância e seu cultivo novamente deve ser incentivado.
Local: Rio de Janeiro
Data: setembro, 1798.
Fls.: 108v, 109, 109v, 110.

Conjunto documental: Registro da Correspondência do vice-reinado com diversas autoridades
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.70, v.18
Datas limite: 1797-1808
Código do fundo: 86
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil
Ementa: correspondência do conde de Rezende para o desembargador superintendente geral Manoel Pinto da Cunha e Souza. Reforçando a importância da cultura do linho cânhamo para o rei, a Marinha Real, e todos aqueles que participarem de sua produção, volta a incentivar que se distribua e cultive as recém-chegadas sementes de linho cânhamo em sua capitania. Salienta que, como é costume no Rio Grande, a época ideal para a plantação é em fins de setembro.
Local: Rio de Janeiro
Data: 18 de setembro de 1798.
Fls.: 180v, 181, 181v.

Conjunto documental: Registro da Correspondência do vice-reinado com diversas autoridades
Notação:  BR RJANRIO 86.COD.0.70, v.18
Datas limite: 1797-1808
Código do fundo: 86
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil
Ementa: Correspondência do vice-rei conde de Rezende para o coronel de distrito Manoel Martins do Couto Reys. Com o sucesso do plantio do linho cânhamo em distritos próximos, o conde de Rezende solicita a Couto Reys que distribua as sementes aos lavradores de melhor conceito, a fim de ver seu projeto realizado o quanto antes.
Local: Rio de Janeiro
Data: 20 de setembro de 1798.
Fls.: 114, 114v.

Conjunto documental: Registro da Correspondência do vice-reinado com diversas autoridades
Notação: BR RJANRIO 86.COD.0.70, v.18
Datas Limite: 1797-1808
Código do fundo: 86
Título do fundo: Secretaria do Estado do Brasil
Ementa: Correspondência do vice-rei conde de Rezende a todos os coronéis de distrito, reafirmando a importância da cultura do linho cânhamo para a prosperidade de Sua Majestade e sua utilidade para a Marinha Real, exigindo que nova tentativa de seu cultivo seja realizada pelos coronéis, repassando novas sementes aos agricultores de sua maior estima.
Local: Rio de Janeiro
Data:  24 de setembro de 1798.
Fls.: 115, 115v.

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: BR RJANRIO 59.CAI.0.0679008
Datas limite: 1770-1819
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: representação sobre o desenvolvimento das manufaturas das lãs do Alentejo. Devido aos baixos preços alcançados pelas lãs da região, são apresentadas algumas propostas para revitalizar as manufaturas: 1. a proibição da exportação das lãs do reino; 2. incentivando a compras das lãs pelas fábricas, com recursos obtidos por meio de sociedades de "ricos negociantes com hábeis fabricantes" e mesmo com investimento da Fazenda Real para a aquisição de panos para a tropa; 3. Adquirindo na Inglaterra máquinas de fiar ou tecer lãs que ainda não houvesse no reino; 4. promovendo a fábrica de estofos de lã que tinham grande consumo e 5º "dignando-se S.A.R o Príncipe Nosso Senhor não trazer outra qualidade de panos que não sejam das fábricas do reino, nem outra qualidade de manufaturas de seda, que não sejam das fábricas do reino”. Na folha seguinte sob o título “panos e selezias fabricados nas fábricas do reino” encontram-se uma série de amostras de tecidos de Covilhã, Portalegre e Cascais.
Local: s.l
Data: [1801-1803]
Fls.: 1 e 2

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: BR RJ ANRIO 59.CAI.0.679041
Datas limite: 1803
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: Representação de Diego Inácio de Pina Manique referente ao requerimento sobre a fabricação de lã e linho, fazendas fabricadas em Portugal e importadas, e suas respectivas amostras.
Data: 15 de fevereiro de 1803
Local: Lisboa
Fls.: 01 a 05

 Conjunto documental: Ministério da Fazenda – 2a Contadoria Geral
Notação: BR RJANRIO OI.CAI 5F-450
Datas limite: 1810-1819
Código do fundo: OI
Título do fundo: Diversos GIFI
Ementa: relatório da Real Feitoria do Linho Cânhamo, informando que não há terrenos férteis naturalmente adequados à colheita do linho, com necessidade urgente de se encontrar novo terreno. Explica que as altas despesas do terreno e clima incompatível tornam a cultura inviável. Indica também as qualidades indispensáveis, necessárias à ordem econômica e prosperidade da cultura do linho em futuro terreno.
Local: Porto Alegre.
Data: 2 de abril de 1803.
Fls.: 81 a 84.

Conjunto documental: Ministério da Fazenda – 2a Contadoria Geral
Notação: BR RJANRIO OI.CAI 5F-450
Datas limite: 1810-1819
Código do fundo: OI
Título do fundo: Diversos GIFI
Ementa: correspondência da Junta da Real Fazenda da capitania do Rio Grande de São Pedro ao presidente do Real Erário, informando-o do atraso na cultura do linho cânhamo e o encarregando de tomar todas as providências para garantir o seu progresso.
Local: Lisboa
Data: 7 de maio de 1803.
Fls.: 96-96v.

 Conjunto documental: Ministério da Fazenda – 2a Contadoria Geral
Notação: BR RJANRIO OI.CAI 5F-450
Datas limite: 1810-1819
Código do fundo: OI
Título do fundo: Diversos GIFI
Ementa: Correspondência do Infante Almirante General, Francisco José de Freitas a Paulo José da Silva Gama, governador da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, pedindo a mudança da cultura do linho cânhamo para novo terreno mais bem situado, preferencialmente pertencente à Coroa, e mais adequado para seu cultivo.
Local: Rio de Janeiro
Data: 17 de fevereiro de 1809.
Fl.: 150.

 Conjunto documental: Ministério da Fazenda – 2a Contadoria Geral
Notação: BR RJANRIO OI.CAI 5F-450
Datas limite: 1810-1819
Código do fundo: OI
Título do fundo: Diversos GIFI
Ementa: Carta da Junta da Fazenda da Capitania do Rio Grande de São Pedro ao presidente do Real Erário, referente à recomendação da compra do linho cânhamo através dos lucros da venda de Papel Selado. Alerta que não tem sido possível comprar o linho pois os lavradores não têm sido pagos.
Local: Porto Alegre.
Data: 9 de julho de 1806.
Fls.: 61 a 61v.

 Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província.
Notação: BR RJANRIO AA CAI IJJ9 319
Datas limite: 1807-1810
Título do fundo: Série Interior- Negócios de províncias e Estados
Código de fundo: AA
Ementa: “Mapa de importação que fez Portugal, feitorias da Costa da África e portos do Brasil sobre a Bahia em todo o ano de 1806”. Divide-se nas colunas “mercadorias gerais da Europa”, “mercadorias próprias de Portugal”, “mercadorias das fábricas privilegiadas”, mercadorias de Ásia e das feitorias de África e América, essas últimas divididas entre a "Costa da Mina" e o "Rio Grande do Sul e da Prata". As colunas se subdividem em gêneros, quantidades e importâncias. Entre os itens europeus que se destacam, estão as “baetas”, “cambaias”, meias de seda e de algodão, “chita”. Já as mercadorias de Portugal incluem cobertores, meias de linha, panos e “tafetás”. Em relação às fábricas, há os produtos “baetilha”, “chitas”, “lenços”, “sedas” e “tafetás” e para a Ásia contêm os gêneros, “chitas de Damão”, “lenços” e “panos”. Das feitorias de África e América vieram “escravos, panos e ouro”.
Data: 1810
Local: -
Folhas: -

 Conjunto documental: Ministério da Fazenda – 2a Contadoria Geral
Notação: BR RJANRIO OI.CAI 5F-450
Datas limite: 1810-1819
Código do fundo: OI
Título do fundo: Diversos GIFI
Ementa: Mapa do rendimento da Alfândega da capitania do Rio Grande de São Pedro, incluindo rendas de pano e algodão. Inclui também as rendas de exportação de algodão entre as províncias do Rio Grande e a Ilha de Santa Catharina.
Local: Porto Alegre.
Data:  15 de maio de 1808.
Fls.: 7 a 16.

Conjunto documental: Ministério da Fazenda – 2a Contadoria Geral
Notação: BR RJANRIO OI.CAI 5F-450
Datas limite: 1810-1819
Código do fundo: OI
Título do fundo: Diversos GIFI
Ementa: Parecer da Junta da Real Fazenda da capitania do Rio Grande de São Pedro, no qual é assinalada a necessidade de mudança do cultivo do linho cânhamo para local mais apropriado, sendo um negócio pouco lucrativo sem um terreno frutífero a sua cultura e que desse modo “aniquilarão as forças da escravatura”. Pede-se também o estabelecimento de um preço mínimo de venda 3 mil reis por arroba do linho, como uma das formas de tornar seu cultivo mais atraente para os lavradores.
Local: Porto Alegre.
Data: 23 de julho de 1808.
Fls.: 79 a 80.

Conjunto documental: Ministério da Fazenda – 2a Contadoria Geral
Notação: BR RJANRIO OI.CAI 5F-450
Datas limite: 1810-1819
Código do fundo: OI
Título do fundo: Diversos GIFI
Ementa: Rendimento da Feitoria do Linho Cânhamo, incluindo remessas de algodão, linho e estopa, pertinentes ao ano de 1807.
Local: Porto Alegre.
Data: 12 de agosto de 1808.
Fls.: 85 a 88.

Conjunto documental: Bahia. Ministério do Reino. Correspondência do presidente da província.
Notação: BR RJANRIO AA IJJ9 319
Datas limite: 1807-1810
Título do fundo: Série Interior- Negócios de províncias e Estados
Código de fundo: AA
Ementa: Mapa de exportação dos produtos da capitania da Bahia para Portugal e outros portos, entre eles, Inglaterra, Angola, Goa, Costa da Mina e Ilha da Madeira durante o ano de 1809. Entre os produtos de exportação, destacam-se, algodão, couros, solas, sebos, tabacos, vinhos.
Data: 1809
Local: [Bahia]
Fl.: s.n

Conjunto documental: Ministério da Marinha e Domínios Ultramarinos
Notação: BR RJANRIO OI.CAI 4J-75
Datas limite: 1789-1832
Código do fundo: OI
Título do fundo: Diversos GIFI
Ementa: relação das provisões das fábricas estabelecidas no Rio de Janeiro, identificando os gêneros produzidos, seus donos e localização. Entre as fábricas listadas, incluem-se fábricas de tecido, principalmente as de algodão e seda, mas abrange também de lã e fiado.
Local: Rio de Janeiro
Data: 28 de junho de 1810.
Fls.: s.n

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: BR RJANRIO 59.CAI.0.0631036/f22
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: cópia do aviso encaminhada pelo secretário da Regência, d. Miguel Pereira Forjaz, ao visconde de Balsemão, com as diretrizes para o cumprimento do tratado entre Portugal e a Coroa britânica que trata dos direitos alfandegários que serão pagos sobre os lanifícios, as fazendas de algodão fabricadas na Inglaterra e o bacalhau vindo em navios de propriedade inglesa na sua entrada nos portos "destes reinos". O príncipe regente ordena que não se espere a resolução da quantia fixa que se pagará no futuro, aplicando-se de imediato quinze por cento do seu valor, dando-se aos proprietários uma fiança no valor da diferença do que pagavam anteriormente.
Data: 7 de setembro de 1810.
Local: Palácio do Governo.
Fl.: 22

Conjunto documental: Junta do comércio, comerciantes
Notação: BR RJANRIO 7X.CAI 380, pct 02
Datas limite: 1819-1849
Título do fundo: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código de fundo: 7X
Ementa: Atestado de Nunes Silva e companhia, criadores da Fábrica de Estamparia do Catete, informando sobre a venda que fizeram ao diplomata e comerciante sueco Lourenço Westin de mil quatrocentos e noventa e dois côvados de chita e dois cortes de saiões estampadas na própria fábrica.
Data: 22 de novembro de 1811
Local: Rio de Janeiro
Folhas:-

Conjunto documental: Junta do comércio, comerciantes
Notação: BR RJANRIO 7X.CAI 380, pct 02
Datas limite: 1819-1849
Título do fundo: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código de fundo: 7X
Ementa: Provisão do príncipe regente isentando do pagamento de direitos de saída, e de entrada dos tecidos adquiridos por Lourenço Westin à Fábrica de Estamparia do Catete e que seriam remetidos ao Rio Grande de São Pedro do Sul.
Data: 22 de novembro de 1811
Local: Rio de Janeiro
Folhas:-

Conjunto documental: Junta do comércio. Fábricas
Notação: BR RJANRIO 7X CAI 427, pct. 01
Datas limite: 1811-1840
Título do fundo: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código de fundo: 7X
Ementa: relação de utensílios e teares de meias que vieram de Lisboa para o Rio de Janeiro pertencentes a fábrica de Domingos Gomes Loureiro, na rua do Valongo. Entre os utensílios, destacam-se caixas com um tear de calibre, caixa com tear novo desarmado, banco e roda.
Data: 15 de fevereiro de 1812
Local: Rio de Janeiro
Fl.:  -

Conjunto documental: Junta do Comércio. Fábricas
Notação: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Datas limite: 1811-1840
Título do fundo: BR RJANRIO 7X CAI 427, pct. 01
Código de fundo: 7X
Ementa: Provisão da Real Junta aos fabricantes de teares de meias, tecidos e afiação. Informa que por Loureiros & Pietra terem estabelecido na rua do Valongo uma fábrica de meias de algodão e esperando de Lisboa máquinas que possam ajudar em seu restabelecimento, estes pedem que a Real Junta do Comércio lhes conceda a entrada livre de direitos na capital (RJ) do que vier de Lisboa ou de outra parte para a referida manufatura e matérias primas de acordo com o Alvará de 1809.
Data: 26 de fevereiro de 1813
Local: Rio de Janeiro
Folhas: s.n

Conjunto documental: Ministério do Reino. Maranhão. Correspondência do presidente da província
Notação: BR RJANRIO AA IJJ9 CAI 129
Datas limite: 1788-1816
Código do fundo: AA
Título do fundo: Série Interior
Ementa: Mapa de Importação e de exportação da província do Maranhão para o ano de 1812, demonstrando valores do comércio com os domínios portugueses e estrangeiros. Indica importação de gêneros de seda, linho, lã e algodão para a província, e a exportação de algodão
Local: São Luís
Data: [1813]
Fl.: 127.

Conjunto documental: Ministério do Reino. Maranhão. Correspondência do presidente da província
Notação: BR RJANRIO AA IJJ9 CAI 129
Datas limite: 1788-1816
Código do fundo: AA
Título do fundo: Série Interior
Ementa: Mapa de importação e de exportação da província do Maranhão para o ano de 1812, demonstrando valores do comércio com os domínios portugueses e estrangeiros. Indica importação de gêneros de seda, linho, lã e algodão para a província, e a exportação de algodão
Local: São Luís
Data: [1813]
Fls.: 127.

Conjunto documental: Ministério do Reino. Maranhão. Correspondência do presidente da província.
Notação: BR RJANRIO AA IJJ9 129
Datas limite: 1788-1816
Código do fundo: AA
Título do fundo: Série Interior
Ementa: Mapa de importação e de exportação da província do Maranhão para o ano de 1813, demonstrando valores do comércio com os domínios portugueses e estrangeiros. Indica importação de gêneros de seda, linho, lã e algodão para a província, e a exportação de algodão
Local: São Luís
Data: [1814]
Fl.: 251.

Conjunto documental: Secretaria de Estado do Ministério do Reino
Notação: BR.RJ.ANRIO.59.CAI.0.0671083
Datas limite: 1816
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: Informação dos governadores do Reino sobre consulta da Real Junta do Comércio referente ao requerimento de Jacques Luiz Pouchet, pedindo para ser conservado no arrendamento de prédio em que estabelecera a sua Fábrica de Estamparia. O novo senhorio, o Abade de Rocca, não concorda com a ação, mas a Real Junta de Comércio considera a pretensão do suplicante digna de atenção, já que a fábrica havia sido estabelecida nas terras antes da venda. O governo decide que a venda será avaliada por peritos de cinco em cinco anos, enquanto o suplicante permanecer na fábrica
Data: 23 de março de 1816
Local: Lisboa
Fls.: s.n

Conjunto documental: Resumo da balança geral do comércio do reino de Portugal com o Brasil, domínios e nações estrangeiras
Notação: BR RJANRIO 59.COD 731, vol. 1
Datas limite: 1816-1816
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: Tabela de exportações das fábricas do Reino para diferentes capitanias do Brasil, indicando valores locais e totais para a exportação de algodão, lã, linho e sedas, relativos ao ano de 1816
Local: Rio de Janeiro
Data: 1816
Fls: 14v e 15.

Conjunto documental: Resumo da balança geral do comércio do reino de Portugal com o Brasil, domínios e nações estrangeiras
Notação: BR RJANRIO 59.COD 731, vol. 01
Datas limite: 1816-1816
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: Tabela demonstrativa do valor total de mercadorias exportadas para nações amigas, indicando a venda de tecidos de algodão e sedas para reinos como Inglaterra, Castela e França.
Local: Rio de Janeiro.
Data: 1816.
Fls: 29v.

Conjunto documental: Antônio Martins da Fonseca Castelhões
Notação: BR RJANRIO ZN_9208caixa 892, proc.9208
Datas limite: 1811-1831
Título do fundo: Juízo de Órfãos e Ausentes
Código de fundo: ZN
Ementa: Avaliação que José Antônio de Jesus e Araújo e Simplício da Silva Nepomuceno, comerciantes do varejo e matriculados na Junta do Comércio na Corte, realizaram na loja de Antônio Martins da Fonseca Castelhões em que tinha como sócio, Bernardo José de Azevedo. No inventário, tendo como principal unidade de medida o côvado, mas também os cortes, jardas, varas e dúzias, são listados: “panos”, “casimiras”, “Baetão e Baeta”, “meias para calça”, “veludo”, “tarjas”, “cetim”, “meias de seda”, “lenços de seda”, ‘mantas”, “suspensórios”, “fustão”, “belbutinas”, “gangas”, “riscados”, “cambraias”, “chales”, “vestidos”, “luvas”, “botões”, fitas”, “chapéus”, “rendas”, “leque”, “véus”, “toucados”, “chita”, “paninhos” entre outros. Além de indicar cores, qualidade, uso de alguns tecidos, informa que importavam na quantia de nove contos, quatrocentos e treze mil, duzentas e oitenta e cinco réis
Data: 8 de julho de 1817
Local: Rio de janeiro
Folhas: 235-243v

Conjunto documental: Consultas do Conselho da Fazenda de Lisboa
Notação: BR RJANRIO 59.COD 253, vol. 03
Datas limite: 1816-1818
Título do fundo: Negócios de Portugal
Código do fundo: 59
Ementa: representação de Simão Bernardo Balmaceda, proprietário de fábrica de tecidos de seda e algodão no Porto, ao tribunal da Real Junta do Comércio. Denuncia o que qualifica como “atos de violência” contra proprietários, mestres e feitores de fábricas, que se veem sujeitos a pagarem tarifas ou terem manufaturas apreendidas, ferindo o alvará de 28 de abril de 1809, os isenta do pagamento de direitos do consumo no reino e na exportação para territórios da Coroa. O tribunal determina que sejam cumpridas as determinações do alvará, almejando conservar a indústria nacional e manter a competitividade com os comerciantes estrangeiros
Local: Rio de Janeiro
Data: 28 de julho de 1817
Fls.: 17v a 19. 

Conjunto documental: Consultas do Conselho da Fazenda de Lisboa
Notação: BR RJANRIO 59.COD 253, vol. 03
Datas limite: 1816-1818
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: registro da representação do desembargador administrador-geral da Alfândega de Lisboa a respeito de lãs vindas por terra, destinadas a países estrangeiros, questionando se devem pagar os direitos que estavam em prática antes da publicação do Alvará de 24 de maio de 1812 ou somente pagar os direitos de exportação dos portos secos. O despacho de d. João VI atribui a decisão ao desembargador procurador da Fazenda
Local: Rio de Janeiro
Data: 30 de março de 1818
Fls: 104v a 105.

Conjunto documental: Registros, decretos, avisos e provisões
Notação:  BR RJANRIO 7W.COD 50, vol. 1
Datas Limite: 1813-1818
Código do fundo: 7W
Título do fundo: Real Erário
Ementa: Provisão de Thomas Antonio de Villanova Portugal, secretário de Estado dos Negócios do Reino, para que se pague a Francisco Nunes pelas 1500 folhas de linho vendidas à Junta da Administração dos Provimentos das Munições de Boca, destinadas ao exército português
Local: Rio de Janeiro
Data: 9 de julho de 1818
Fls: 227v

Conjunto documental: Real Erário. Decretos, avisos e provisões
Notação: BR RJANRIO 7W.COD.0.056, v.01
Datas limite: 1818-1820
Código do fundo: 7W
Título do fundo: Real Erário
Ementa: Lista de condições impostas ao novo administrador-geral da Urzela das ilhas de Cabo Verde; estipulando sua compra, condicionamento, cultivo e venda
Local: Rio de Janeiro
Data: 18 de setembro de 1818
Fls.: 6v, 7.

Conjunto documental: Resumo do balanço geral do comércio do reino de Portugal, com o Brasil domínios e nações estrangeiras
Notação: BR RJANRIO 59.COD 731, vol. 3
Datas limite: 1818-1818
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: Dados detalhados de exportação e importação entre o Rio de Janeiro e diferentes portos. Demonstrando, por exemplo, o valor de algodão, lanifícios, sedas, e outros produtos como ouro, prata, obras de marfim e vinho enviados de Lisboa no ano de 1818. Partes posteriores apresentam dados detalhados de importação e exportação de outras capitanias, incluindo valores totais e gerais do comércio entre Portugal e seus domínios
Local: --
Data: 1819
Fls.: 3 a 7.

Conjunto documental: Resumo do balanço geral do comércio do reino de Portugal, com o Brasil domínios e nações estrangeiras
Notação: BR RJANRIO 59.COD 731, vol. 3
Datas limite: 1818-1818
Código do fundo: 59
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: Tabela de produção das fábricas do Reino contendo o valor total do algodão, linho, lã e sedas exportadas de Portugal para o Brasil (incluindo diferencial entre cada capitania), Ásia, África e outros domínios no ano de 1818. Partes anteriores incluem dados detalhados do comércio com diferentes capitanias, como dados de exportação, importação, e produção das fábricas do reino
Local: --
Data: 1819
Fls.: 52v e 53.

Conjunto documental: Avisos e portarias do governo do Brasil para várias autoridades de Portugal
Notação: BR RJANRIO 59.COD 251, vol. 11
Datas limite: 1819-1820
Título do fundo: Negócios de Portugal
Ementa: Correspondência de Thomás Antônio Villanova Portugal, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino do Brasil, ao cardeal patriarca de Lisboa, d. Carlos I, em auxílio a José Ferreira Pinto Bastos um contratador de tabaco e saboaria que tinha intenção de restabelecer a Fábrica de Tecidos da Vila de Alcobaça.
Data: 5 de janeiro de 1820
Local: Palácio do Rio de Janeiro
Folhas: 56v

Conjunto documental: Real Erário. Decretos, avisos e provisões
Notação: BR RJANRIO 7W.COD.0.056, v.01
Datas limite: 1818-1820
Código do fundo: 7W
Título do fundo: Real Erário
Ementa: Provisão com cópia de uma relação destinada ao administrador do Real Erário, informando a relação de artigos para consumo da Real Mantearia; justifica-se que os artigos foram fabricados em linho e não em algodão em função da pouca durabilidade deste
Local: Rio de Janeiro
Data: 26 de abril de 1820
Fls.: 98v, 99 

Conjunto documental: Junta do Comércio. Fábricas
Notação: BR RJANRIO 7X.CAI 424, pct. 02
Data-limite: 1813-1824
Título do fundo ou coleção: Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Código do fundo: 7X
Argumento de pesquisa: fábricas
Ementa: inventário da Fábrica de Fiação de Tecidos de Algodão e de Malhas estabelecida na Lagoa Rodrigo de Freitas datado de dezenove de maio de mil oitocentos e vinte e um, feito por ordem do inspetor da fábrica, o conselheiro Leonardo Pinheiro de Vasconcelos, para que se soubesse as despesas que a fábrica teve desde a sua compra. Estão relacionadas no inventário: a casa em que a fábrica foi construída, além de outras benfeitorias, como uma casa que estava sendo construída para alocar os teares, três casas de esteio e pau-a-pique, uma alegoria coberta de telhas, com acomodações para seis bois, e uma pequena casa coberta de telhas, que servia para recolher galinhas. As despesas tidas com as madeiras usadas na construção das benfeitorias estavam avaliadas em 16.932$456. Os utensílios construídos na fábrica, como teares de fundição, engenhos para fazer agulha, entre outros, foram avaliados, contando o custo das especiarias compradas e da mão-de-obra empregada, em 83$160. O inventário inclui ainda os termos de juramentos assinados pelo mestre de fiação e de tecidos João Moreira e José Lopes, declarando tudo o que havia na Real Fábrica e que estava aos seus cuidados, como: setenta e seis arrobas e seis arreteis de algodão, avaliados em 494.$323, um tear de toalhas largas de 40.$000, e vinte e quatro toalhas grandes, no total de 43$304
Data do documento: 24 de setembro de 1821
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): -

Conjunto documental: Alvarás citando três secretarias de estado, estabelecimento, soldos e gratificações para soldados, oficiais do exército impondo novas condições à Real Companhia de estabelecimento para as fiações de seda
Notação: BR RJANRIO NP.COD.0.796, vol. 2
Datas limite: 1736-1822
Título do fundo: Diversos códices - SDH
Código de fundo: NP
Ementa: Carta de lei (impressa), por José Ignácio da Costa, ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino do Brasil. Estabelece a determinação do rei d. João VI de que seja executado o decreto das Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação portuguesa pelo qual os cobertores e mantas de lã provenientes da Espanha, paguem um acréscimo nas alfândegas
Data: 10 de outubro de 1821
Local: Palácio de Queluz, Portugal
Fl.:  112

ALMEIDA, Adilson José de. Uniformes da Guarda Nacional (1831-1852): a indumentária na organização e funcionamento de uma associação armada. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, v. 8-9, n. 1, p. 77–147, 2001.

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BRAGA, Isabel M. R. Mendes Drumond. Teares, Fios e Tecidos em Viagem: Produções e Exportações da Real Fábrica das Sedas para o Brasil (1734-1821). Revista de Artes Decorativas. Porto, no 1, Universidade Católica Portuguesa, p.123-144, 2010.

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